Semana do Futuro Sebrae 2026

Curadoria de palestrantes — quem ocupa cada momento?

172 perfis curados e 184 indicações internas de colaboradores, organizados por plenária, sala temática, mediação e mestre de cerimônia. O selo indica a intensidade do fit; indicações internas entram com fit provisório [a validar], derivado do tema indicado.

172perfis curados
184indicações internas
84com fit alto
118internas com fit a validar
11momentos da grade
Cobertura por momento — clique para abrir
Momento
Eixo

AB
Gente

Adriana Barbosa

Fundadora da Feira Preta e CEO do Instituto Feira Preta / PretaHub

São Paulo / SP

Economia negra e afroconsumoempreendedorismo negroeconomia criativadesenvolvimento econômico inclusivoaceleração de negócios
Plenária 1 médioPlenária 2 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Ao longo de duas décadas construiu o maior ecossistema de empreendedorismo negro da América Latina. Trata o desenvolvimento econômico da população negra como estratégia de crescimento e o 'Black Money' como mercado, rede produtiva e plataforma de conexão. Reconhecida pela TIME (2024) entre lideranças globais na redução da desigualdade racial e pela Bloomberg Línea 500 (2024–25). A Feira Preta nasceu como feira de rua no começo dos anos 2000 e hoje é o maior evento de cultura e empreendedorismo negro do continente.

Tema central. A economia negra como mercado — afroconsumo e afroempreendedorismo

Título sugerido. Black Money: a economia que o mercado aprendeu tarde a enxergar

Proposta. 1) Por que o desenvolvimento econômico da população negra é estratégia, não pauta identitária. 2) Afroconsumo — o dinheiro que circula e o mercado que ele move. 3) Como se estrutura um ecossistema de afroempreendedorismo. 4) O que muda quando quem cria e vende muda. 5) O papel de instituições de fomento. 6) A oportunidade aberta para quem enxerga esse mercado.

Por que convidar. Fala afroconsumo e afroempreendedorismo como economia, com dados, aceleração e resultado de negócio — aterrissa no concreto e mostra oportunidade. Agrega mulher negra e trajetória periférica. Nome de projeção nacional e internacional (TIME, Bloomberg Línea).

Público. Empreendedores negros e periféricos; áreas de mercado, diversidade e fomento; agentes do Sebrae; comunicação e marketing

Ailton Krenak
Território9 pend.

Ailton Krenak

Líder indígena, escritor e pensador | Membro da Academia Brasileira de Letras | Povo Krenak

Minas Gerais / MG

Pensamento indígena e crítica ao desenvolvimentorelação entre humanidade e naturezatempo e ciclos da vidaregeneração e ancestralidadecultura e literatura
Plenária 3 baixoSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Líder indígena, escritor e pensador, é o primeiro indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras. Autor de 'Ideias para adiar o fim do mundo', 'A vida não é útil' e 'Futuro ancestral', tornou-se a voz mais influente do pensamento indígena brasileiro contemporâneo, com crítica profunda à desconexão estrutural entre humanidade, corpo, natureza e ciclos da vida. Sua obra questiona a própria ideia de humanidade como categoria separada da natureza — e faz isso com uma serenidade que desarma antes de confrontar.

Tema central.

Título sugerido.

Proposta.

Por que convidar. Conforme a indicação: crítica profunda à desconexão estrutural com o corpo, a natureza, os ciclos da vida e os saberes que sustentam o cuidado, convidando a lembrar que regenerar não é criar do zero, é resgatar o que nunca deveria ter sido rompido. Voz de maior projeção intelectual entre as lideranças indígenas indicadas.

Público. Público amplo de plenária; lideranças institucionais; academia; áreas de sustentabilidade

AC
Território2 pend.

Alberto Claro

Professor de Administração da UNIFESP; palestrante e investidor-anjo

São Paulo / SP (foco no litoral paulista/santista)

Empreendedorismo azuleconomia do marturismo costeirobiotecnologia marinhaaquicultura
Plenária 2 altoSala Território 1 médio
ver ficha

Resumo. Doutor em Comunicação Social e professor de Administração da UNIFESP, trabalha 'empreendedorismo azul' mapeando frentes concretas de negócio: turismo regenerativo costeiro, biotecnologia marinha (algas, bioprodutos), aquicultura de baixo impacto (ostras, mexilhões), portos de baixo carbono e energia azul. Sintetiza que 'quem empreende com o mar precisa de bússola, não de relógio'.

Tema central. Economia azul — o oceano de oportunidades que o Brasil pouco olha

Título sugerido. Bússola, não relógio: empreender com o mar

Proposta. 1) O que é economia azul além de pesca e petróleo. 2) Turismo regenerativo costeiro que remunera comunidades. 3) Biotecnologia marinha e bioprodutos. 4) Aquicultura de baixo impacto como alimento, emprego e serviço ambiental. 5) Portos de baixo carbono e energia azul. 6) Onde o pequeno negócio costeiro entra.

Por que convidar. Dos poucos que traduzem economia azul em oportunidade de negócio, não em discurso de conservação. RESSALVA: perfil acadêmico/palestrante, não operador de uma empresa azul; o campo tem oferta rasa de vozes de palco, então este recorte pode render mais como painel (acadêmico + empreendedor costeiro real, ex.: Marcos Brabo, engenharia de pesca, Norte/PA).

Público. Empreendedores costeiros e do litoral; turismo e aquicultura; áreas de desenvolvimento regional; academia

Alberto Samucuta
Gente8 pend.

Alberto Samucuta

Psicólogo, educador e palestrante | TEDx Speaker

Joinville / SC (a confirmar — palestrou no TEDxJoinville)

Psicologia e desenvolvimento pessoalclareza e sentido de vidasaúde mentaleducação (temas identificados a partir da produção pública)
Sala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Psicólogo e educador com produção de conteúdo sobre desenvolvimento pessoal, clareza e sentido de vida, distribuída em cursos online, blog e canal próprio. Foi palestrante em TEDxJoinville. OBSERVAÇÃO: a presença pública é modesta e não foi possível confirmar cidade, vínculo institucional principal nem o recorte exato que motivou a indicação. Recomenda-se pedir contexto ao indicante antes de avançar.

Tema central. Desenvolvimento pessoal, clareza e saúde mental

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A definir após alinhamento com o indicante e com o palestrante.

Por que convidar. Perfil de baixa exposição pública — vale confirmar o motivo da indicação, o tema pretendido e a experiência de palco antes de reservar espaço. Há vários nomes de saúde emocional e desenvolvimento pessoal já na lista, com trajetórias mais documentadas.

Público. A confirmar com a assessoria

Alê Prates
Gentetambém MC2 pend.

Alê Prates

Palestrante, escritor e especialista em educação executiva | Fundador da FUTURIZE (ex-E3 Escola de Educação Executiva)

São Paulo / SP

Liderança e accountabilityalta performance e engajamentocultura organizacionalprotagonismo e carreiraresiliência e propósito
Sala Gente 1 baixoSala Gente 2 baixoMestre de Cerimônia baixo
ver ficha

Resumo. Especialista em educação executiva com mais de 25 anos de experiência, fundou a FUTURIZE (antiga E3 – Escola de Educação Executiva). Acumula mais de 900 apresentações, com alcance declarado de cerca de 900 mil pessoas, formação de mais de 5 mil líderes e trabalho com 300 empresas em 18 estados, apoiado por um time de 120 educadores executivos. Autor de 'A Reinvenção do Profissional', 'Resultado — a liderança além dos números' e 'Não negocie com a preguiça'. Trabalha liderança, accountability e alta performance com linguagem direta e viés de resultado — perfil de palestrante corporativo experiente, com forte rodagem em convenções de vendas e encontros de liderança.

Tema central. Como formar líderes que assumem responsabilidade e sustentam performance

Título sugerido. Não negocie com a preguiça: disciplina, liderança e resultado

Proposta. 1) Accountability: o que é e o que costuma ser confundido com isso. 2) Por que times perdem engajamento e como isso aparece nos números. 3) Feedback que funciona. 4) Protagonismo de carreira — o que cabe ao profissional. 5) Disciplina como sistema, não como força de vontade. 6) O papel do líder intermediário. 7) Plano de ação prático.

Por que convidar. Palestrante corporativo de altíssima rodagem, com estrutura própria de educação executiva — o que abre a possibilidade de desdobrar o evento em programa de formação continuada, e não só numa palestra isolada. Bom para convenções de vendas e encontros de liderança. Ressalva: cachê na faixa de R$ 30–40 mil segundo banco de palestrantes; e conteúdo próximo ao de outros nomes motivacionais da lista.

Público. Lideranças intermediárias e times comerciais; RH e desenvolvimento; convenções corporativas e cooperativas

Ale Santos
Tecnologia1 pend.

Ale Santos

Escritor e roteirista | Referência em afrofuturismo brasileiro | 2x Prêmio Jabuti | TEDx Speaker

São Paulo / SP

Afrofuturismo e ficção especulativahistória e memória negratecnologia, cultura e podernarrativa e storytellingimaginação de futuros
Plenária 3 médioSala Tec 2 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Escritor e roteirista, é um dos nomes centrais do afrofuturismo brasileiro, com dois Prêmios Jabuti e obras que resgatam histórias apagadas da resistência negra e as projetam em futuros possíveis. Ficou conhecido primeiro nas redes, contando episódios silenciados da história afro-brasileira em formato de thread, e depois em livros e projetos audiovisuais. Sua tese, que ele mesmo resume, é que usa ficção para investigar quem escreve o futuro — porque tecnologia, cultura e poder não são neutros.

Tema central. Afrofuturismo como ferramenta para investigar quem controla a narrativa do futuro

Título sugerido. Tecnologia não é neutra: ficção como método de investigação

Proposta. 1) O que é afrofuturismo e por que ele não é fantasia. 2) Histórias apagadas da resistência negra e o que elas ensinam. 3) Tecnologia, cultura e poder — quem decide o que é inovação. 4) Ficção especulativa como método de análise. 5) Narrativa como disputa política. 6) Imaginar futuros como ato prático.

Por que convidar. Combina reconhecimento literário (dois Jabutis), forte presença digital e capacidade de falar de tecnologia e poder de um lugar que quase ninguém ocupa em eventos corporativos. Complementa Morena Mariah e Yasmin Thayná — se os três entrarem, um painel de afrofuturismo se sustenta sozinho.

Público. Público jovem e criativo; áreas de cultura, comunicação e inovação; diversidade e ESG; educadores

AP
Gente3 pend.

Alexandre Pellaes

Pesquisador, professor e palestrante em futuro do trabalho e novos modelos de gestão

São Paulo / SP

Futuro do trabalhosignificado do trabalhonovos modelos de gestão compartilhada (horizontal, sociocracia, holacracia)liderança e autonomiacarreiras e relação com o trabalho
Sala Gente 2 altoSala Gente 1 médio
ver ficha

Resumo. Mestre e doutorando em Psicologia Organizacional pela USP, é referência brasileira em significado do trabalho, novos modelos de gestão compartilhada e futuro do trabalho. Fundou a consultoria Exboss e é professor da Fundação Dom Cabral, além de duas vezes palestrante TEDxSão Paulo, LinkedIn Top Voice e colunista de carreira. Tem mais de 20 anos de experiência corporativa, com passagens por Bayer, Unilever, Ericsson e W.L. Gore antes de se dedicar à pesquisa. Trabalha modelos flexíveis de gestão — horizontalidade, autonomia, redução de hierarquia — e a relação das pessoas com o trabalho na chave de propósito e sentido.

Tema central. Como as transformações do trabalho redefinem carreiras, colaboração e o repertório que o profissional precisa ter

Título sugerido. O trabalho que muda: carreiras menos lineares, gestão menos hierárquica

Proposta. 1) O que de fato mudou na relação das pessoas com o trabalho. 2) Carreiras menos lineares e mobilidade entre áreas e projetos. 3) Novos modelos de gestão — autonomia, protagonismo e times por missão. 4) O novo papel da liderança: facilitação, não controle. 5) Que competências ganham e perdem valor nesse cenário. 6) O que isso exige de quem forma e apoia o pequeno negócio.

Por que convidar. Cobre com pesquisa própria dois conteúdos centrais da sala que outros nomes tocam de leve: 'carreiras menos lineares e mobilidade entre áreas e projetos' e 'times organizados por problemas, missões e resultados'. Traz vivência executiva real (de estagiário a CEO) que ancora a fala no concreto, e experiência de palco comprovada (2x TEDx). Bom contraponto aplicado a um nome mais conceitual de aprendizagem.

Público. RH e desenvolvimento; lideranças e gestores; profissionais em transição de carreira; times multigeracionais; agentes do Sistema Sebrae

AO
Tecnologia5 pend.

Aline Oliveira

Especialista em gestão do agronegócio; professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie

São Paulo / SP (a confirmar)

Rastreabilidade digitalblockchain no agrocertificaçãoacesso a mercadogestão do agronegócio
Plenária 2 médioSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Mestre em Ciências da Comunicação e especialista em gestão do agronegócio. Explica com clareza como blockchain e rastreabilidade digital se tornaram condição de competitividade e de acesso a mercados exigentes — café, cacau, carne, pescado, produtos florestais — apoiada em dados de exportação. Perfil didático para traduzir o tema (2) a plateia leiga.

Tema central. Rastreabilidade digital — a condição para competir

Título sugerido. Origem comprovada: por que rastrear virou condição para vender

Proposta. 1) O que mudou: mercados exigem origem, sustentabilidade e comprovação. 2) Blockchain e rastreabilidade digital na prática. 3) Certificação e compliance como acesso a mercado. 4) Casos por cadeia (café, cacau, carne, pescado). 5) O que o pequeno produtor precisa para entrar. 6) Primeiros passos aplicáveis.

Por que convidar. Boa tradutora do tema (2) para plateia ampla, com perfil didático. Agrega mulher. Ressalva: perfil acadêmico/especialista, não fundadora de negócio; confirmar dados de contato e vídeo de palco.

Público. Produtores e cooperativas; áreas de qualidade e compliance; agentes do Sebrae; educadores

Álvaro Leme
Tecnologia3 pend.

Álvaro Leme

Jornalista e palestrante | Colunista de inteligência artificial na Veja

São Paulo / SP

Inteligência artificial aplicadaimpactos sociais e econômicos da IAregulação e éticajornalismo de tecnologiaIA para pequenos negócios
Sala Tec 2 altoSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista especializado em inteligência artificial, assina coluna sobre o tema na Veja e atua como palestrante. Acompanha de perto o avanço das ferramentas e traduz o assunto para público não técnico, com atenção a impactos sociais, econômicos e regulatórios — inclusive casos concretos de aplicação de IA em legislação e serviços públicos. É perfil de divulgação qualificada: mantém o público atualizado sem exigir repertório técnico prévio.

Tema central. O que a IA já mudou de fato e como pequenos negócios podem aplicá-la

Título sugerido. IA sem hype: o que funciona hoje

Proposta. 1) Onde a IA realmente está — separando o que existe do que é promessa. 2) Casos concretos de aplicação em empresas e serviços públicos. 3) Ferramentas acessíveis para quem não tem time de tecnologia. 4) O que muda no trabalho e nas profissões. 5) Regulação e ética: o debate em curso. 6) Riscos práticos e como evitá-los.

Por que convidar. Boa opção para um bloco aplicado sobre IA, com linguagem jornalística acessível e atualização constante por causa da coluna. Ressalva: há vários nomes tratando de IA e tecnologia na lista — este é o mais indicado para o formato prático e de atualização, enquanto Silvio Meira, Laymert Garcia e Bruno Natal ocupam registros conceitual, crítico e cultural.

Público. Pequenos e médios empresários; profissionais em requalificação; comunicação e marketing; público amplo interessado em IA

Amanda Costa
Território2 pend.

Amanda Costa

Ativista climática, comunicadora e educadora | Fundadora e diretora executiva do Perifa Sustentável | TEDx Speaker

São Paulo / SP (periferia paulistana)

Justiça climática e ambientalperiferia e crise climáticajuventude e engajamentococriação com territóriosESG com intencionalidade ética
Sala Território 2 altoSala Território 1 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Jovem negra e periférica, é uma das vozes brasileiras mais reconhecidas na agenda climática internacional. Fundou o Perifa Sustentável para levar a periferia ao centro do debate sobre crise climática, partindo da constatação de que as decisões sobre o futuro vêm sendo tomadas sem quem mais sofre as consequências. Foi Forbes Under 30, embaixadora da juventude do UNODC e delegada jovem do Brasil no G20, além de palestrante TEDx e professora. Articula justiça climática e justiça social como uma coisa só — 'falar de clima é também lutar por justiça social' é a síntese que ela mesma usa.

Tema central. Marcas e instituições que escutam territórios, cocriam com seus públicos e se posicionam com intencionalidade ética

Título sugerido. Estão decidindo o nosso futuro sem a gente

Proposta. 1) Por que a periferia é a mais atingida e a menos ouvida na crise climática. 2) O que é justiça climática na prática. 3) Cocriação com territórios — o que diferencia escuta real de consulta protocolar. 4) O que a juventude cobra das marcas e das instituições. 5) A agenda internacional do clima vista de baixo. 6) Como o Sebrae pode ser plataforma, e não apenas fornecedor, para empreendedores periféricos.

Por que convidar. Conforme a indicação: representa exatamente o público que o Sebrae quer alcançar com mais potência — jovem, engajada e construtora de futuro. Soma credibilidade internacional (G20, ONU, Forbes) a uma origem periférica que dá legitimidade ao discurso. É uma das indicações com melhor relação entre projeção e conexão real com a base.

Público. Juventude e estudantes; empreendedores periféricos; áreas de ESG e sustentabilidade; comunicação e marketing; setor público

Amanda Graciano
Tecnologia2 pend.

Amanda Graciano

Economista | Colunista de inovação no Estadão | Palestrante em estratégia, inovação e sustentabilidade

Belo Horizonte / MG

Inovação e estratégiaempreendedorismo com propósitoeconomia e novos modelos de negóciosustentabilidade aplicadatendências e antecipação
Plenária 1 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Economista e comunicadora, assina coluna sobre inovação no Estadão e atua no circuito de palestras com temas de estratégia, inovação e sustentabilidade. Sua provocação mais conhecida inverte o clichê corporativo: quem apenas se adapta fica para trás — a adaptação sendo reativa por definição, enquanto o que diferencia é antecipar. Trabalha empreendedorismo com propósito ligando economia, impacto e novos modelos de negócio.

Tema central. Como propósito, inovação e sustentabilidade se combinam em modelos de negócio viáveis

Título sugerido. Quem só se adapta fica para trás

Proposta. 1) A diferença entre adaptar-se e antecipar. 2) O que é empreendedorismo com propósito na prática — e o que é discurso. 3) Novos modelos de negócio com impacto. 4) Economia e sustentabilidade como a mesma conta. 5) Tendências que afetam pequenos negócios. 6) Passos concretos.

Por que convidar. Perfil acessível e didático para plateia de pequenos e médios empreendedores, com base econômica e presença em imprensa de grande circulação. Ressalva: há vários nomes de inovação e tendências na lista — vale definir qual recorte ela ocupa que os outros não ocupam.

Público. Empreendedores e donos de negócio; áreas de estratégia e inovação; público de eventos de empreendedorismo

Amanda Leal
Gente6 pend.

Amanda Leal

Palestrante e consultora | Atuação com o tema 'Empresas que Curam' — saúde emocional e cultura organizacional

A confirmar com a assessoria — cidade não confirmada

Saúde emocional nas organizaçõesesgotamento de liderançascultura de cuidado como responsabilidade coletivasustentação emocional de processos de transformaçãocapitalismo consciente e negócios com propósito
Sala Gente 1 alto
ver ficha

Resumo. Palestrante e consultora que trabalha o tema 'Empresas que Curam' — a ideia de que organizações podem deixar de ser fonte de adoecimento e passar a operar como agentes de cura, cuidando da saúde emocional como responsabilidade coletiva e não como pauta individual de cada colaborador. Tem participações públicas em podcasts e eventos falando sobre o assunto (Tribe Zen Podcast e EPICENTRO). Seu recorte mais distintivo, conforme a indicação, é o esgotamento de quem lidera — o peso simbólico e emocional de sustentar transformações — tema que praticamente nenhum outro nome do painel de saúde emocional cobre, já que a maioria fala do time e não de quem conduz. ATENÇÃO À ATRIBUIÇÃO: o livro 'Empresas que Curam' (Alta Books, 2020) é de Raj Sisodia e Michael J. Gelb; não confundir a autoria do livro com a atuação dela sobre o tema. Falta confirmar se 'Empresas que Curam' é empresa, movimento ou linha de trabalho dela — vale pedir uma linha de apresentação e o LinkedIn.

Tema central. Esgotamento de lideranças e saúde emocional como responsabilidade coletiva da organização

Título sugerido. Empresas que curam: quem cuida de quem lidera

Proposta. 1) O que significa uma empresa que cura, na prática e não no discurso. 2) O esgotamento específico de quem lidera — e por que ele é invisível. 3) O peso simbólico e emocional de sustentar transformações. 4) Saúde emocional como responsabilidade coletiva e cultural, não individual. 5) Como preservar saúde, potência e coerência na liderança. 6) Espaços institucionais que sustentam esse cuidado. 7) Exemplos concretos.

Por que convidar. Conforme as duas indicações: pode falar com legitimidade sobre o esgotamento de lideranças e sobre criar espaços em que a saúde emocional é responsabilidade coletiva. É o recorte menos coberto do painel de saúde emocional, que hoje tem 11 nomes quase todos voltados ao time e não a quem conduz. Ressalva: confirmar cargo, empresa e cidade — a ficha ainda está incompleta.

Público. Lideranças e alta gestão; RH e cultura; times em processos de transformação; conselhos

AF
Território2 pend.

Ana Carla Fonseca

Fundadora e diretora da Garimpo de Soluções

São Paulo / SP

Economia criativacidades criativasdesenvolvimento territorialcultura como economia
Plenária 2 altoSala Território 1 médio
ver ficha

Resumo. Referência global em economia criativa e cidades criativas. Economista (USP), doutora em Urbanismo com a primeira tese do país sobre cidades criativas, Prêmio Jabuti em Economia. Conferencista em cerca de 270 cidades de 34 países; consultora da ONU e do BID. Coordenou o primeiro plano regional de economia criativa do Brasil, em parceria com o Sebrae SP.

Tema central. Economia criativa — cultura que vira desenvolvimento e negócio

Título sugerido. O valor que vem da criatividade: economia criativa como estratégia

Proposta. 1) O que é economia criativa e por que ela é economia, não enfeite. 2) Cidades criativas e desenvolvimento territorial. 3) Cultura, criatividade e cadeias produtivas locais. 4) O que o mapa setorial tradicional não enxerga. 5) Onde o pequeno negócio criativo se encaixa. 6) A oportunidade de tratar criatividade como estratégia.

Por que convidar. Dá densidade e método ao recorte criativo, tratando-o como economia e negócio. Histórico institucional com o Sebrae SP ajuda. Agrega mulher. Ressalva: registro por vezes conceitual — pedir foco em oportunidade concreta para o pequeno negócio.

Público. Empreendedores criativos e culturais; áreas de desenvolvimento territorial; gestores públicos de cultura; comunicação e turismo

Ana Eulália
A definir22 pend.

Ana Eulália

Influencer

A confirmar com a assessoria

A confirmar com a assessoria
ver ficha

Resumo. ATENÇÃO: o nome veio abreviado ou com possível erro de digitação ('anaeulaia'), provavelmente um perfil de rede social. Sem o nome completo ou o link não foi possível identificar a pessoa nem a área de atuação. Necessário confirmar com o indicante.

Tema central. A confirmar com a assessoria

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A confirmar com a assessoria

Por que convidar. Não avaliável até a identificação do perfil.

Público. A confirmar com a assessoria

Ana Magnólia Mendes
Gente3 pend.

Ana Magnólia Mendes

Psicóloga e psicanalista | Professora da UnB | Referência em Psicodinâmica e Clínica do Trabalho

Brasília / DF

Psicodinâmica e clínica do trabalhosofrimento e prazer no trabalhoorganização do trabalho e adoecimento psíquicoescuta clínica em contextos organizacionaisassédio e violência no trabalho
Sala Gente 1 alto
ver ficha

Resumo. Psicóloga e psicanalista, é a principal referência brasileira em psicodinâmica e clínica do trabalho — campo que estuda, a partir de Christophe Dejours, como a organização do trabalho produz prazer e sofrimento psíquico. Professora da UnB e coordenadora do Núcleo Trabalho, Psicanálise e Crítica Social, organizou obras que são bibliografia obrigatória na área, como 'Psicodinâmica do Trabalho: teoria, método e pesquisas' e 'Clínica Psicodinâmica do Trabalho'. Coordenou pesquisa de prevenção de riscos à saúde de servidores do Itamaraty. Sua contribuição é a mais teoricamente densa do painel de saúde emocional: trata o adoecimento como efeito da organização do trabalho, não como fragilidade individual.

Tema central. Como a organização do trabalho produz sofrimento psíquico — e como transformá-lo em prática organizacional

Título sugerido. O sofrimento não é fraqueza: psicodinâmica do trabalho na prática

Proposta. 1) O que a psicodinâmica do trabalho ensina que o discurso de bem-estar ignora. 2) Como a organização do trabalho produz prazer e sofrimento. 3) Ritmos frenéticos e seus efeitos psíquicos concretos. 4) Escuta clínica dentro das organizações: o que é e o que não é. 5) Do sofrimento individual à ação coletiva. 6) Novas práticas organizacionais possíveis. 7) O que a pesquisa brasileira já mostrou.

Por que convidar. Conforme a indicação: traz visão profunda e psíquica sobre como o trabalho afeta a saúde emocional, enriquecendo a discussão sobre sobrecarga e sobre a transformação do sofrimento em novas práticas organizacionais. É a autoridade acadêmica da área no Brasil — dá seriedade ao painel e evita que o tema fique só no registro do autocuidado individual.

Público. RH e saúde ocupacional; lideranças; psicólogos e profissionais de saúde; setor público; academia

Ana Minuto
Gente4 pend.

Ana Minuto

Consultora e palestrante em equidade racial e diversidade | Conselheira da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial

São Paulo / SP (a confirmar)

Equidade racial e diversidade nas organizaçõesdiscurso versus práticareputação de marca e novas geraçõesespaço de fala e representatividadegerações e equidade
Sala Gente 1 baixoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Consultora e palestrante especializada em equidade racial e diversidade no ambiente corporativo, é conselheira da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e foi reconhecida na Powerlist100 da Bantumen. Trabalha a distância entre discurso e prática nas organizações, com atenção particular ao que ela chama de programação social brasileira para a cordialidade — a dificuldade estrutural do país em admitir o próprio racismo. Sua fala é direta e desconfortável na medida certa, voltada a transformar diversidade de campanha em política concreta.

Tema central. Diversidade entre discurso e prática — e o custo reputacional de fingir

Título sugerido. Discurso versus prática: o que sua marca diz e o que ela faz

Proposta. 1) Por que o Brasil tem tanta dificuldade de admitir o próprio racismo. 2) Diversidade de campanha versus política concreta. 3) O que as novas gerações checam antes de confiar numa marca. 4) Espaço de fala: quem tem, quem toma e quem cede. 5) Equidade entre gerações dentro dos times. 6) Como construir ambiente seguro e representativo de verdade. 7) Indicadores que mostram se está funcionando.

Por que convidar. Conforme as duas indicações recebidas: pode mostrar como marcas que ignoram diversidade perdem reputação e conexão com as novas gerações, e como equidade e confiança se constroem entre gerações de forma consciente e intencional. Perfil de consultoria com experiência corporativa real, o que evita o tom apenas denunciativo e entrega caminho prático.

Público. Lideranças e RH; áreas de diversidade e ESG; comunicação e marketing; times multigeracionais; conselhos

Ana Paula Xongani
Gentetambém MC3 pend.

Ana Paula Xongani

Comunicadora, empresária e apresentadora | Referência em moda afro-brasileira e representatividade

São Paulo / SP

Moda afro-brasileira e estética negrarepresentatividade e afirmação identitáriaempreendedorismo criativo e marca pessoaleconomia do creatorcomunicação e mídia
Plenária 2 médioPlenária 1 médioMestre de Cerimônia baixo
ver ficha

Resumo. Comunicadora, empresária e apresentadora, construiu carreira unindo moda afro-brasileira, representatividade e negócio. Saiu da criação de conteúdo para a televisão, apresentando programas no GNT, e é referência em estética negra, ancestralidade e afirmação identitária — sua formulação, de que trabalha pela revolução de ser uma mulher preta feliz e bem-sucedida, dá o tom da abordagem, que é afirmativa em vez de apenas denunciativa. Também é caso concreto de quem transformou audiência em negócio, com método próprio de diversificação de canais.

Tema central. Moda afro-brasileira, afirmação identitária e a construção de um negócio a partir de audiência

Título sugerido. A revolução de ser uma mulher preta feliz e bem-sucedida

Proposta. 1) Moda como afirmação identitária e como negócio. 2) Estética negra e ancestralidade no produto. 3) Como diversificar canais e não depender de uma única plataforma. 4) De criadora de conteúdo a apresentadora de TV. 5) Representatividade afirmativa, não só denunciativa. 6) O que pequenos negócios podem aplicar disso.

Por que convidar. Une pauta de representatividade a conteúdo prático de negócio — combinação que funciona muito bem para público empreendedor e evita que a pauta de diversidade fique restrita ao registro do debate. Complementa Nátaly Neri e Ana Minuto com o ângulo de produto, marca e monetização.

Público. Empreendedoras e empreendedores criativos; moda e varejo; marketing e comunicação; jovens; áreas de diversidade

AT
Território

Ana Toni

CEO da COP30; Secretária Nacional de Mudança do Clima (MMA); Economista

Rio de Janeiro / DF

Geopolítica climáticafinanciamento para transiçãogovernança da COP30economia verde
Sala Território 2 altoPlenária 2 médio
ver ficha

Resumo. Economista e Dra. em Ciência Política (LSE). Lidera a organização da COP30 no Brasil. Transita entre o rigor técnico e a articulação política internacional.

Tema central. O Brasil como protagonista da solução climática global e o legado da COP30.

Título sugerido. Agenda COP30: O Brasil no Centro da Nova Economia Global

Proposta. 1) Protagonismo do Brasil na governança mundial. 2) Impacto da COP30 no negócio local. 3) Oportunidades no financiamento climático. 4) Justiça climática e coalizões. 5) Legado para 2030.

Por que convidar. Autoridade máxima operacional da COP30; traz o 'inside look' do maior evento global no Brasil. Tom institucional e pragmático.

Público. Alta liderança (CEOs/CSOs); setor público; investidores de impacto.

Anderson Roberto Godzikowski
Tecnologia1 pend.

Anderson Roberto Godzikowski

Consultor, conselheiro e investidor-anjo | Diretor de Projetos da Smart Consultoria e Governança | Membro de comissão do IBGC | Autor e professor convidado

Curitiba / PR

Governança corporativagovernança em startups e scale-upsconselhos de administração e consultivosacordo de sóciosinvestimento-anjo, captação e due diligence
Sala Tec 1 altoSala Tec 2 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Administrador com mestrado profissional em Governança e Sustentabilidade (ISAE/Mercosul) e certificação PMP. Atua desde 1992 em projetos de transformação (PwC, CAIXA, Unisys) e desde 2009 dirige a área de projetos da Smart Consultoria e Governança. Membro de comissão do IBGC, investiu em mais de 20 startups via Curitiba Angels, HiCapital/EBANX e seu fundo GoodzCapital, além de conselheiro de fundo de investimento. Autor de 'Governança & Nova Economia' (2018), criou o 'Canvas da Governança', modelo visual que alinha sócios, conselho e investidores desde a validação. Defende que a governança deixe de ser burocracia de papel e passe a ser praticada com novas tecnologias — dados, automação e IA — para modernizar conselhos e o processo decisório.

Tema central. Como a governança corporativa se moderniza com novas tecnologias — de conselhos burocráticos a conselhos que decidem com dados

Título sugerido. Conselho em modo beta: governança com dados, IA e transparência

Proposta. 1) A governança como principal ativo de credibilidade da nova economia. 2) O que acontece quando a empresa cresce mais rápido que sua estrutura de decisão. 3) Os quatro fundamentos: valores, expectativas, entregas e controle. 4) Demonstração do Canvas da Governança. 5) Tecnologia aplicada ao conselho: dados em tempo real, automação societária, IA no preparo de pauta e análise de risco — e seus limites éticos. 6) Casos de investimento-anjo e de empresas familiares. 7) Checklist: o que implantar em 90 dias.

Por que convidar. Conecta três mundos que costumam ficar separados na programação: governança institucional (IBGC), capital e startups (Curitiba Angels, HiCapital/EBANX, GoodzCapital) e tecnologia aplicada à decisão. Fala com autoridade tanto para empresa familiar e conselho tradicional quanto para fundador em early stage, com ferramentas visuais que o público leva embora. Base em Curitiba facilita logística e custo no Sul.

Público. Conselheiros e futuros conselheiros; sócios e famílias empresárias; fundadores em captação; investidores-anjo; executivos de estratégia, jurídico societário, compliance e inovação

Andréia Coutinho Louback
Território2 pend.

Andréia Coutinho Louback

Jornalista e pesquisadora em justiça climática | Professora | TEDx Speaker

Brasília / DF

Justiça climáticaclima, raça e gêneroadaptação e desigualdade urbanaSul Global e agenda internacional do climacomunicação de causas
Sala Território 2 altoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista que migrou da redação para a pesquisa e o advocacy em justiça climática, atua em redes internacionais do tema e leciona. Trabalha a intersecção entre crise climática, raça, gênero e desigualdade, com presença em conferências do clima e forte produção sobre o Sul Global. Sua formulação central — a de que um futuro climaticamente seguro precisa ter igualdade — resume a abordagem: mitigação e adaptação sem justiça social não resolvem, apenas realocam o dano.

Tema central. Como crise climática, raça, gênero e desigualdade se atravessam — e o que isso exige das instituições

Título sugerido. Quem precisa de justiça climática?

Proposta. 1) O que é justiça climática e por que o termo importa. 2) Quem sofre primeiro: raça, gênero, renda e CEP. 3) Adaptação urbana e desigualdade nas cidades. 4) O Sul Global nas conferências do clima. 5) O que muda quando a pauta sai do técnico e entra no social. 6) O papel de instituições e empresas na adaptação.

Por que convidar. Traz rigor de pesquisa e trânsito internacional a uma pauta que costuma ser tratada só no registro técnico ou só no militante. Boa opção para painel com Amanda Costa, Sérgio Besserman ou Nurit Bensusan — os recortes se complementam sem repetir.

Público. Áreas de sustentabilidade e ESG; gestores públicos e urbanistas; jornalistas; academia; juventude

Anna Flavia Ribeiro
Tecnologia2 pend.

Anna Flavia Ribeiro

Polímata | Especialista em Design Thinking e Psicologia | Docente e palestrante em inovação humanizada

São Paulo / SP

Inovação humanizadadesign thinking aplicadoempatia, ética e criatividade como competênciaspolimatia e educaçãointeligência artificial e o que permanece humano
Sala Tec 2 altoSala Gente 2 médio
ver ficha

Resumo. Formada em Design Thinking e Psicologia, atua na fronteira entre inovação, tecnologia e atributos tipicamente humanos — empatia, ética e criatividade. Liderou projetos de inovação humanizada para Itaú e Natura, é docente na São Paulo Tech School e na PUCPR e participa de conferências de inteligência artificial e privacidade digital. É frequentemente associada à discussão sobre polimatia e educação: a defesa de perfis que atravessam várias áreas como resposta a um mundo em que a especialização estreita perde valor diante da automação.

Tema central. Inovação humanizada — quais atributos humanos ganham valor conforme a tecnologia avança

Título sugerido. Polimatia: por que o especialista estreito perde para quem atravessa áreas

Proposta. 1) O que a IA já faz melhor que nós e o que ainda não. 2) Empatia, ética e criatividade como competências treináveis. 3) Inovação humanizada: casos em grandes empresas. 4) Polimatia — o valor de atravessar áreas. 5) Design thinking sem virar post-it. 6) Ética e privacidade como parte do design. 7) Como formar pessoas para esse cenário.

Por que convidar. Conforme a indicação: pesquisa e prática focadas em empatia, ética e criatividade, atributos tipicamente humanos, com experiência de liderar inovação humanizada em Itaú e Natura. Perfil que faz a ponte entre a trilha de tecnologia e a de gente — útil justamente onde as duas pautas se encontram na programação.

Público. Times de inovação e produto; RH e educação corporativa; profissionais em requalificação; educadores; lideranças

AL
Território1 pend.

Antônio Carlos Lessa

Professor Titular de Relações Internacionais da UnB | Lemann Distinguished Visiting Professor (University of Illinois) | Senior Research Fellow do Center for Global Studies | Pesquisador do CNPq

Brasília / DF

Política externa brasileirarelações Brasil-ÁfricaSul Globalgeopolíticacooperação sul-sul
Plenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Professor Titular de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB). Doutor em História (concentração em História das Relações Internacionais) pela UnB. Pesquisador do CNPq. É um dos maiores especialistas brasileiros em política externa do Brasil, com foco nas relações do Brasil com a África, América do Sul e o Sul Global. Foi Lemann Distinguished Visiting Professor na University of Illinois. Editor-in-Chief do Guia do Labirinto e autor/organizador de obras fundamentais sobre relações internacionais do Brasil pela Editora Contexto. Colabora com o Itamaraty e é referência acadêmica sobre cooperação sul-sul.

Tema central. O Brasil no Sul Global: política externa, cooperação sul-sul e o lugar do país no mundo

Título sugerido. O Brasil e o Sul Global: Como Posicionar o País em um Mundo em Transição

Proposta. Palestra sobre o papel do Brasil no Sul Global: histórico das relações com a África, cooperação sul-sul, posição na geopolítica contemporânea e os desafios da política externa brasileira. Discutir como o Brasil pode se reposicionar no mundo pós-pandemia e em um contexto de transição de poder global. Trazer lições históricas para decisões presentes.

Por que convidar. É o maior acadêmico brasileiro especializado em relações do Brasil com a África e o Sul Global. Professor titular da UnB, pesquisador do CNPq e editor de obras fundamentais sobre RI do Brasil. Traz profundidade acadêmica com aplicabilidade prática para formuladores de políticas.

Público. Gestores públicos, formuladores de políticas, acadêmicos, diplomatas, líderes empresariais com atuação internacional

Arthur Igreja
Tecnologia

Arthur Igreja

Palestrante internacional, autor e comentarista de tecnologia | Cofundador da AAA Inovação

Rio de Janeiro / RJ (atuação nacional e internacional)

Inteligência artificial aplicada aos negóciostendências tecnológicascultura de inovaçãotransformação digital humanizadanovos comportamentos de consumo e conveniência
Plenária 1 altoSala Tec 2 altoSala Gente 2 baixoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Mestre em International Business por Georgetown (EUA), com MBA corporativo pela ESADE (Espanha), certificações executivas em Harvard e Cambridge e MBA/mestrado executivo pela FGV. Faz mais de 150 palestras por ano no Brasil, Europa, EUA e América do Sul, é palestrante TEDx por três vezes e aparece semanalmente como comentarista de tecnologia nos principais canais de notícias do país. Cofundou a AAA Inovação com Ricardo Amorim. Autor do best-seller 'Conveniência é o Nome do Negócio', defende que inovação é competência básica de gestão e que a conveniência do cliente — não a tecnologia em si — é o que decide o jogo. É um dos palestrantes mais rodados do circuito corporativo brasileiro, com forte presença digital (mais de 120 mil seguidores no Instagram).

Tema central. Como IA e novas tecnologias reconfiguram consumo, trabalho e cultura de inovação nas empresas

Título sugerido. A IA no seu negócio: da curiosidade à conveniência

Proposta. 1) O mapa das tecnologias que realmente estão mudando negócios agora. 2) IA aplicada: casos concretos de ganho de produtividade e de receita, e onde ela ainda não entrega. 3) Novos comportamentos de consumo — por que conveniência venceu preço e status. 4) Cultura de inovação: como sair do discurso e criar rotina de experimentação. 5) O profissional do futuro: quais competências ganham e quais perdem valor. 6) Chamada à ação prática para pequenos e médios negócios.

Por que convidar. É provavelmente o palestrante de tecnologia com maior traquejo de palco do circuito brasileiro: alta energia, linguagem acessível e capacidade de customizar por setor. Já foi contratado para Dirigentes e para o NEON com muitos elogios, o que reduz risco de execução. Excelente escolha para abrir ou fechar plenária e engajar plateia grande e heterogênea — inclusive pequenos empresários, público em que ele é particularmente eficaz.

Público. Empresários de pequeno e médio porte; lideranças e times comerciais; cooperativas e agronegócio; profissionais em requalificação; público amplo de plenária

AM
Território

Augusto Martinenco

Gerente de Competitividade Setorial do Sebrae RS

Porto Alegre / RS

Recuperação de pequenos negócios pós-evento climático extremocontinuidade de operações e reconexão com mercadosimpacto de enchentes sobre MPEscrédito e reconstruçãoresposta institucional do Sistema Sebrae a desastres
Sala Território 2 altoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Gerente de Competitividade Setorial do Sebrae RS, foi uma das vozes à frente da resposta do Sistema às enchentes de maio de 2024, a maior tragédia climática da história do estado. Coordenou e divulgou a Pesquisa de Impacto 2025 – Eventos Climáticos, que mediu como os pequenos negócios gaúchos se recuperaram (ou não) um ano depois. Descreve a atuação do Sebrae RS em duas fases: uma emergencial, de reconstrução e reposição de estruturas básicas, e outra de planejamento estratégico e reconexão com mercados. Fala do lugar raro de quem operou, dentro do próprio Sistema Sebrae, a continuidade de negócio de milhares de MPEs diante de um evento extremo.

Tema central. Sala Território 2 (adaptação climática) [alto] · Sala Território 1 (vocações e redes) [baixo]

Título sugerido. Como o pequeno negócio continua operando depois do desastre — o case Sebrae RS pós-enchentes de 2024

Proposta. Continuar operando: o que as enchentes de 2024 ensinaram sobre resiliência de MPE

Por que convidar. 1) O choque: o que acontece com o pequeno negócio que perde estoque, equipamento e estrutura da noite para o dia. 2) A resposta em duas fases — emergência e reconstrução, depois planejamento e reconexão com mercados. 3) O gargalo do crédito: por que a maioria não tinha recurso próprio nem acesso a financiamento. 4) O que os dados da Pesquisa de Impacto revelam um ano depois. 5) O que dava para ter feito antes — prevenção, diversificação, plano de continuidade. 6) Como o Sistema Sebrae pode preparar territórios para o próximo evento, e não só responder ao atual.

Público. Resolve a maior lacuna da sala: continuidade de operações diante de eventos extremos, o bullet mais próximo do balcão do pequeno negócio, contado por quem operou a resposta de verdade — de dentro do próprio Sistema Sebrae. Traz dados reais em vez de diagnóstico abstrato e ancora a discussão no case mais vivo do país sobre resiliência de MPE. Fit institucional perfeito e, por ser do Sistema, é a indicação de contratação mais simples da sala.

Bárbara Carine
Gente1 pend.

Bárbara Carine

Professora da UFBA | Doutora em Ensino de Química | Fundadora da Escola Maria Felipa | Vencedora do Prêmio Jabuti

Salvador / BA

Educação antirracistafilosofia e pensamento africanoensino de ciências e descolonização do currículohistória e cultura afro-brasileiraformação de educadores
Sala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Professora da UFBA e doutora em ensino de química, é uma das vozes mais influentes da educação antirracista brasileira. Fundou a Escola Maria Felipa, primeira escola de educação infantil com pedagogia antirracista de Salvador, e venceu o Prêmio Jabuti com 'Como ser um educador antirracista'. Assina o canal 'Uma Intelectual Diferentona', em que traduz filosofia africana, história e pensamento antirracista para grande público — combinação rara de rigor acadêmico com didática popular e humor.

Tema central. Como formar educadores e instituições antirracistas na prática

Título sugerido. Como ser um educador antirracista

Proposta. 1) O que é educação antirracista além do discurso. 2) Descolonizar o currículo: o que muda no que se ensina. 3) Filosofia e pensamento africano — o que foi apagado. 4) A experiência concreta da Escola Maria Felipa. 5) Ensino de ciências sob olhar antirracista. 6) O que qualquer instituição de formação pode aplicar. 7) Perguntas do público.

Por que convidar. Junta produção acadêmica premiada (Jabuti), experiência prática de fundar e dirigir uma escola e enorme alcance popular pelo canal. É das poucas pessoas que sustentam o tema com profundidade e leveza ao mesmo tempo, o que a torna eficaz com plateias diversas. Base em Salvador reforça descentralização regional da programação.

Público. Educadores e gestores de ensino; RH e formação; áreas de diversidade; famílias; público amplo

Báyò Akómoláfé
Território3 pend.

Báyò Akómoláfé

Filósofo, psicólogo e escritor nigeriano | Diretor executivo de The Emergence Network | Criador do curso 'We Will Dance With Mountains'

Nigéria / Índia (atuação global)

Crise de percepção e separaçãopós-ativismoreencantamento e escuta profundasaberes africanos e filosofia indígenatempo, ritmo e urgência
Plenária 3 baixo
ver ficha

Resumo. Filósofo e psicólogo nigeriano, é uma das vozes mais influentes do pensamento pós-ativista contemporâneo. Dirige The Emergence Network e criou 'We Will Dance With Mountains', curso e prática que reúne milhares de pessoas em torno da ideia de que a crise atual não é apenas ecológica ou econômica, mas de percepção e separação — da terra, do tempo e dos outros. Sua formulação mais conhecida, de que os tempos são urgentes e por isso é preciso desacelerar, resume a provocação: ele questiona a própria pressa das soluções. Entrelaça saberes iorubás, filosofia indígena, teoria contemporânea e espiritualidade.

Tema central. A crise como crise de percepção e separação — e o reencantamento como caminho

Título sugerido. O caminho não está à frente, mas embaixo dos nossos pés

Proposta. 1) Por que a crise não é só ecológica ou econômica, mas de percepção. 2) A separação: da terra, do tempo e dos outros. 3) Pós-ativismo — quando fazer mais não é a resposta. 4) A coragem de não saber. 5) Saberes iorubás e filosofia indígena como outras formas de conhecer. 6) O que significa desacelerar quando tudo é urgente. 7) Uma instituição como parte de uma trama viva, não como guia do futuro.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode abrir uma travessia poética e filosófica, provocando o Sebrae a se repensar não como guia do futuro, mas como parte de uma trama viva de relações, ritmos e cuidados. É a indicação mais filosófica e menos utilitária da lista — justamente por isso, pode ser a que muda o tom do evento inteiro. Ressalvas: fala em inglês, agenda internacional concorrida e cachê elevado; e o formato precisa dar espaço ao ritmo dele, que não é o de palestra de 40 minutos com slides.

Público. Público disposto a pensamento denso; lideranças institucionais; áreas de sustentabilidade e ESG; academia; terceiro setor

Benki Piyãko
Território3 pend.

Benki Piyãko

Liderança espiritual e política do povo Ashaninka | Fundador do centro Yorenka Tasorentsi | Prêmio Niwano da Paz

Marechal Thaumaturgo / AC — Terra Indígena Kampa do Rio Amônia

Reflorestamento e restauração de ecossistemassaberes indígenas aplicados à produçãoespiritualidade e cultura Ashaninkaeconomia da florestaformação e troca de saberes
Plenária 2 médioSala Território 2 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Liderança espiritual e política do povo Ashaninka do rio Amônia, no Acre, é reconhecido internacionalmente por um trabalho que vai além da denúncia: plantou milhões de árvores, recuperou nascentes e criou os centros Yorenka Ãtame e Yorenka Tasorentsi, onde saberes indígenas são ensinados a ribeirinhos, produtores rurais e não indígenas. Recebeu o Prêmio Niwano da Paz. Sua proposta é propositiva por natureza — não apenas resistir, mas oferecer um jeito novo-antigo de viver, trabalhar e produzir, em que espiritualidade, cultura, floresta e tempo são inseparáveis.

Tema central. Um jeito novo-antigo de viver, trabalhar e inovar — regeneração com espiritualidade, cultura, floresta e tempo

Título sugerido. O território não é recurso, é sujeito

Proposta. 1) A história: como um território degradado voltou a ser floresta. 2) Reflorestamento e recuperação de nascentes na prática. 3) Economia que nasce da floresta em pé. 4) O centro Yorenka Tasorentsi: ensinar saberes indígenas a não indígenas. 5) Espiritualidade, cultura e tempo como parte do método, não como enfeite. 6) O que muda quando se enxerga o território como sujeito. 7) O que produtores e empreendedores podem aprender disso.

Por que convidar. Conforme a indicação: traz a perspectiva dos povos originários não apenas como resistência, mas como proposição ativa de um novo-antigo jeito de viver, trabalhar e inovar — provocando o Sebrae a enxergar o território não como recurso, mas como sujeito. Entre as lideranças indígenas da lista, é a de discurso mais propositivo e aplicável a público empreendedor, com resultado concreto e mensurável para mostrar.

Público. Áreas de sustentabilidade e ESG; produtores rurais e agronegócio; setor público; público amplo de plenária; empreendedores da bioeconomia

Betania Tanure de Barros
Gente2 pend.

Betania Tanure de Barros

Consultora, pesquisadora e autora | Fundadora e sócia da Betania Tanure Associados (BTA) | Professora associada à Fundação Dom Cabral | Conselheira de administração

Belo Horizonte / MG e São Paulo / SP

Cultura organizacionalrelações de poder nas organizaçõesliderança em tempos de transformaçãosucessão e desenvolvimento de executivosgovernança e conselhos
Sala Gente 1 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. É uma das maiores referências brasileiras em cultura organizacional, liderança, sucessão e governança. Fundadora e sócia da Betania Tanure Associados, consultoria dedicada a cultura, liderança, sucessão e governança, atua há décadas na interface entre pesquisa acadêmica e prática empresarial, com longa ligação com a Fundação Dom Cabral. Participa de conselhos de administração e é autora de vasta obra sobre gestão à brasileira, fusões e aquisições, e o custo humano do desempenho. Seu diferencial é falar sem eufemismo sobre o que a maioria dos palestrantes de gestão evita: relações de poder, ego de liderança, o preço pessoal da alta performance e o que de fato acontece nos bastidores da sucessão. Trabalha com dados de pesquisa próprios, o que dá lastro empírico a temas normalmente tratados de forma impressionista.

Tema central. Como cultura organizacional e relações de poder determinam o desempenho — e o custo humano de ignorá-las

Título sugerido. O poder que ninguém nomeia: cultura, liderança e sucessão nas empresas brasileiras

Proposta. 1) O que é cultura organizacional de verdade — e por que quadros na parede não mudam nada. 2) Relações de poder: como circulam, quem as sustenta e por que são o tabu das empresas. 3) Traços da gestão à brasileira — vantagens e armadilhas. 4) Sucessão: por que tantas dão errado e o que se pode fazer antes. 5) O custo humano da alta performance e a conta que chega depois. 6) Cultura em processos de fusão e aquisição. 7) O que a liderança precisa mudar em si mesma primeiro.

Por que convidar. É a principal voz brasileira sobre cultura e poder nas organizações, com trinta anos de pesquisa própria e trânsito real na alta liderança — o que lhe dá autoridade para dizer coisas desconfortáveis a plateias de C-level e ser ouvida. Complementa perfeitamente as indicações de tecnologia e cenários: enquanto elas explicam o que muda fora da empresa, ela explica por que a empresa não consegue mudar por dentro. Presença de palco madura, com forte apelo em plenária de encerramento.

Público. CEOs, conselheiros e alta liderança; RH e desenvolvimento organizacional; empresas familiares em processo de sucessão; lideranças em fusões e aquisições; gestores em transição de carreira

BV
Território1 pend.

Beto Veríssimo

Cofundador e pesquisador sênior do Imazon; coordenador da Amazônia 2030 e do IPS Brasil

Belém / PA

Economia da Amazôniadesenvolvimento regional e sustentávelas 'cinco Amazônias'bioeconomiadados e monitoramento territorial
Plenária 2 altoSala Território 1 médioSala Território 2 médio
ver ficha

Resumo. Um dos pensadores mais influentes sobre a economia da Amazônia, com mais de 30 anos produzindo dados. Argumenta, com evidências, que é possível crescer o PIB reduzindo o desmatamento e que a Amazônia não é um lugar só, mas várias economias distintas. Comunicador de palco comprovado (TEDxAmazônia, Princeton).

Tema central. As muitas economias do Brasil profundo — o país regional que o Sistema atende

Título sugerido. As cinco Amazônias: o Brasil que não cabe num mapa só

Proposta. 1) Por que a Amazônia (e o Brasil) não é um lugar só. 2) As economias regionais que crescem longe dos grandes centros. 3) Dados que mostram desenvolvimento sem destruição. 4) Bioeconomia e novos mercados. 5) O que o pequeno negócio regional revela sobre o país. 6) Provocação final sobre olhar para as regiões que o Sistema atende.

Por que convidar. Resolve a lacuna regional (Norte/Amazônia) com dados e tese-assinatura que é a própria leitura dos muitos Brasis. Palco comprovado. Nota: homem branco — supre a diversidade regional, não a racial. Foco socioambiental: aproximar do recorte de pequeno negócio no alinhamento de tema.

Público. Público amplo de plenária; áreas de desenvolvimento regional e sustentabilidade; setor público; empreendedores da bioeconomia

Bianca D'Aya
A definir22 pend.

Bianca D'Aya

Bacharela em Turismo (UnB) e guia de turismo | Criadora do Guia Afetivo Negro do DF e do Tour Brasília Negra

Brasília / DF

Afroturismo e turismo de base comunitáriamapeamento de negócios negroseconomia criativa e culturaempreendedorismo negromemória e identidade territorial
Sala Território 1 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Bacharela em Turismo pela UnB, criou o Guia Afetivo Negro do Distrito Federal, publicação que mapeou 74 empreendimentos negros da capital — restaurantes, feiras, escolas de samba e outros negócios — com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do DF. Também assina o Tour Brasília Negra, premiado como melhor experiência de afroturismo 'Brasil adentro'. Sua tese é direta: colocar empreendedores negros dentro da roda da economia criativa, do turismo e da cultura, de onde foram historicamente deixados de fora. Trabalha na intersecção entre afroturismo, mapeamento de negócios e valorização de memória e identidade.

Tema central. A confirmar com a assessoria

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A confirmar com a assessoria

Por que convidar. Não avaliável até a identificação do perfil.

Público. A confirmar com a assessoria

Branca Barão
Gentetambém MC1 pend.

Branca Barão

Palestrante internacional, escritora e professora | Especialista em comportamento humano | Mentora

São Paulo / SP

Protagonismo e autoliderançapropósitocultura organizacionalinteligência emocionaldiversidade, inclusão e autenticidade
Mestre de Cerimônia baixoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Palestrante internacional, escritora, professora e especialista em comportamento humano, com foco em liderança protagonista, propósito, mudança organizacional e desenvolvimento humano. Atua também como mentora de oratória e presença ('Prospere Falando'). Tem circuito consolidado em convenções corporativas — a Unimed Norte/Nordeste, por exemplo, registrou palestra dela como descontraída e provocativa, no sentido de instigar o público a pensar e fazer diferente. É um perfil de palco: alta energia, linguagem direta e forte apelo em plenária de convenção.

Tema central. Autoliderança, propósito e mudança de postura no trabalho e na vida

Título sugerido. Faça diferente: protagonismo, propósito e coragem de mudar

Proposta. 1) Protagonismo x expectativa: quem está esperando o quê. 2) Propósito sem clichê — como encontrar o seu de verdade. 3) Inteligência emocional aplicada ao dia a dia. 4) Cultura organizacional começa em comportamento individual. 5) Autenticidade e inclusão como vantagem. 6) Chamada prática à ação.

Por que convidar. Palestrante experiente de convenção, com boa avaliação em eventos corporativos e forte capacidade de engajar plateia grande. Boa opção para abrir ou fechar um dia denso. Ressalva: é conteúdo motivacional — se a programação já tiver muitos nomes nessa linha, pode gerar repetição.

Público. Times comerciais e operacionais; cooperativas e convenções; lideranças intermediárias; público amplo de plenária

Bruno Natal
Tecnologiatambém mediador(a)2 pend.

Bruno Natal

Jornalista, curador e roteirista | Criador e apresentador do podcast e newsletter RESUMIDO

Rio de Janeiro / RJ

Sinais e tendências de tecnologiaaceleração digital e efeitos na vida cotidianaexcesso de informação e exposição constanteinteligência artificial e culturahumanização do trabalho
Sala Tec 2 altoMediação médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista, curador e roteirista, criou e apresenta o RESUMIDO, podcast e newsletter dedicados a sinais e tendências de tecnologia e seu efeito sobre a vida cotidiana — um dos conteúdos de referência em português no tema. Seu estilo é irreverente e cético na medida certa: acompanha de perto o que está sendo lançado, mas desconfia do entusiasmo automático, o que o torna útil para provocar uma plateia acostumada a discurso de inovação. Trabalha bem a intersecção entre aceleração digital, excesso de informação e desgaste emocional.

Tema central. Como a aceleração digital e a expectativa de desempenho constante desgastam a saúde emocional dos profissionais

Título sugerido. Sinais: o que está mudando na tecnologia e o que isso faz com a gente

Proposta. 1) Os sinais e tendências que realmente importam agora. 2) IA no cotidiano: o que já mudou sem a gente perceber. 3) Excesso de informação e exposição constante — o custo invisível. 4) Por que produtividade extrema virou padrão e por que não se sustenta. 5) Humanização do trabalho em tempos de máquina. 6) Trabalho como ato de resistência e autocuidado. 7) O que fazer com tudo isso na segunda-feira.

Por que convidar. Conforme a indicação: com estilo irreverente, pode gerar uma ruptura necessária no discurso sobre trabalho, lembrando que em tempos de IA e hiperconexão a humanização é mais importante do que nunca — e trazendo sinais e tendências concretas de tecnologia. É a ponte mais natural da lista entre a trilha de tecnologia e a de saúde emocional.

Público. Público jovem e profissionais de comunicação; times de tecnologia e produto; lideranças; público amplo

BO
Gente

Bruno Omeltech

CEO da Omeltech | TEDx Speaker | Escritor

Jundiaí / SP

Inteligência artificialliderançaeducação corporativaagentes de IAfuturo do trabalho
Sala Tec 2 médioSala Gente 2 médio
ver ficha

Resumo. Especialista em gestão de pessoas, liderança e inteligência artificial. Atua na transformação de mentalidades corporativas e educação para o futuro do trabalho.

Tema central. Como IA e agentes digitais estão transformando equipes e o futuro do trabalho

Título sugerido. Arquitetura de agentes: construindo sua equipe digital de IA

Proposta. 1) O que são agentes de IA e como eles funcionam na prática. 2) Como empresas estão usando IA para aumentar vendas e reduzir equipes. 3) Case prático: arquitetura de agentes para T&D. 4) Como se preparar para liderar times híbridos (humanos + IA).

Por que convidar. TEDx Speaker. CEO da Omeltech. Escritor e colunista. Especialista em IA aplicada ao RH com abordagem prática e acessível. Tem credibilidade de palco e método replicável.

Público. Líderes de RH e T&D; CEOs e gestores; profissionais de transformação digital; educadores corporativos

BR
Gentetambém MC

Bruno Romano

Comediante Corporativo | Empreendedor | LinkedIn Top Voice

São Paulo / SP

Comunicação corporativahumor como ferramenta de engajamentostand-up para empresascriatividadetreinamento e desenvolvimento
Mestre de Cerimônia médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Pioneiro no uso do stand-up comedy como ferramenta de treinamento e engajamento em eventos corporativos. Especialista em comunicação e criatividade.

Tema central. Como o humor pode ser a ferramenta mais poderosa de comunicação corporativa

Título sugerido. Rir para mudar: stand-up como estratégia de engajamento corporativo

Proposta. 1) Por que o humor é a forma mais eficaz de comunicação no ambiente corporativo. 2) Cases reais de empresas que usaram stand-up para transformação cultural. 3) Como criar conteúdo humorístico que engaja sem alienar. 4) Atividade prática com o público.

Por que convidar. Pioneiro no uso de stand-up para treinamento corporativo no Brasil. LinkedIn Top Voice. Comediante com repertório corporativo. Traz energia e engajamento que poucos palestrantes conseguem.

Público. Líderes de comunicação interna; profissionais de RH; gestores de cultura; eventos corporativos; público amplo

Byung-Chul Han
Gente7 pend.

Byung-Chul Han

Filósofo | Professor da Universidade de Artes de Berlim | Autor de 'Sociedade do Cansaço'

Berlim, Alemanha (nascido na Coreia do Sul)

Sociedade do cansaço e autoexploraçãoexcesso de desempenho e adoecimento psíquicohiperconexão e sociedade da transparênciadesaparecimento dos rituaiscontemplação e tempo
Sala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Filósofo sul-coreano radicado na Alemanha, é um dos pensadores contemporâneos mais lidos do mundo e o autor da formulação que atravessa quase todo o painel de saúde emocional desta lista: em 'Sociedade do Cansaço', descreve o sujeito contemporâneo como alguém que não é mais explorado por um patrão, mas se explora a si mesmo em nome do desempenho — e adoece de excesso de positividade, não de repressão. Escreveu ainda sobre transparência, hiperconexão, desaparecimento dos rituais e erosão da contemplação. ATENÇÃO PRÁTICA: é notoriamente avesso à exposição pública, recusa a maioria das entrevistas, evita ser fotografado e praticamente não faz palestras — a probabilidade de aceitar um convite é muito baixa. Vale registrar a indicação, mas não contar com ela na programação.

Tema central. A sociedade do cansaço: quando o sujeito se torna o próprio explorador

Título sugerido.

Proposta. Não aplicável na prática. Caso houvesse participação, o recorte natural seria: por que o adoecimento contemporâneo vem do excesso e não da repressão; autoexploração em nome do desempenho; o desaparecimento do tempo contemplativo; e por que rituais importam.

Por que convidar. É a referência teórica que sustenta boa parte do painel de saúde emocional — vale a pena que os palestrantes brasileiros do tema dialoguem com a obra dele, mesmo sem sua presença. RESSALVA DECISIVA: ele recusa sistematicamente aparições públicas, entrevistas e fotografias, e praticamente não palestra. Recomenda-se não incluir na programação prevista. Alternativa: convidar um estudioso brasileiro da obra dele, ou usar o conceito como fio condutor do painel.

Público. Público interessado em filosofia; lideranças; academia

Cacá Rhenius (Carolina Rhenius)
Gente5 pend.

Cacá Rhenius (Carolina Rhenius)

Facilitadora de grupos e consultora em cultura organizacional | Caórdico

São Paulo / SP (a confirmar)

Cultura organizacional e espaços caórdicosfacilitação de gruposambientes de confiança e direito ao erroritmos humanos e individualidadescuidado organizacional e saúde mental no trabalho
Sala Gente 1 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Facilitadora de grupos e consultora em cultura organizacional, atua pelo Caórdico, cujo nome já anuncia a tese: organizações vivem entre o caos criativo e a ordem estrutural, e o trabalho é fazer os dois coexistirem em vez de eliminar um deles. Tem vínculo com a IE University e trabalho voltado a criar ambientes de confiança em que errar é parte do processo, com atenção a ritmos individuais e ao cuidado como estrutura, não como benefício.

Tema central. Espaços caórdicos: como caos criativo e ordem estrutural coexistem sem adoecer as pessoas

Título sugerido. Trabalhar com a imperfeição: confiança, erro e ritmos que cabem em gente

Proposta. 1) O que é um espaço caórdico e por que organizações tentam eliminar o caos. 2) Ritmos humanos: respeitar individualidade sem perder entrega. 3) Trabalhar com a imperfeição — o erro como informação. 4) Como se constrói confiança de verdade num time. 5) Cuidado organizacional como estratégia, não como pauta de RH. 6) Práticas de facilitação aplicáveis.

Por que convidar. Conforme as duas indicações: pode mostrar como cultivar espaços caórdicos e como o cuidado com a saúde emocional é estratégia institucional vital para colaboração e inovação, provocando o Sebrae a criar ritmos de trabalho saudáveis. Perfil de facilitação, mais do que de palco — o valor aparece em formato participativo.

Público. Lideranças e RH; times de inovação e cultura; gestores de equipes; facilitadores internos

Caio no Mundo
Territóriotambém MC3 pend.

Caio no Mundo

Criador de conteúdo de viagem e comunicador digital

São Paulo / SP

Economia do creator e marca pessoalprodução de conteúdo digitalturismo e viagemcomunicação e audiênciaempreendedorismo digital
Plenária 2 médioPlenária 1 baixoSala Território 1 baixoMestre de Cerimônia baixo
ver ficha

Resumo. Criador de conteúdo de viagem com audiência relevante em YouTube, Instagram e TikTok, construiu marca própria a partir de vídeos de viagem e de uma persona associada a gentileza e bom humor — inclusive com ações de distribuição de brigadeiros a desconhecidos, que renderam cobertura na imprensa. Além do conteúdo, desdobrou a marca em produtos e negócios próprios. Do ponto de vista de curadoria, o valor não está apenas no turismo, mas na história de construção de um negócio pessoal a partir de audiência — economia do creator, marca pessoal e monetização de conteúdo. OBSERVAÇÃO: veio na lista sem tema associado; alinhar recorte é recomendável.

Tema central. Como se constrói uma marca pessoal e um negócio a partir de conteúdo digital

Título sugerido. A confirmar com a assessoria — definir com o criador

Proposta. A definir. Sugestão: como se constrói audiência do zero; marca pessoal e coerência; monetização além do publipost; conteúdo de viagem e promoção de destinos; o que muda quando o hobby vira empresa; bastidores e custos reais da vida de criador.

Por que convidar. Boa opção para dialogar com público jovem e com o setor de turismo, num recorte — economia do creator — que interessa cada vez mais a pequenos negócios que precisam produzir o próprio conteúdo. Cachê tende a ser mais acessível que o de nomes de TV. Ressalva: confirmar experiência de palco, já que atuação em vídeo e em palco são coisas diferentes.

Público. Jovens e estudantes; setor de turismo e hospitalidade; pequenos negócios que produzem conteúdo; profissionais de marketing digital

Caio Vassão
Gente2 pend.

Caio Vassão

Designer, pesquisador e consultor | Autor e referência em Metadesign, complexidade e organizações distribuídas

São Paulo / SP

Metadesign e complexidadegestão horizontal e descentralizaçãodesign de sistemas e ecossistemasorganizações distribuídasmeta-aprendizagem
Sala Gente 2 médioSala Gente 1 médioSala Tec 2 baixoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Designer e pesquisador, é referência brasileira em Metadesign — abordagem que trata design como forma de lidar com complexidade e de organizar sistemas, e não como estética de produto. Escreve e atua sobre gestão horizontal, cidade distribuída, ecossistemas e meta-aprendizagem, com produção autoral consistente e presença em redes de design de serviço. Tem autoridade para tratar de descentralização, confiança nas equipes e adaptação da liderança a modelos mais fluidos, ligando teoria da complexidade a prática organizacional.

Tema central. Como organizações evoluem para modelos mais fluidos e colaborativos, e como a liderança se adapta

Título sugerido. Metadesign: projetar organizações que aguentam a complexidade

Proposta. 1) O que é complexidade e por que estruturas rígidas falham diante dela. 2) Metadesign: projetar as condições, não o resultado. 3) Gestão horizontal na prática — o que funciona e o que vira caos. 4) Descentralização e confiança nas equipes. 5) Liderança adaptativa e baseada em propósito. 6) Meta-aprendizagem: organizações que aprendem a aprender. 7) Aplicações concretas.

Por que convidar. Conforme a indicação: tem autoridade para falar sobre como a descentralização e a confiança nas equipes criam espaços mais inovadores e sustentáveis, e como a liderança precisa se adaptar a um jeito de trabalhar menos hierárquico e mais adaptativo. Complementa Ravi Resck com uma camada mais conceitual e sistêmica.

Público. Lideranças e alta gestão; times de inovação e design; gestores públicos; arquitetos e urbanistas; consultores

Camila Zen
Gente3 pend.

Camila Zen

Criadora de conteúdo de bem-estar | Meditação, mindfulness e autocuidado

Brasil (base a confirmar)

Meditação e mindfulnessautocuidado e pausas conscientesalívio de estresse e ansiedadebem-estar aplicado à rotinaconteúdo digital de saúde emocional
Sala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Criadora de conteúdo de bem-estar com audiência ampla, atua há anos com práticas de autocuidado, meditação guiada, mindfulness e pausas conscientes, distribuídas em canais próprios no YouTube, TikTok e Spotify. Seu diferencial em relação aos demais nomes do painel de saúde emocional é o formato: em vez de falar sobre a prática, ela conduz a prática — o que abre a possibilidade de uma ativação vivencial no evento, e não apenas mais uma palestra sobre bem-estar.

Tema central. Pausa consciente e autocuidado como prática, não como discurso

Título sugerido. Cinco minutos: prática guiada de pausa consciente

Proposta. Formato sugerido: condução ao vivo de prática breve de meditação ou respiração com toda a plateia, precedida de uma fala curta sobre por que a pausa importa e como incorporá-la à rotina de trabalho. Funciona bem na abertura da manhã ou no início da tarde, quando a atenção do público cai.

Por que convidar. Conforme a indicação: influenciadora de bem-estar com milhões de seguidores e anos de atuação em autocuidado, meditação e pausas conscientes. Recomendação de curadoria: aproveitá-la como experiência prática e não como palestra — nesse formato ela resolve um problema real de qualquer programação longa, que é o cansaço da plateia. Ressalva: confirmar experiência em condução presencial de grandes grupos.

Público. Público amplo; participantes ao longo de dias intensos de programação; equipes internas

CT
Gente3 pend.

Carla Tieppo

Neurocientista, professora e palestrante

São Paulo / SP

Neurociência da aprendizagemfuncionamento cerebral e comportamentovieses inconscientes e tomada de decisãoatenção, memória e formação de circuitos neuraisneurociência aplicada à educação e às organizações
Sala Gente 2 altoSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Doutora em Neurofarmacologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP, é uma das principais referências brasileiras em neurociência aplicada ao desenvolvimento humano e organizacional. Há quase três décadas é professora e pesquisadora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, onde idealizou e coordena pós-graduações em Neurociência e o Futuro Sustentado de Pessoas e Organizações e em Neurociência Aplicada à Educação. Fundou a Ilumne, é faculty da Singularity University Brazil e autora de 'Uma Viagem pelo Cérebro'. Traduz o funcionamento cerebral em ferramentas de aprendizagem, decisão e liderança, com forte capacidade de comunicação para plateias leigas.

Tema central. O que a neurociência mostra sobre como adultos realmente aprendem — e o que isso muda no desenho da requalificação

Título sugerido. Como o cérebro aprende: atenção, erro e memória a favor da requalificação

Proposta. 1) Aprender é criar memória de longa duração — e por que a maioria dos treinamentos não faz isso. 2) Atenção é escolha, não característica: o custo cognitivo da fragmentação. 3) Erro e emoção como motores da formação de circuitos neurais. 4) Por que qualquer adulto aprende em qualquer fase da vida. 5) Vieses inconscientes na decisão de quem atende. 6) Como desenhar experiências de aprendizagem que o cérebro retém.

Por que convidar. Traz a camada cérebro-aprendizagem que nenhum outro nome da sala cobre, dando lastro científico a 'novas formas de aprender'. Comunicadora reconhecida por traduzir o complexo sem simplificar até o erro. Há uma sinergia pronta com a Anna Flavia Ribeiro, já confirmada no painel: as duas já dialogaram publicamente sobre polimatia, o que abre a possibilidade de uma dupla que conversa sozinha.

Público. RH, T&D e educação corporativa; educadores e instrutores; lideranças; profissionais em requalificação; agentes do Sistema Sebrae

Carlos Netto
Território7 pend.

Carlos Netto

Diretor e professor universitário | Coordenador de MBA em Sustentabilidade | Ex-chefe de gabinete do Ministério do Meio Ambiente

Brasília / DF e São Paulo / SP (a confirmar)

Política ambiental e climática brasileiragovernança pública do meio ambienteESG e sustentabilidade corporativaregulação e licenciamentoformação executiva em sustentabilidade
Sala Território 2 altoSala Território 1 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. ATENÇÃO: perfil com baixa presença pública na web — as informações abaixo vêm da própria indicação e precisam ser validadas com o indicante antes de qualquer contato formal. Segundo a indicação, é diretor e professor da Universidade Mackenzie, coordenador do MBA em Sustentabilidade do IDP em Brasília e foi chefe de gabinete da ministra Marina Silva no Ministério do Meio Ambiente. Esse cruzamento — academia, formação executiva e experiência no núcleo da política ambiental federal — configura um perfil raro: alguém que conhece por dentro tanto a formulação da política pública ambiental quanto a tradução dela para o mundo corporativo, via MBA. É o tipo de palestrante indicado para explicar regulação climática e agenda ESG sem discurso publicitário.

Tema central. O encontro entre a agenda climática federal e a decisão empresarial — o que a regulação vai cobrar e como se preparar

Título sugerido. Da Esplanada ao conselho: o que a agenda ambiental brasileira exige das empresas

Proposta. 1) Como a política ambiental brasileira é de fato formulada — e por que empresas costumam ler mal os sinais. 2) O que mudou na regulação climática e o que vem pela frente. 3) ESG: separando exigência real de marketing. 4) O papel do território e do bioma na estratégia de negócio. 5) Cadeias de fornecimento e rastreabilidade. 6) Formação de líderes para a agenda de sustentabilidade. 7) Agenda prática para pequenas e médias empresas.

Por que convidar. Perfil de bastidor da política ambiental federal combinado com atuação acadêmica — traz densidade e credibilidade a uma pauta em que abundam falas genéricas. A indicação registra que há contato direto, o que facilita a abordagem. Ressalva importante: por ter pouca exposição pública, vale confirmar cargo atual, disponibilidade e experiência de palco antes de reservar espaço de plenária.

Público. Gestores de sustentabilidade e ESG; jurídico e relações institucionais; setor público e agências reguladoras; agronegócio e indústria; academia e programas de formação executiva

CN
Território3 pend.

Carlos Nobre

Climatologista; idealizador do projeto Amazônia 4.0; copresidente do Painel Científico pela Amazônia

São José dos Campos / São Paulo — SP

Amazônia 4.0bioeconomia de ativos biológicos e biomiméticosclimaecossistemas de inovação na floresta
Plenária 2 altoSala Território 2 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Referência mundial em Amazônia e clima, graduado pelo ITA e doutor pelo MIT. Defende a bioeconomia da floresta em pé com ciência e tecnologia — bioindústrias no interior, blockchain, rastreabilidade — como 'terceira via' de desenvolvimento, alternativa ao desmatamento e à estagnação.

Tema central. Amazônia 4.0 — a nova bioeconomia como projeto de desenvolvimento

Título sugerido. A terceira via: ciência, tecnologia e a economia da floresta em pé

Proposta. 1) Por que o modelo atual esgotou. 2) O potencial econômico dos ativos biológicos e biomiméticos. 3) Amazônia 4.0 — bioindústrias no interior, tecnologia e rastreabilidade. 4) A cadeia do açaí como exemplo do que é possível replicar. 5) Repartição justa de benefícios. 6) A oportunidade de uma bioeconomia maior que pecuária e grãos.

Por que convidar. Dá a moldura conceitual mais forte do país para as novas economias, com autoridade global. RESSALVA de curadoria: o registro é de ciência e visão, e o briefing pede negócio concreto, 'não conceito ambiental' — só recomendo se a curadoria quiser a grande tese de abertura, idealmente em dupla com um operador de cadeia. Agenda concorrida e cachê elevado.

Público. Público amplo de plenária; alta liderança institucional; áreas de sustentabilidade e inovação; academia e setor público

Carlos Piazza
Tecnologia5 pend.

Carlos Piazza

Futurista regenerativo e 'darwinista digital' | Fundador da consultoria PDigital | Autor | Ex-diretor de marketing

São Paulo / SP (a confirmar)

Transformação digital e marketingtendências tecnológicasregeneração e sustentabilidade aplicadas ao negócioadaptação organizacional (darwinismo digital)inovação e novos modelos
Sala Tec 2 médioPlenária 1 baixoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Foi diretor de marketing de grandes empresas e hoje atua como palestrante, empreendedor e consultor, definindo-se como futurista regenerativo e darwinista digital, com mais de 20 anos de experiência em inovação e transformação. Fundou a consultoria PDigital e é autor de obra sobre marketing na transição do tradicional para o digital. Seu diferencial declarado é conectar tendências tecnológicas a práticas sustentáveis — a tese de que adaptação digital e regeneração ambiental não são agendas separadas.

Tema central. Como conectar tendências tecnológicas a práticas sustentáveis e regenerativas

Título sugerido. Darwinismo digital: adaptar ou desaparecer, sem passar por cima do planeta

Proposta. 1) O que é darwinismo digital e por que empresas somem. 2) As tendências tecnológicas que realmente importam agora. 3) Marketing na transição do tradicional para o digital. 4) Futurismo regenerativo: tecnologia a serviço de sistemas vivos. 5) Como pequenas empresas se adaptam com pouco recurso. 6) Roteiro prático de transformação.

Por que convidar. Conforme a indicação: conecta tendências tecnológicas a práticas sustentáveis, com mais de 20 anos em inovação e transformação e experiência prévia como diretor de marketing — o que dá vivência de execução, e não só de análise. Ressalva: há vários nomes de tecnologia e tendências na lista (Silvio Meira, Arthur Igreja, Ligia Zotini, Jacques Barcia); vale definir qual recorte cada um ocupa.

Público. Marketing e comunicação; lideranças de médias empresas; times de inovação; empreendedores digitais

CR
Tecnologia11 pend.

Carolina Rossettini

COO da Noodle (marketing de influência / creator economy)

São Paulo / SP (a confirmar)

Creator economymonetizaçãomarketing de influêncianovos modelos de negócio
Plenária 2 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Acompanha a consolidação da economia criadora como ecossistema de negócios, com novos modelos de monetização baseados em relacionamento, recorrência e comunidade.

Tema central. Economia criadora como negócio — monetização e comunidade

Título sugerido. A confirmar após alinhamento

Proposta. A definir. A partir do repertório: o creator como PME; novos modelos de monetização (recorrência, comunidade); o que o pequeno negócio aprende com creators.

Por que convidar. Olhar de mercado e dados sobre a economia criadora. Ressalva: perfil executivo; confirmar disponibilidade e palco.

Público. Comunicação e marketing; creators e pequenos negócios digitais; áreas de inovação

CO
Território2 pend.

Cebri - Centro Brasileiro de Relações Internacionais - várias opções.

Think tank independente de relações internacionais do Brasil | 2º mais relevante da América do Sul e Central

Rio de Janeiro / RJ

Relações internacionais do Brasilgeopolíticacomércio internacionalsegurança globalclima e economia
Plenária 1 médioSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. O CEBRI (Centro Brasileiro de Relações Internacionais) é o principal think tank independente de relações internacionais do Brasil e o 2º mais relevante da América do Sul e Central. Fundado em 1998, conta com mais de 100 membros que promovem discussões de alto nível sobre a agenda internacional do Brasil. Reconhecido entre os "100 Think Tanks to Watch 2025" globalmente. Publica a CEBRI-Revista, organiza conferências internacionais (como a Forte International Security Conference), produz análises sobre comércio, segurança, clima, geopolítica e política externa. Promove debates virtuais, podcasts e vídeos através do CEBRI Online. Oferece múltiplos especialistas que podem representar a instituição em diferentes temas.

Tema central. O Brasil no sistema internacional: desafios e oportunidades para a agenda externa

Título sugerido. O Brasil e o Mundo: Desafios e Oportunidades para a Agenda Internacional do País

Proposta. Painel com especialista do CEBRI sobre a posição do Brasil no sistema internacional: desafios comerciais (tarifas, acordos), clima e financiamento sustentável, segurança global e posicionamento estratégico. Trazer dados e análises da CEBRI-Revista e de estudos recentes da instituição.

Por que convidar. Principal think tank de relações internacionais do Brasil, com mais de 25 anos de tradição. Reconhecido globalmente entre os 100 think tanks to watch. Oferece profundidade analítica e credibilidade institucional. Pode enviar diferentes especialistas conforme o tema.

Público. Formuladores de políticas, diplomatas, líderes empresariais, acadêmicos, jornalistas, profissionais de comércio exterior

Cecília Olliveira
Territóriotambém mediador(a)3 pend.

Cecília Olliveira

Jornalista investigativa | Cofundadora do Intercept Brasil | Fundadora e diretora executiva do Instituto Fogo Cruzado | Professora do IDP

Rio de Janeiro / RJ (origem em Contagem/MG)

Segurança pública e violência armadadados abertos e transparência institucionaljornalismo investigativojuventude periféricaracismo institucional
Sala Tec 1 altoMediação médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista investigativa especializada em segurança pública e violência armada. Cofundou o Intercept Brasil e criou o Instituto Fogo Cruzado, que mantém a maior base de dados aberta sobre tiroteios no Brasil — trabalho que a tornou uma das principais vozes a desmontar narrativas oficiais com dados. É professora do IDP, fellow da Shuttleworth Foundation e integra redes internacionais de pesquisa sobre crime organizado. Sua atuação une transparência institucional, dados abertos e justiça social, com foco nos territórios e nas juventudes mais atingidas pela violência.

Tema central. Como transparência e dados constroem credibilidade institucional — inclusive quando o resultado incomoda

Título sugerido. Os dados que desmontam narrativas: transparência como posicionamento

Proposta. 1) Como se constrói uma base de dados aberta sobre um tema que ninguém quer medir. 2) O que os números revelam sobre violência, território e raça. 3) Transparência institucional: quando o dado contraria a instituição. 4) Juventude periférica — quem fala por ela e quem fala com ela. 5) Marcas e instituições que se posicionam com verdade. 6) O papel de uma instituição como o Sebrae diante dos territórios invisibilizados.

Por que convidar. Conforme a própria indicação: pode mostrar como verdade, transparência e posicionamento constroem marcas que impactam de verdade, inclusive quando isso incomoda — e provocar o Sebrae sobre responsabilidade institucional diante dos territórios invisibilizados e da juventude periférica. É uma voz de credibilidade rara, com dados próprios em vez de retórica.

Público. Lideranças institucionais; comunicação e relações institucionais; áreas de ESG e impacto social; setor público; jornalistas; jovens de periferia

CG
Território1 pend.

Christopher Garman -

Managing Director for the Americas at Eurasia Group | Colunista do Valor Econômico | Comentarista da CNN

São Paulo / SP

Geopolíticaanálise de risco políticomercados emergentesmacroeconomia políticapolítica brasileira
Plenária 1 alto
ver ficha

Resumo. Cientista político americano-brasileiro e Managing Director for the Americas da Eurasia Group, principal empresa de análise de risco político do mundo. Formado em Ciência Política pela Grinnell College e PhD em Relações Internacionais pela Columbia University. Lidera a cobertura do Brasil e da América Latina pelo Eurasia Group. É colunista do Valor Econômico e comentarista regular da CNN sobre geopolítica, política e macroeconomia. Já atuou como diretor de análise e chefe de mercados emergentes em instituições de pesquisa. Sua expertise cobre risco político, macroeconomia de mercados emergentes e análise comparada de regimes latino-americanos.

Tema central. Risco político e geopolítico no Brasil: como navegar a incerteza em um mundo volátil

Título sugerido. Navegando a Incerteza: Geopolítica, Risco Político e o Futuro Econômico do Brasil

Proposta. Palestra sobre o cenário de risco político e geopolítico para o Brasil: análise de tensões comerciais (tarifas EUA, China), polarização política interna, posição do Brasil no mundo, e como empresas e formuladores de políticas podem se preparar para cenários voláteis. Trazer insights do trabalho da Eurasia Group sobre tendências globais.

Por que convidar. É o principal analista de risco político do Brasil no mundo, com visão global e acesso a dados exclusivos da Eurasia Group. Colunista do Valor e comentarista da CNN. Traz uma perspectiva analítica rigorosa que pode informar decisões estratégicas de empresas e governos.

Público. Líderes empresariais, investidores, formuladores de políticas, gestores de risco, profissionais de relações internacionais

CS
Gente4 pend.

Conrado Schlochauer

Pesquisador de aprendizagem de adultos, palestrante e empreendedor

São Paulo / SP

Aprendizagem contínua e autodirigidaaprender a aprenderrequalificação e relevância profissionalcultura de aprendizagem nas organizaçõescuradoria do aprendizado
Sala Gente 2 altoSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Doutor em Aprendizagem de Adultos pelo Instituto de Psicologia da USP e mestre em Criatividade pela PUC-SP, é uma das referências brasileiras em lifelong learning. Autor do best-seller 'Lifelong Learners – o poder do aprendizado contínuo', dedica-se há cerca de 30 anos a questionar o modelo tradicional de educação corporativa e a propor métodos de aprendizagem autodirigida. Fundou a nōvi e foi um dos fundadores da Afferolab, a maior empresa de aprendizagem corporativa do país. Trabalha com o método CEP+R (conteúdo, experiência, pessoas e rede) para estruturar rotinas de aprendizado integradas ao cotidiano.

Tema central. Como manter-se relevante quando o cargo de ontem não basta — aprendizagem contínua como método, não como slogan

Título sugerido. Aprender a aprender: o único repertório que não fica obsoleto

Proposta. 1) Por que a requalificação constante deixou de ser exceção. 2) Reconstruir a autoimagem de aprendiz adulto. 3) O método CEP+R — conteúdo, experiência, pessoas e rede. 4) Curadoria: escolher o que aprender em meio ao excesso. 5) Rotina de aprendizado integrada ao trabalho, não paralela a ele. 6) Como o Sistema Sebrae pode virar uma cultura de aprendizagem, e não um catálogo de cursos.

Por que convidar. É a referência brasileira mais sólida no miolo exato da sala — 'modos de aprender' e 'aprendizagem contínua integrada ao trabalho'. Responde diretamente à pergunta-síntese do painel (o que preciso aprender agora para seguir útil daqui a três anos) com método aplicável, e sustenta a tese que impede a sala de terminar numa lista de treinamentos: cultura de aprendizagem muda comportamento, curso obrigatório não. Bom candidato a âncora conceitual do painel.

Público. RH, T&D e universidades corporativas; educadores e instrutores; agentes do Sistema Sebrae; gestores de equipes; profissionais em requalificação

DM
Território

Daniel Miquelluti

Engenheiro agrônomo, especialista em seguro paramétrico · cofundador da Picsel

Brasil (base a confirmar com a assessoria)

Seguro paramétrico e gestão de risco climáticoproteção econômica do pequeno produtordados e índices climáticos aplicados a segurocrédito rural e políticas públicas de proteçãoresiliência financeira do agronegócio
Sala Território 2 altoSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Engenheiro agrônomo, mestre em Estatística Experimental e doutor em Economia Aplicada, é um dos especialistas brasileiros mais citados em seguro paramétrico para o agronegócio e cofundador da Picsel. Trabalha gestão de risco climático agropecuário na fronteira entre dados, estatística e proteção econômica do produtor. Seu diferencial de tom é a honestidade técnica: defende o seguro paramétrico como ferramenta relevante, mas alerta que ele não pode ser tratado como solução imediata para um problema estrutural — o sistema brasileiro de proteção ao produtor precisa evoluir diante da maior volatilidade climática. É voz de referência num tema que quase não aparece no circuito de eventos: como o pequeno produtor se protege financeiramente do clima.

Tema central. Sala Território 2 (adaptação climática) [alto] · Sala Tec 1 (do dado ao valor) [baixo]

Título sugerido. Como o pequeno produtor se protege financeiramente do clima — seguro, crédito e os limites de cada instrumento

Proposta. Proteção que chega ao pequeno: seguro paramétrico e os instrumentos de resiliência financeira

Por que convidar. 1) Por que o pequeno produtor fica de fora do seguro rural tradicional. 2) O que é seguro paramétrico e por que ele muda o jogo para MPE e agricultura familiar. 3) Dados e índices climáticos como gatilho — como funciona na prática. 4) Crédito, subvenção e os instrumentos públicos disponíveis. 5) Os limites: por que seguro não substitui adaptação estrutural. 6) O que o Sistema Sebrae pode fazer para levar proteção econômica ao pequeno negócio.

Público. Cobre o bullet órfão da sala — crédito, seguros e instrumentos de proteção econômica —, que é o mais próximo do balcão do pequeno negócio e que nenhum outro nome da lista aborda. Traz rigor técnico (estatística e economia aplicada) com honestidade sobre os limites do instrumento, o que evita o tom de venda e mantém a credibilidade. Perfil de conteúdo aplicável, ideal para trilha técnica ou sala, mais do que para plenária de grande público.

DS
Gente2 pend.

Daniel Shapiro

Fundador e diretor do Harvard International Negotiation Program | Associate Professor de Psicologia na Harvard Medical School | Professor no HKS (Harvard Kennedy School)

Lexington, MA (EUA)

Negociaçãoresolução de conflitosinteligência emocionalmediaçãoliderança
Sala Gente 1 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. É um dos maiores especialistas mundiais em negociação, resolução de conflitos e inteligência emocional aplicada. Fundou e dirige o Programa Internacional de Negociação de Harvard e é professor associado de Psicologia na Harvard Medical School. Nomeado um dos 15 melhores professores da Harvard University. Atua há décadas como consultor e mediador para líderes mundiais, bilionários, governos e pessoas em situações de extrema vulnerabilidade. Combina pesquisa prática com teoria aplicada: desenvolve ferramentas testadas em contextos reais de conflito e negociação. É reconhecido por transformar a forma como as pessoas lidam com emoções em disputas.

Tema central. Resolvendo conflitos emocionalmente intensos: como negociar o que parece impossível

Título sugerido. Negotiating the Nonnegotiable: Como Resolver Conflitos que Parecem Impossíveis

Proposta. Apresentar o método dos "cinco core concerns" (apreciação, afiliação, autonomia, status e papel) que motivam as pessoas em conflitos. Demonstrar como deslocar a perspectiva de "eu vs. você" para "nós vs. o problema". Trazer exemplos reais de mediação em situações extremas. Discussão prática sobre como aplicar esses princípios no contexto organizacional, social e político brasileiro.

Por que convidar. Um dos 15 melhores professores de Harvard, referência global em negociação e inteligência emocional. Seu livro "Beyond Reason" é leitura obrigatória na área. Traz uma abordagem prática e aplicável que pode transformar a forma como líderes brasileiros lidam com conflitos.

Público. Líderes empresariais, gestores de pessoas, mediadores, diplomatas, formuladores de políticas públicas

DK
Gente2 pend.

Daniela Klaiman

Futurista e especialista em comportamento do consumidor; professora da ESPM

São Paulo / SP

Futurismo e tendências de consumocomportamento do consumidorcoolhuntingtransformação digital como comportamentocultura e sociedade
Plenária 1 altoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Um dos principais nomes de futurologia de consumo do Brasil, ex-diretora de tendências da Box1824. Reconhecida como 'Women to Watch 2023' e conselheira certificada IBGC. Traduz mudanças de comportamento, aceleração tecnológica e transformações sociais em estratégia, com mais de 600 eventos no currículo.

Tema central. O consumidor do futuro e as novas lógicas de decisão de compra

Título sugerido. Sinais do que vem: como o brasileiro vai decidir, confiar e comprar

Proposta. 1) O que é pesquisa de tendências e por que não é adivinhação. 2) As novas lógicas de decisão de compra. 3) Aceleração tecnológica como mudança de comportamento. 4) O consumidor do futuro — sinais que já estão aqui. 5) O que o pequeno negócio deveria observar agora. 6) Provocação final sobre antecipação.

Por que convidar. Perfil de futurismo de consumo alinhado aos conteúdos (1) e (2) da Magna, com boa experiência de palco. Ressalva: registro mais 'tendências de mercado' que provocação afetuosa profunda — avaliar em vídeo se atinge o tom institucional pedido.

Público. Áreas de mercado, produtos e inovação; comunicação e marketing; empreendedores; público amplo de plenária

Davi Kopenawa
Território4 pend.

Davi Kopenawa

Xamã e liderança do povo Yanomami | Presidente da Hutukara Associação Yanomami | Coautor de 'A Queda do Céu'

Roraima / RR — Terra Indígena Yanomami

Direitos indígenas e demarcação de territórioscrítica ao modelo de desenvolvimentogarimpo ilegal e destruição ambientalxamanismo e cosmologia Yanomamifloresta e clima
Sala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Xamã e principal liderança política do povo Yanomami, preside a Hutukara Associação Yanomami e é uma das vozes indígenas mais reconhecidas do mundo. Coautor, com o antropólogo Bruce Albert, de 'A Queda do Céu: palavras de um xamã Yanomami', obra considerada um marco do pensamento ameríndio contemporâneo. Ficou internacionalmente conhecido pela denúncia sistemática do garimpo ilegal e da destruição do território Yanomami, e recebeu o Right Livelihood Award. Sua crítica ao que chama de povo da mercadoria é uma das formulações mais contundentes já feitas sobre o custo humano e ecológico do modelo de desenvolvimento ocidental.

Tema central. Desenvolvimento para quem e a que custo — a crítica ao progresso que destrói territórios e existências coletivas

Título sugerido. As palavras de um xamã sobre o povo da mercadoria

Proposta. Formato a construir com ele e com a Hutukara. A indicação propõe: repensar a ideia de desenvolvimento — para quem e a que custo; a crítica ao progresso que destrói a vida dos territórios, das florestas e das existências coletivas; o limite da racionalidade ocidental e a urgência de escutar os espíritos da terra.

Por que convidar. Conforme a indicação: convoca o Sebrae a repensar sua própria ideia de desenvolvimento. É a presença de maior peso simbólico da lista inteira — e a mais desconfortável, no melhor sentido, para uma instituição de fomento econômico. Ressalvas sérias de produção: agenda extremamente disputada, articulação obrigatória via Hutukara, necessidade de tradução, acompanhamento e protocolo de saúde e segurança. Convite precisa ser feito com muita antecedência e sem qualquer tratamento de atração.

Público. Público amplo de plenária; lideranças institucionais e setor público; áreas de sustentabilidade; imprensa; academia

Débora Thomé
Gente3 pend.

Débora Thomé

Jornalista, cientista política e pesquisadora | Professora e pesquisadora em políticas de gênero | Autora

Rio de Janeiro / RJ e São Paulo / SP

Gênero e políticasub-representação e desigualdade institucionalmulheres em posições de poderexaustão e sobrecarga de grupos sub-representadosredes de cuidado
Sala Gente 1 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista e cientista política, pesquisa a intersecção entre desigualdade, gênero e política institucional. É autora de 'Mulheres e Poder' e de 'Candidatas: os primeiros passos das mulheres na política no Brasil', trabalho que reconstrói a entrada das mulheres na disputa eleitoral brasileira. Combina rigor de pesquisa com escrita jornalística acessível, o que a torna capaz de sustentar o tema com dados em vez de anedota — qualidade importante numa pauta que costuma render debates baseados em impressão.

Tema central. Como o modelo atual de trabalho e liderança invisibiliza as exaustões específicas de mulheres e grupos sub-representados

Título sugerido. A exaustão que não aparece na planilha

Proposta. 1) O que os dados mostram sobre mulheres em posições de decisão no Brasil. 2) A carga invisível: o que não entra na descrição do cargo. 3) Por que grupos sub-representados se cansam mais e são menos ouvidos. 4) Modelos de liderança que reproduzem exclusão sem intenção. 5) Caminhos institucionais para pertencimento real. 6) Redes de cuidado como política, não como favor. 7) O que medir para saber se mudou.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode explorar como o atual modelo de trabalho e liderança invisibiliza as exaustões específicas de mulheres e grupos sub-representados, e propor caminhos institucionais para inclusão, pertencimento e redes de cuidado mais equitativas. Traz dados a um debate normalmente conduzido por opinião.

Público. Lideranças e RH; áreas de diversidade e equidade; setor público; academia; conselhos

Deh Bastos
Gente21 pend.

Deh Bastos

Diretora de Estratégia e Criação na Casulo Colab | Especialista em Cultura & Consumo | Consultora em criatividade e D&I | 2x TEDx Speaker

São Paulo / SP

cultura e consumo · estratégia criativa e branding · diversidade, equidade e inclusão · hiperpersonalização versus segmentação demográfica · repertório e representatividade na tomada de decisão
Plenária 1 altoPlenária 2 baixoSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Diretora de estratégia e criação com trajetória em grandes agências, é jurada internacional de Cannes Lions, D&AD, The One Show e AMPRO, e foi eleita Women To Watch 2023. Sua tese central é uma correção direta no vocabulário do mercado: cultura e comportamento não são a mesma coisa, e "não existe cultura no singular, são culturas". Critica a transformação de cultura em KPI — o que, segundo ela, esvazia o conceito e ignora a diversidade continental do Brasil. Argumenta que cultura se observa, não se cria, e que marcas sofrem de uma autoimagem distorcida, descolada da realidade da rua. Aponta o déficit de repertório de quem decide como origem de uma comunicação elitista.

Tema central. cultura e consumo

Título sugerido. Não existe cultura no singular

Proposta. 1) A confusão entre cultura e comportamento e o que ela custa. 2) Por que cultura vira KPI e por que isso esvazia. 3) A autoimagem distorcida das marcas. 4) Déficit de repertório e comunicação elitista. 5) Hiperpersonalização versus demografia velha. 6) O que muda quando se observa em vez de criar.

Por que convidar. É a crítica mais afiada da lista ao vocabulário que o próprio mercado usa, vinda de quem está dentro dele e tem chancela internacional. Complementa Tay Dantas (posicionamento e desejo) e Ana Minuto (equidade racial) sem repetir nenhuma das duas.

Público. A confirmar com a assessoria

Denis L. Balaguer
Tecnologia2 pend.

Denis L. Balaguer

Diretor de Inovação e do EY wavespace para a América Latina | Líder do programa BeyondLabs

São Paulo / SP

Inovação corporativa e modelos de negócionovos comportamentos de consumofuturo do trabalho e da economiapolítica de ciência, tecnologia e inovaçãodesign de centros de inovação e ambientes de cocriação
Sala Tec 2 altoPlenária 1 médioSala Gente 2 baixoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Engenheiro mecânico-mecatrônico com mestrado em Engenharia Aeronáutica-Mecânica, pós-graduação em Jornalismo Científico e doutorado em curso em Política Científica e Tecnológica. Lidera a inovação da EY na América Latina, à frente do BeyondLabs e das operações do EY wavespace. Tem mais de 18 anos de experiência executiva e de consultoria em inovação tecnológica, estratégia e políticas públicas, com passagens pelos setores aeroespacial, defesa, TIC, automotivo, serviços profissionais e bens de consumo. Já desenhou centros de inovação, modelos de negócio e planejamentos estratégicos corporativos. É voz conhecida por criticar o 'teatro da inovação': defende que inovar não é adotar a última IA da moda, mas mudar o modelo de negócio e a forma de decidir.

Tema central. Como mudanças de consumo e tecnologia redesenham modelos de negócio — e o que separa inovação real de teatro de inovação

Título sugerido. Inovação não é a IA da moda: o que realmente muda o negócio

Proposta. 1) O que os dados mostram sobre os novos comportamentos de consumo. 2) Por que a maioria dos programas de inovação corporativa não gera resultado. 3) Modelos de negócio como verdadeiro campo de disrupção. 4) O método wavespace/BeyondLabs: como grandes empresas cocriam com clientes. 5) IA na estratégia: onde há ganho real e onde há ilusão. 6) O gargalo estrutural — capacidade da economia de absorver a transição. 7) Roteiro prático para empresas médias começarem.

Por que convidar. Traz o olhar de quem vê o portfólio de inovação de centenas de grandes empresas da América Latina, com repertório de dados e postura crítica que evita o tom de palestra motivacional. Segundo a indicação, há contato direto e forte chance de disponibilidade sem cachê para o Sebrae — o que o torna uma das opções de melhor relação custo-benefício da lista. Apresentação descrita como instigante, crítica, impactante e futurista.

Público. Executivos de inovação, estratégia e novos negócios; lideranças de médias e grandes empresas; ecossistema de startups e corporate venture; formuladores de política de inovação

DC
Tecnologia

Diogo Cortiz

Professor da PUC-SP | Cientista Cognitivo | Pesquisador de Tecnologias Emergentes e IA

São Paulo / SP

Inteligência artificialciência cognitivacomportamento humano e tecnologiaIA e educaçãoequidade digital
Sala Tec 2 altoPlenária 1 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Professor na PUC-SP e pesquisador no NIC.br. Especialista em inteligência artificial, tecnologias emergentes e design cognitivo. Conhecido por traduzir conceitos complexos de tecnologia para o grande público.

Tema central. Como a IA está transformando o comportamento humano e o que isso significa para o futuro

Título sugerido. IA e você: o que a inteligência artificial está fazendo com o seu cérebro

Proposta. 1) O que realmente é IA e o que não é (desmistificando o hype). 2) Como IA afeta cognição, decisões e comportamento. 3) Casos práticos de IA em educação, saúde e negócios. 4) O futuro do trabalho com IA generativa.

Por que convidar. Combina profundidade acadêmica (PhD Sorbonne) com capacidade excepcional de comunicação. LinkedIn Top Voice em Tecnologia. Colunista UOL. Traduz IA de forma acessível e provocativa para qualquer público.

Público. Empresários e líderes; educadores; profissionais de RH; formuladores de políticas; público geral interessado em tecnologia

DR
Gente

Djamila Ribeiro

Filósofa | Escritora | Professora | Ativista do Feminismo Negro

São Paulo / SP

Feminismo negrointerseccionalidadelugar de falaantirracismodiversidade e inclusão
Plenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Uma das intelectuais mais influentes do Brasil. Autora de best-sellers como 'Pequeno Manual Antirracista', foca em ética, política e direitos humanos.

Tema central. Como o Brasil pode construir equidade real através do antirracismo e do feminismo negro

Título sugerido. O antirracismo que o Brasil precisa: equidade, lugar de fala e poder

Proposta. 1) O que é feminismo negro e por que é urgente para o Brasil. 2) Lugar de fala: conceito, críticas e aplicações práticas. 3) Antirracismo como política, não apenas como discurso. 4) Liderança e poder: como mudar estruturas de exclusão.

Por que convidar. Uma das maiores intelectuais do Brasil. MIT Visiting Professor. Best-seller em três livros. Colunista da Folha. Yale University Press. 1M+ no Instagram. Tem capacidade de articular urgência social com profundidade teórica.

Público. Líderes corporativos e institucionais; formuladores de políticas; educadores; jovens e comunidade LGBTQIA+; público geral engajado com justiça social

Dona Francisquinha Vawa Kuru
Território5 pend.

Dona Francisquinha Vawa Kuru

Liderança espiritual, benzedeira e guardiã de saberes do povo Kuruaya

Pará / PA

Saberes ancestrais e práticas de curadefesa da floresta e das águasespiritualidade indígenamatriarcado e liderança feminina indígenatempo da natureza
Plenária 3 médioSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. OBSERVAÇÃO: não foi possível localizar registro público sobre ela na web — o que é comum e esperado para lideranças espirituais indígenas que não circulam no circuito de palestras. As informações abaixo vêm da própria indicação. Liderança espiritual, benzedeira e guardiã dos saberes do povo Kuruaya, é referência na defesa da floresta, das águas e das práticas ancestrais de cura e proteção da vida. Sua fala carrega o tempo da natureza e a sabedoria das matriarcas indígenas — histórias que não estão nos livros, mas nos corpos, nas ervas e nas rezas. Presença serena e contundente, que convoca à escuta do invisível.

Tema central. A sabedoria das matriarcas indígenas e a reconexão com o que realmente importa

Título sugerido. O que sabemos com o coração e com a terra

Proposta. Formato a ser construído junto com ela, respeitando o modo próprio de fala. A indicação sugere fala de bênção evocando o tempo da natureza, a sabedoria dos povos originários e a reconexão com o essencial, como contraponto ao ritmo acelerado institucional.

Por que convidar. Conforme a indicação: traz um contraponto ao ritmo acelerado institucional e convida à escuta profunda como ferramenta de regeneração — a voz de quem lembra que não há futuro sem raiz, sem chão e sem respeito ao sagrado da terra. Ressalvas de produção: exige articulação prévia e respeitosa, provavelmente por intermédio de organização indígena local, além de cuidado com deslocamento, acompanhamento, tradução e protocolo. Não deve ser tratada como atração.

Público. Público amplo de plenária; áreas de sustentabilidade e ESG; setor público; lideranças institucionais

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva
Gente5 pend.

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Médica psiquiatra | Autora de best-sellers sobre saúde mental

Rio de Janeiro / RJ

Ansiedade e estressesaúde mental no trabalhohiperconexão e produtividade extremaTDAH e funcionamento da atençãocomportamento e psiquiatria aplicada
Sala Gente 1 altoSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. Médica psiquiatra com mais de vinte anos de clínica voltada à saúde emocional, é autora de best-sellers que popularizaram temas de saúde mental no Brasil, entre eles 'Mentes Inquietas' (sobre TDAH) e 'Mentes Ansiosas' (sobre ansiedade). Seu foco em ansiedade, estresse e transtornos ligados ao ritmo contemporâneo a torna referência para discutir os efeitos da hiperconexão e da produtividade extrema sobre a saúde das pessoas. Tem grande alcance de público e linguagem clínica acessível.

Tema central. Os efeitos da hiperconexão e da produtividade extrema sobre a saúde emocional

Título sugerido. Mentes ansiosas: o preço do ritmo que a gente aceitou

Proposta. 1) O que é ansiedade do ponto de vista clínico — e o que virou rótulo. 2) Hiperconexão, atenção fragmentada e o custo neurológico. 3) Produtividade extrema e adoecimento. 4) Sinais de alerta que gestores e famílias ignoram. 5) O que funciona no tratamento e o que é modismo. 6) Rotinas concretas de proteção da saúde mental. 7) Quando procurar ajuda.

Por que convidar. Conforme a indicação: com mais de 20 anos de clínica e foco em ansiedade e estresse no trabalho, é referência para discutir os efeitos da hiperconexão e da produtividade extrema. Traz autoridade médica ao painel — útil como contraponto clínico às abordagens organizacionais e comportamentais dos outros nomes. Grande poder de atração de público.

Público. Público amplo de plenária; RH e lideranças; profissionais de saúde; famílias; jovens

Dra. Susan Andrews
Gente3 pend.

Dra. Susan Andrews

Psicóloga, antropóloga e escritora | Fundadora do Instituto Visão Futuro | Referência em Felicidade Interna Bruta (FIB) no Brasil

São Paulo / SP (comunidade em Porangaba/SP)

Saúde mental nas organizaçõesestresse e equilíbrio emocionalFelicidade Interna Bruta e indicadores de bem-estarhiperexigência institucional e segurança emocionalescuta ativa, pausa e presença
Sala Gente 1 alto
ver ficha

Resumo. Psicóloga e antropóloga, é uma das principais introdutoras do conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) no Brasil e fundadora do Instituto Visão Futuro. Trabalha há décadas na fronteira entre ciência do bem-estar, saúde mental e espiritualidade aplicada, com foco em estresse, equilíbrio emocional e desenho de comunidades e organizações mais saudáveis. Sua abordagem combina evidência científica e prática contemplativa — o que a torna capaz de sustentar o tema com plateias corporativas céticas.

Tema central. Saúde mental no trabalho como estratégia de longevidade organizacional, não como benefício

Título sugerido. O valor estratégico da pausa: escuta, presença e desempenho durável

Proposta. 1) O estigma da saúde mental no trabalho e o que ele custa. 2) Hiperexigência institucional: como as organizações produzem esgotamento. 3) O que a ciência mostra sobre pausa, sono e recuperação. 4) Felicidade Interna Bruta como conjunto de indicadores aplicáveis. 5) O papel da liderança na segurança emocional do time. 6) Escuta ativa e presença como práticas, não como slogans. 7) Desenho de rotinas mais saudáveis e sustentáveis.

Por que convidar. Conforme as duas indicações: pode mostrar como fatores invisíveis — o estigma da saúde mental — atravessam a vida dos colaboradores e impactam relações e desempenho, oferecendo perspectiva científica e ética sobre hiperexigência, segurança emocional e o valor estratégico da pausa. Combinação rara de rigor e sensibilidade, com décadas de trabalho no tema.

Público. Lideranças e RH; áreas de saúde ocupacional; times em jornada intensa; público amplo interessado em bem-estar

Edgard Gouveia Jr.
Gente2 pend.

Edgard Gouveia Jr.

Arquiteto e urbanista | Designer de jogos cooperativos | Empreendedor social | Criador do Jogo Oasis

São Paulo / SP (atuação nacional e internacional)

Jogos cooperativos e vivências imersivasmobilização comunitária e transformação de territórioscooperação e escuta ativaempreendedorismo socialdesign de experiências coletivas
Sala Território 1 altoSala Gente 2 médio
ver ficha

Resumo. Arquiteto e urbanista com pós-graduação em jogos cooperativos, é reconhecido internacionalmente por criar metodologias que mobilizam comunidades inteiras para transformar seus territórios em poucos dias — o Jogo Oasis é a mais conhecida delas. Trabalha com vivências imersivas baseadas em empatia, escuta ativa e cooperação real, produzindo o que ele chama de microrrevoluções comunitárias. Sua premissa é simples e desconfortável para o mundo corporativo: vínculo verdadeiro não se constrói em slide, e sim em experiência marcante, afetiva e simbólica.

Tema central. O que transforma não é só o que é entregue, mas o que se sente — cooperação e vínculo como método

Título sugerido. Microrrevoluções: o que acontece quando uma comunidade decide agir junto

Proposta. 1) Como se mobiliza uma comunidade inteira em poucos dias. 2) O Jogo Oasis: o método por trás das microrrevoluções. 3) Por que empatia e escuta ativa são competências operacionais, não valores abstratos. 4) Afeto e encantamento como estratégias legítimas de mobilização. 5) O que instituições erram ao chegar num território. 6) Dinâmica prática com o público. 7) Como replicar em escala institucional.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode provocar o Sebrae a reconhecer que o que transforma não é só o que é entregue, mas o que se sente — mostrando encantamento, acolhimento e afeto como estratégias legítimas de mobilização e inovação institucional. Entre os nomes da lista, é o com maior capacidade de transformar a plateia em participante. Ressalva: exige formato e tempo adequados; palestra curta desperdiça o método.

Público. Agentes de campo e mobilizadores; lideranças institucionais; terceiro setor e gestores públicos; comunidades e jovens; equipes internas em processo de integração

Edu Lyra
Território3 pend.

Edu Lyra

Empreendedor social | Fundador e CEO da Gerando Falcões | Autor

São Paulo / SP (origem em Poá/SP)

Empreendedorismo social e impactodesenvolvimento de comunidades periféricasliderança e gestão orientada a resultadoparcerias entre setor privado e terceiro setorsuperação e mobilidade social
Sala Território 1 altoPlenária 1 médioSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Empreendedor social, fundou a Gerando Falcões em 2011 para transformar comunidades periféricas, partindo da própria experiência de crescer em situação de vulnerabilidade. A organização virou uma das mais reconhecidas do terceiro setor brasileiro, com modelo de gestão que aplica lógica empresarial ao impacto social e atrai parcerias com grandes corporações e investidores. Foi reconhecido pela Forbes 30 Under 30 e como Global Shaper do Fórum Econômico Mundial, e é autor de 'Jovens Falcões'. Em palco, une história pessoal forte a uma tese incômoda e bem construída: pobreza deve virar peça de museu, e isso exige gestão, dados e escala, não caridade.

Tema central. Como aplicar gestão, dados e escala à transformação de comunidades periféricas

Título sugerido. Favela como peça de museu: ambição, gestão e impacto real

Proposta. 1) A história: de Poá à liderança de uma das maiores ONGs do país. 2) Por que caridade não resolve e gestão resolve. 3) O modelo Gerando Falcões: dados, metas e replicabilidade. 4) Parcerias com o setor privado sem virar marketing. 5) O que muda de fato na vida de uma comunidade. 6) Liderança formada na adversidade. 7) O que qualquer organização pode fazer a partir de amanhã.

Por que convidar. Une história pessoal potente a conteúdo real de gestão — não é apenas palestra emocional, e é isso que o diferencia no segmento. Fala com credibilidade tanto para plateia corporativa quanto para público de periferia e terceiro setor. Nota prática: como aparece duas vezes na lista, ocupa uma única vaga.

Público. Público amplo de plenária; lideranças empresariais e áreas de ESG e responsabilidade social; terceiro setor; gestores públicos; jovens

EG
Gente3 pend.

Eduardo Giannetti

Economista, filósofo e escritor; professor; membro da Academia Brasileira de Letras

São Paulo / SP (nascido em Belo Horizonte, 1957)

Filosofia econômicabem-estar, felicidade e qualidade de vidao valor do futuro e do tempoprogresso e desenvolvimentoinstituições e confiança
Plenária 3 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Um dos economistas mais respeitados do Brasil e um dos raros que unem economia, filosofia e literatura. Doutor por Cambridge, ex-professor da USP, do Insper e de Cambridge, hoje na Ibmec e membro da Academia Brasileira de Letras. Autor de obras que repercutem muito além dos círculos acadêmicos — 'Felicidade', 'O Valor do Amanhã' (ensaio sobre juros e sobre como vemos o futuro), 'Vícios Privados, Benefícios Públicos', 'Autoengano' —, duas vezes vencedor do Prêmio Jabuti. Reflete sobre progresso, bem-estar e a relação entre crescimento e qualidade de vida.

Tema central. O valor do amanhã — progresso, bem-estar e o futuro que escolhemos

Título sugerido. O valor do amanhã: que futuro vale a pena construir

Proposta. 1) O que é progresso, para além do crescimento. 2) Como valoramos o futuro — o preço do amanhã. 3) Bem-estar e qualidade de vida como medida de desenvolvimento. 4) Instituições, confiança e o que sustenta sociedades prósperas. 5) O sentido de empreender num mundo em transformação. 6) Uma reflexão para orientar escolhas.

Por que convidar. Abertura reflexiva de altíssimo nível — dá sentido e horizonte antes do conteúdo técnico, com linguagem acessível e densidade filosófica. Nome de grande prestígio (ABL, dois Jabutis). Ressalva: não é palestra de 'novas economias' setoriais; entrega visão e sentido, não mapa de oportunidades.

Público. Público amplo de plenária; alta liderança; academia; quem busca uma abertura de horizonte e sentido

Eliane Potiguara
Território4 pend.

Eliane Potiguara

Escritora, professora e ativista indígena | Fundadora do GRUMIN – Grupo Mulher-Educação Indígena | Autora de 'Metade Cara, Metade Máscara'

Rio de Janeiro / RJ (povo Potiguara, origem na Paraíba)

Literatura indígenadireitos das mulheres indígenasmemória coletiva e identidadedeslocamento e periferia urbana indígenaeducação e ancestralidade
Sala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Escritora, professora e ativista, é pioneira da literatura indígena brasileira e fundadora do GRUMIN, primeira organização dedicada às mulheres indígenas no país. Autora de 'Metade Cara, Metade Máscara', obra de referência sobre memória coletiva e identidade indígena. Sua escrita e sua fala partem da experiência das mulheres originárias e das famílias indígenas deslocadas para as periferias urbanas — pessoas que sustentam suas comunidades sob invisibilidade histórica. Traz uma escuta ancestral e feminina sobre trabalho, pertencimento e território, com a autoridade de quem abriu caminho para gerações seguintes.

Tema central. Uma escuta ancestral e feminina sobre trabalho, pertencimento e território

Título sugerido. Metade cara, metade máscara: quem sustenta o Brasil real

Proposta. 1) A história das mulheres indígenas que ninguém contou. 2) Deslocamento: quando o território é arrancado e a comunidade se reconstrói na periferia. 3) Memória coletiva e identidade como forma de resistência. 4) Trabalho e sustento nas comunidades originárias. 5) O papel da literatura indígena na consciência brasileira. 6) Quem é ouvido, quem é esquecido — e o que uma instituição pode fazer com isso.

Por que convidar. Conforme a indicação: aproxima o Sebrae de uma escuta ancestral e feminina sobre trabalho, pertencimento e território, com provocação sensível sobre quem é ouvido, quem é esquecido e quem sustenta o Brasil real. Pioneirismo literário e político dá a ela autoridade histórica rara.

Público. Público amplo; áreas de diversidade e cultura; educadores e estudantes; mulheres empreendedoras; setor público

Elisa Lucinda
Gentetambém MC5 pend.

Elisa Lucinda

Atriz, poeta, escritora e jornalista | Fundadora da Casa Poema

Rio de Janeiro / RJ (origem em Cariacica/ES)

Poesia e literaturaracismo e representação da mulher negraeducação pela artecomunicação e oratóriacultura brasileira
Mestre de Cerimônia médioPlenária 3 baixo
ver ficha

Resumo. Atriz, poeta, escritora e jornalista com carreira de décadas em teatro, televisão e literatura, fundou a Casa Poema, projeto dedicado à poesia como ferramenta de educação e transformação. Sua obra e sua presença de palco combinam palavra, corpo e voz de um jeito que poucos palestrantes conseguem — poemas como 'Mulata Exportação' entraram no repertório do debate público brasileiro sobre racismo e sexualização da mulher negra. É uma das poucas indicações capazes de entregar arte e conteúdo no mesmo gesto.

Tema central. Poesia e arte como ferramentas de educação, denúncia e transformação

Título sugerido. A palavra como ferramenta

Proposta. 1) Poesia como educação e não como ornamento. 2) A representação da mulher negra na cultura brasileira. 3) Leitura de poemas próprios. 4) A experiência da Casa Poema. 5) Comunicação, voz e presença — o que a arte ensina a quem fala em público. 6) Palavra como instrumento de transformação social.

Por que convidar. Traz dimensão artística e emocional que nenhuma palestra convencional alcança, com repertório crítico sobre racismo e gênero. Excelente para abrir ou fechar um dia denso de programação, mudando o registro sem esvaziar o conteúdo. Nome de reconhecimento nacional e trajetória longa.

Público. Público amplo de plenária; áreas de cultura e diversidade; educadores; comunicação

Elisama Santos
Gente1 pend.

Elisama Santos

Psicanalista, escritora, comunicadora e palestrante | TEDx Speaker | Apresentadora de videocasts

Rio de Janeiro / RJ

Educação não violentacomunicação não violentaalfabetização emocionalparentalidade e maternidadesaúde mental e emoções
Sala Gente 1 médio
ver ficha

Resumo. Psicanalista e escritora, é autora de nove livros, entre eles os best-sellers 'Educação não violenta' (2019), 'Por que gritamos?' (2020) e 'Conversas corajosas' (2021). Roda o Brasil com palestras e oficinas sobre educação parental, comunicação não violenta e alfabetização emocional. É palestrante TEDx, apresenta os videocasts 'Chá de Coragem' e 'Tá com Tempo?' e tem forte presença digital. Seu diferencial é traduzir psicanálise em linguagem cotidiana, sem jargão e sem moralismo — fala de conflito, raiva e limite como coisas normais da convivência, o que faz o conteúdo funcionar tanto para famílias quanto para ambientes de trabalho.

Tema central. Como conversas difíceis — em casa e nas organizações — podem ser conduzidas sem violência e sem evitação

Título sugerido. O que a gente não fala: conflito, raiva e a coragem de conversar

Proposta. 1) Por que evitamos as conversas que mais importam. 2) O que é de fato comunicação não violenta — e o que virou clichê. 3) Alfabetização emocional: nomear antes de reagir. 4) Conflito como parte saudável de qualquer relação. 5) Da mesa de casa à mesa de reunião: o que muda e o que não muda. 6) Práticas concretas de conversa difícil. 7) O custo de calar.

Por que convidar. Trata saúde mental e emoções com densidade clínica e linguagem acessível, algo raro em circuito corporativo. Tem público fiel e alcance digital relevante, o que ajuda na divulgação do evento, e o tema conversa diretamente com pautas de cultura, liderança e bem-estar — vai muito além do recorte 'materno' com que às vezes é rotulada.

Público. Público amplo e famílias; lideranças e times de RH; educadores; cooperativas e associados; profissionais em situação de desgaste emocional

Erica Malunguinho
Território5 pend.

Erica Malunguinho

Deputada estadual (SP) | Educadora, artista e militante cultural | Fundadora da Aparelha Luzia | Primeira mulher trans negra eleita no Brasil

São Paulo / SP (origem em Recife/PE)

Representatividade racial e de gêneroterritórios periféricos e culturapolíticas públicas de cultura e educaçãopopulação trans e direitospráticas colaborativas comunitárias
Sala Território 1 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Educadora, artista e militante cultural, tornou-se a primeira mulher trans negra eleita para um parlamento no Brasil. Antes do mandato, fundou a Aparelha Luzia, espaço cultural em São Paulo que ela define como quilombo urbano — referência de articulação entre arte, política e comunidade negra. Sua atuação parlamentar e cultural é marcada por práticas colaborativas em comunidades periféricas e por uma elaboração própria sobre território, corpo e representação, que vai muito além da pauta identitária no sentido raso.

Tema central. Representatividade racial e de gênero e práticas colaborativas em comunidades periféricas

Título sugerido. Quilombo urbano: ocupar espaço como prática política

Proposta. 1) O que é um quilombo urbano e por que a Aparelha Luzia deu certo. 2) Representatividade além do discurso — o que muda quando o corpo entra no espaço. 3) Práticas colaborativas em comunidades periféricas. 4) Cultura como política pública e como economia. 5) O que instituições precisam mudar para acolher de fato. 6) Território, poder e pertencimento.

Por que convidar. Conforme a indicação: mulher trans negra, traz representatividade racial e de gênero somada a prática concreta de articulação comunitária e cultural. É voz de peso político e simbólico, com elaboração intelectual própria — não apenas presença representativa. Ressalva: como parlamentar em exercício, alinhar previamente o enquadramento para preservar o caráter institucional do evento.

Público. Áreas de diversidade e cultura; juventude e movimentos sociais; setor público; empreendedores culturais e periféricos

Fábio Porchat
Gentetambém MC6 pend.

Fábio Porchat

Humorista, ator, roteirista e apresentador | Cofundador do Porta dos Fundos

Rio de Janeiro / RJ

Humor e criatividadeempreendedorismo criativo e economia do conteúdoconstrução de marca e audiêncialiberdade de expressãocomunicação
Mestre de Cerimônia altoPlenária 2 médio
ver ficha

Resumo. Humorista, ator, roteirista e apresentador, é um dos fundadores do Porta dos Fundos, produtora que reinventou o humor brasileiro na internet e virou case internacional de produção independente de conteúdo. Além do humor, tem trajetória como empresário de mídia — construir uma produtora que virou negócio global a partir de vídeos no YouTube é, em si, uma história de empreendedorismo criativo. Em eventos corporativos, esse é o ângulo mais rico: como criar, escalar e sustentar um negócio de conteúdo. OBSERVAÇÃO: veio na lista sem tema; alinhar recorte é essencial para não virar apenas atração de humor.

Tema central. Criatividade, humor e a construção de um negócio de mídia a partir do zero

Título sugerido. A confirmar com a assessoria — depende do recorte: humor ou empreendedorismo criativo

Proposta. A definir. Sugestão de recorte empreendedor: como o Porta dos Fundos saiu do YouTube para o mundo; criatividade como processo e não como talento; gestão de time criativo; monetização de conteúdo; erros e apostas ao longo do caminho.

Por que convidar. Nome de altíssimo reconhecimento e forte poder de atração de público. O recorte de economia criativa e empreendedorismo o torna muito mais aproveitável do que uma simples participação humorística. Ressalva: cachê elevado e agenda concorrida; e é preciso alinhar o tom, já que parte do repertório dele é deliberadamente polêmico.

Público. Público amplo; empreendedores criativos e produtores de conteúdo; comunicação e marketing; jovens

FF
Território4 pend.

Felipe Franzina

CEO e fundador da Amazonia Bio Group

São Paulo / SP (operação Norte e global)

Exportação da sociobiodiversidadebioindústria verticalizadacaptação e financiamentomercado global de superfrutos
Plenária 2 altoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Ex-mercado financeiro (Banco Votorantim) e mestre em economia pela Sorbonne. Fundou em 2015 uma plataforma bioindustrial verticalizada que exporta superfrutos nativos da Amazônia — açaí, acerola, guaraná, cupuaçu, camu-camu — para mais de 30 países. Foi palestrante na COP30. Cita o mercado global de açaí em cerca de US$ 1,7 bi (2025), com projeção de US$ 3,6 bi até 2035.

Tema central. A sociobiodiversidade que exporta — valor amazônico no mercado global

Título sugerido. Do açaí ao mundo: como transformar fruto nativo em negócio global

Proposta. 1) Como um produto nativo vira commodity de alto valor. 2) Bioindústria verticalizada — agregar valor perto da origem. 3) Captação de recurso para escalar. 4) Exigências dos mercados exigentes (origem, qualidade). 5) O que o pequeno produtor precisa para não ficar na base. 6) O tamanho da oportunidade global.

Por que convidar. Demonstra, com números de exportação, que a floresta gera valor em escala. Fala captação, cadeia e mercado global. Ressalva: confirmar links oficiais e vídeo de palco.

Público. Exportadores e agroindústria; empreendedores da sociobiodiversidade; áreas de comércio exterior; investidores

Felipe Nodari
Tecnologia5 pend.

Felipe Nodari

Doutor em Administração | Especialista técnico sênior do Sebrae | Pesquisador em gestão do conhecimento e dados

Porto Alegre / RS

Gestão do conhecimentocultura e alfabetização de dadoscapacidades dinâmicas e desempenho organizacionalcapital social em redes de empresasestratégia e TI
Plenária 3 altoSala Tec 1 altoSala Gente 2 baixoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Doutor (2017) e mestre (2013) em Administração pela PUCRS, com MBA em Gestão Estratégica e TI pela FGV e graduação em Ciência da Computação. É especialista técnico sênior do Sebrae desde 2002 e pesquisador na área de gestão do conhecimento, com produção sobre compartilhamento de conhecimento, capacidades dinâmicas, capital social e desempenho organizacional em cadeias de suprimento. O perfil combina algo pouco comum: formação técnica em computação, doutorado em administração e duas décadas dentro do sistema Sebrae — ou seja, conhece por dentro tanto o método quanto a realidade do pequeno negócio. A indicação o associa ao Instituto Cappra e à Consultoria Gatiner, o que sugere atuação também na fronteira de cultura de dados.

Tema central. Como transformar dados e conhecimento acumulado em decisão prática dentro de empresas que não têm time de dados

Título sugerido. Decidir com dados sem ter um time de dados

Proposta. 1) O que é cultura de dados na prática — e por que dashboards não bastam. 2) Conhecimento que já existe na empresa e nunca é usado. 3) Capacidades dinâmicas: como uma empresa pequena aprende rápido. 4) Ferramentas acessíveis para quem não tem estrutura. 5) O papel das redes e do capital social entre pequenos negócios. 6) Erros comuns na adoção de dados. 7) Primeiros passos aplicáveis já.

Por que convidar. Perfil técnico com lastro acadêmico real e vivência de duas décadas dentro do Sebrae — combinação que gera conteúdo aplicável em vez de discurso genérico sobre 'ser data-driven'. Boa opção para trilhas técnicas ou oficinas, mais do que para plenária de grande público. Ressalva: pouca presença como palestrante de palco em busca pública, então vale checar experiência de apresentação.

Público. Micro e pequenos empresários; analistas e gestores do sistema Sebrae; times de estratégia e inteligência; cooperativas; gestores de inovação em empresas médias

Felipe Nunes
Território2 pend.

Felipe Nunes

Cientista político | Fundador e diretor da Quaest | Professor universitário

Belo Horizonte / MG e São Paulo / SP

Opinião pública e comportamento eleitoralpolarização políticametodologia de pesquisa e margem de erroconfiança nas instituições e na imprensacenários políticos e econômicos
Plenária 1 altoSala Tec 1 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Cientista político com doutorado, é fundador e diretor da Quaest, um dos institutos de pesquisa mais citados do país, responsável por levantamentos eleitorais e de opinião amplamente cobertos pela imprensa. Leciona e pesquisa ciência política, assina coluna no JOTA e é presença frequente em debates sobre polarização, comportamento eleitoral e credibilidade da imprensa. Seu diferencial é ler o Brasil por dados de opinião pública em vez de impressão — mostra, com números, como o país realmente pensa, o que costuma contrariar o senso comum das plateias, tanto à direita quanto à esquerda.

Tema central. O que a opinião pública revela sobre polarização, confiança e o Brasil real

Título sugerido. O país que os dados mostram (e que quase ninguém quer ver)

Proposta. 1) O que é opinião pública e por que quase todo mundo lê pesquisa errado. 2) Os muitos Brasis: recortes por região, renda, religião e escolaridade. 3) Anatomia da polarização — o que sustenta e o que a alimenta. 4) Confiança nas instituições e na imprensa: a queda e suas consequências. 5) Redes sociais e desinformação na formação de opinião. 6) O que isso significa para empresas e instituições. 7) Cenários à frente.

Por que convidar. Traz dados duros a um debate normalmente feito de opinião, e faz isso com neutralidade metodológica que permite dialogar com plateias politicamente diversas — qualidade rara em pauta política. Muito útil para instituições que precisam entender o público brasileiro para além do próprio círculo. Ressalva: em ano de disputa eleitoral, alinhar previamente o tom para evitar leitura partidária.

Público. Lideranças empresariais e institucionais; comunicação e relações institucionais; setor público; imprensa; academia

Fernanda Lima
Gente8 pend.

Fernanda Lima

Apresentadora, atriz e produtora

Rio de Janeiro / RJ

Comunicação e presençamaternidade e vida profissionalautonomia e representação femininabem-estar e exposição pública
Mestre de Cerimônia altoMediação médio
ver ficha

Resumo. Apresentadora e atriz de reconhecimento nacional, com carreira consolidada em televisão, publicidade e produção de conteúdo. Em aparições públicas, costuma abordar maternidade, corpo, autonomia feminina, equilíbrio entre vida pessoal e carreira e o desgaste da exposição pública. OBSERVAÇÃO: o nome veio na lista sem tema associado. O recorte proposto aqui é hipótese de curadoria — para uma participação com substância, o ideal é alinhar previamente o tema com ela ou com a assessoria, evitando o formato de mera presença de celebridade.

Tema central. Carreira, maternidade e autonomia sob os olhos do público

Título sugerido. A confirmar com a assessoria — sugerir após alinhamento de tema

Proposta. A definir. Sugestão de recorte: construção de carreira em ambiente de alta exposição; maternidade e trabalho; saúde mental e vida pública; escolhas e recusas ao longo de uma trajetória.

Por que convidar. Grande poder de atração de público e mídia. Rende mais em formato de conversa conduzida por um bom mediador do que em palestra tradicional. Ressalva: cachês de nomes desse porte costumam ser altos — vale checar viabilidade antes de avançar.

Público. Público amplo de plenária; pautas de diversidade, maternidade e carreira; comunicação e marketing

Flora Alves
Gente4 pend.

Flora Alves

Especialista em educação corporativa e aprendizagem | Autora | Professora de pós-graduação

São Paulo / SP

Educação corporativa e universidades corporativascultura de aprendizagemgamificação aplicada à aprendizagemdesign instrucional e metodologias ativasformação de instrutores e facilitadores
Sala Gente 2 altoPlenária 3 médioSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. É uma das principais referências brasileiras em educação corporativa e design de aprendizagem. Autora de 'Gamification — como criar experiências de aprendizagem engajadoras', 'Instrutor Master' e 'Revolução da Aprendizagem: transformando a educação corporativa em culturas de aprendizagem florescentes', trabalha com metodologias ativas, gamificação e desenho instrucional aplicados ao mundo corporativo. Leciona em pós-graduação e atua junto a áreas de T&D e universidades corporativas. Sua tese central é que treinamento não muda comportamento: o que muda é cultura de aprendizagem contínua — posição que costuma incomodar produtivamente times de RH acostumados a medir sucesso por horas de curso.

Tema central. Como transformar treinamento corporativo em cultura de aprendizagem contínua

Título sugerido. Revolução da aprendizagem: do curso obrigatório à cultura que aprende

Proposta. 1) Por que a maioria dos treinamentos não muda nada. 2) O que é cultura de aprendizagem e como se mede. 3) Gamificação de verdade — além de pontos e medalhas. 4) Metodologias ativas aplicadas ao ambiente corporativo. 5) Aprendizagem no fluxo de trabalho. 6) O novo papel do instrutor e do facilitador. 7) Como começar com pouco orçamento.

Por que convidar. Referência técnica sólida num tema que interessa diretamente a áreas de RH, T&D e a instituições que formam pessoas — perfil de conteúdo aplicável, com livros que servem de desdobramento pós-evento. Boa escolha para trilha de desenvolvimento humano ou para capacitar a própria equipe de educação da instituição.

Público. RH, T&D e universidades corporativas; educadores e instrutores; gestores de equipes; instituições de ensino e sistemas de aprendizagem

Gabriel Nascimento
Gente3 pend.

Gabriel Nascimento

Professor da UFSB | Linguista | Autor de 'Racismo Linguístico' | Bolsista Fulbright

Sul da Bahia / BA

Racismo linguísticolinguagem, poder e cidadaniaeducação e ensino de línguassotaque, norma culta e exclusãodecolonialidade
Sala Gente 1 baixoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Linguista e professor da UFSB, é autor de 'Racismo Linguístico: os subterrâneos da linguagem e do racismo', obra que abriu no Brasil um campo pouco explorado — como o racismo opera dentro da própria língua, no que se considera fala correta, sotaque aceitável e norma culta. Participa de projeto internacional sobre linguística, cidadania e racismo e teve passagem por programa Fulbright. Seu tema é desconfortável e imediatamente aplicável a qualquer organização: quem é levado a sério quando abre a boca.

Tema central. Como a linguagem opera como mecanismo de exclusão racial e regional

Título sugerido. Os subterrâneos da linguagem: sotaque, norma e poder

Proposta. 1) O que é racismo linguístico e por que quase ninguém percebe. 2) Norma culta: quem definiu e a serviço de quem. 3) Sotaque e hierarquia regional no Brasil. 4) Como isso aparece em entrevistas de emprego, reuniões e atendimento. 5) Educação e ensino de línguas sob esse olhar. 6) O que muda numa organização que percebe isso.

Por que convidar. Traz um recorte original e pouco explorado no circuito de eventos, com base acadêmica sólida e aplicação imediata em ambientes de trabalho e atendimento. Base no Sul da Bahia facilita programações no Nordeste e reforça a pauta de descentralização regional da própria programação.

Público. RH e lideranças; áreas de diversidade; educadores; atendimento e comunicação; academia

Giselle Beiguelman
Território3 pend.

Giselle Beiguelman

Artista e professora titular da FAU-USP | Pesquisadora de memória, arte digital e patrimônio

São Paulo / SP

Memória e patrimônioarte e tecnologiaespaço público e monumentoscultura digital e arquivosvisibilidade e exclusão no espaço
Sala Tec 2 baixoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, trabalha na fronteira entre arte, tecnologia e cidade, com pesquisa sobre memória, patrimônio, arquivos digitais e o que as cidades escolhem lembrar ou apagar. Sua obra e sua escrita tratam monumentos, espaços públicos e interfaces digitais como linguagens de poder — quem é celebrado, quem é esquecido, quem sequer aparece. É voz de referência para pensar espaço institucional como expressão de cultura e exclusão, e uma das poucas capazes de articular isso nos três planos: físico, simbólico e digital. ATENÇÃO à grafia: Giselle, com dois L.

Tema central. Como o espaço institucional — físico, simbólico e digital — comunica quem é acolhido e quem é esquecido

Título sugerido. Espaços que falam: memória, poder e o que decidimos apagar

Proposta. 1) Monumentos e memória: o que uma cidade escolhe lembrar. 2) O espaço institucional como linguagem — o que ele comunica antes de qualquer discurso. 3) Arquivos digitais e o apagamento contemporâneo. 4) Arte como forma de tornar visível o que foi excluído. 5) Ambientes físicos, simbólicos e digitais de uma instituição: uma leitura crítica. 6) O que ainda está por vir — quem cabe nos espaços do futuro.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode ajudar o Sebrae a enxergar seus próprios ambientes — físicos, simbólicos e digitais — como expressões de cultura e poder, provocando sobre quem é acolhido, quem é esquecido e quem ainda está por vir. Rigor acadêmico somado a prática artística, o que dá ao tema uma dimensão sensível além da analítica.

Público. Áreas de cultura, comunicação e ambiente institucional; arquitetos e designers; academia e estudantes; áreas de diversidade; gestores de espaços e experiências

GM
Gente

Grazi Mendes

Líder Executiva | Futurista | Autora de 'Ancestrais do Futuro'

Belo Horizonte / MG

Futurismoimaginação e inovaçãoliderançadiversidade e inclusãoIA e futuro do trabalho
Plenária 3 altoSala Gente 2 médioSala Tec 2 médio
ver ficha

Resumo. Futurista reconhecida pela ONU/MIPAD. Atua na interseção entre tecnologia, diversidade e liderança inclusiva, com foco em futuros desejáveis.

Tema central. Como imaginar futuros desejáveis com IA, diversidade e coragem

Título sugerido. Futuros desejáveis: imaginação, diversidade e IA como alavancas de transformação

Proposta. 1) Por que o pessimismo é um sintoma de decadência e a imaginação é tecnologia. 2) Como IA e diversidade se potencializam mutuamente. 3) Casos reais de líderes que criaram futuros inclusivos. 4) Exercício coletivo de imaginação de futuro.

Por que convidar. Top 100 Futurist da ONU/MIPAD. Head de DEI na ThoughtWorks. Autora de "Ancestrais do Futuro" (MIT Sloan). Combina visão futurista com ação concreta em diversidade. TEDx Speaker reconhecida.

Público. Executivos e C-level; líderes de inovação; profissionais de RH e DEI; futuros líderes; empreendedores

GB
Tecnologia2 pend.

Guilherme Brammer

Fundador e CEO da Boomera (Boomera Ambipar)

São Paulo / SP

Economia circularlogística reversa e créditosresíduo como matéria-primarastreabilidadeinclusão de cooperativas de catadores
Plenária 2 altoSala Território 1 baixoSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Engenheiro de materiais, fundou a Boomera para transformar resíduo complexo em matéria-prima e produto. Criou a metodologia própria CircularPack, recolocou mais de 130 mil toneladas de resíduo no ciclo produtivo, trabalha com rede de 200+ cooperativas e milhares de catadores, oferta de créditos de logística reversa e plataforma de rastreabilidade de resíduo. Clientes como Natura, Adidas, P&G e Nestlé. Prêmio Empreendedor Social (Folha) e Fundação Schwab/Fórum Econômico Mundial.

Tema central. Economia circular que fatura — resíduo como matéria-prima e cadeia

Título sugerido. Do lixo ao lucro: economia circular como negócio de verdade

Proposta. 1) Economia circular além do discurso — o que dá dinheiro. 2) Resíduo complexo como matéria-prima. 3) A metodologia CircularPack e a jornada das empresas. 4) Logística reversa, créditos e rastreabilidade. 5) A cadeia de catadores e cooperativas — inclusão como parte do negócio. 6) Onde o pequeno negócio entra.

Por que convidar. Economia circular como negócio que fatura, com rastreabilidade, cadeia e inclusão — aterrissa no concreto e mostra oportunidade. A cadeia de catadores dá um ângulo de fala sobre inclusão. Homem branco, SP.

Público. Empresas de bens de consumo; áreas de sustentabilidade e operações; empreendedores de reciclagem e resíduos; cooperativas

Ines Cozzo
Gente4 pend.

Ines Cozzo

Consultora e palestrante em neurociência aplicada a pessoas e negócios | Empresária

São Paulo / SP (a confirmar)

Neurociência aplicada a negóciosdesenvolvimento humano e talentoscomportamento e desempenhoqualidade e processosliderança
Sala Gente 1 baixoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Consultora e palestrante que trabalha neurociência aplicada a pessoas e negócios, com atuação em desenvolvimento humano, qualidade e gestão de talentos. É proprietária da T'Ai Consultoria em Talentos Humanos & Qualidade e está ligada ao Instituto FestQuali. Mantém canal próprio no YouTube e produção autoral sobre comportamento e desempenho. O recorte de neurociência aplicada tem apelo prático em plateias de liderança e vendas — desde que o conteúdo se sustente em evidência, o que vale checar assistindo a um vídeo antes de fechar, já que a área tem muita oferta de qualidade irregular.

Tema central. O que a neurociência explica sobre comportamento, decisão e desempenho nas organizações

Título sugerido. A confirmar com a assessoria — definir com a palestrante

Proposta. A definir. Sugestão: bases neurais da tomada de decisão; atenção e produtividade; hábito e mudança de comportamento; como líderes influenciam o estado mental do time; aplicação prática em rotinas de gestão.

Por que convidar. Perfil de consultoria com produção própria e tema de bom apelo prático em trilhas de gestão de pessoas. Recomenda-se assistir a um vídeo do canal antes de fechar, para calibrar profundidade e estilo — a área de 'neurociência aplicada' varia muito em rigor.

Público. Lideranças e RH; times comerciais; gestores de qualidade e processos; profissionais de desenvolvimento humano

ÍM
Tecnologia

Ítalo Marsili

Pesquisador de IA | Palestrante de Inovação | Especialista em Black Technologies

São Paulo / SP

Inteligência artificialtecnologias negras (Black Technologies)racismo e tecnologiaecossistemas de inovaçãoinclusão digital
Sala Tec 2 médio
ver ficha

Resumo. Pesquisador e palestrante focado em ecossistemas de inovação, inteligência artificial e o movimento 'Black Technologies', explorando a interseção entre raça e tecnologia.

Tema central. Como o movimento Black Technologies está redefinindo quem cria e controla o futuro tecnológico

Título sugerido. Black Technologies: o futuro tecnológico que a gente vai criar

Proposta. 1) O que são Black Technologies e por que o movimento importa. 2) A interseção entre raça e tecnologia: viés, exclusão e oportunidades. 3) Ecossistemas de inovação periféricos como laboratórios do futuro. 4) Como apoiar e investir em tecnologia com diversidade.

Por que convidar. Pesquisador e palestrante com viés autoral: Black Technologies é um campo de estudo emergente e ele é referência nele. Aborda IA com perspectiva racial que complementa outros palestrantes da programação.

Público. Inovadores e startups; investidores de impacto; líderes de diversidade; comunidade tech; jovens empreendedores

Izabella Camargo
Gentetambém mediador(a)também MC4 pend.

Izabella Camargo

Jornalista, apresentadora, escritora e palestrante | Ativista da causa do burnout

São Paulo / SP

Burnout e saúde mental no trabalhogestão do tempo e do descansocultura organizacional e adoecimentoreconstrução de carreiracomunicação
Sala Gente 1 altoMediação médioMestre de Cerimônia baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista e apresentadora que se tornou uma das principais vozes brasileiras sobre burnout e saúde mental no trabalho depois de viver, publicamente, um episódio de esgotamento profissional e a perda do emprego na sequência. Transformou a experiência em pauta: escreve, palestra e milita pelo reconhecimento do burnout como doença ocupacional, com atenção especial à categoria dos jornalistas e a profissões de alta pressão. Sua fala combina relato pessoal, dados e crítica estrutural — não é discurso de autoajuda sobre 'equilíbrio', e sim sobre como as organizações produzem adoecimento. ATENÇÃO à grafia: o nome correto é Izabella Camargo, com Z e dois L.

Tema central. Esgotamento profissional como problema de gestão, não de fraqueza individual

Título sugerido. Dá um tempo: burnout, descanso e o que ninguém quer discutir no trabalho

Proposta. 1) O que é burnout de fato — e o que virou modismo. 2) O relato: como acontece e por que quase ninguém percebe a tempo. 3) Sinais organizacionais de adoecimento coletivo. 4) Por que 'programas de bem-estar' costumam não funcionar. 5) Descanso como parte do trabalho, não como recompensa. 6) O que líderes podem mudar na prática. 7) Reconstrução de carreira depois da queda.

Por que convidar. Tema de altíssima aderência para qualquer plateia de trabalhadores e lideranças, tratado por alguém com credibilidade de jornalista e legitimidade de quem viveu o problema. Evita o tom motivacional e coloca responsabilidade onde ela costuma faltar: na gestão. Boa escolha para pautas de RH, cultura e saúde ocupacional.

Público. Lideranças e RH; profissionais de alta pressão; comunicação e jornalismo; times em jornada intensa; cooperativas e associações de classe

IT
Território

Izabella Teixeira

Co-Chair do IRP/ONU; Ex-Ministra do Meio Ambiente; Dra. em Planejamento Ambiental

Rio de Janeiro / RJ

Governança ambiental globalClimaRecursos naturaisGeopolítica ambiental
Plenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Ex-ministra do Meio Ambiente (2010–2016) e uma das principais negociadoras climáticas do país. Ajudou a escrever a Agenda 2030: integrou o Painel de Alto Nível da ONU para a agenda pós-2015, chefiou a delegação brasileira no Acordo de Paris e recebeu o prêmio Campeões da Terra do PNUMA. Hoje é copresidente do Painel Internacional de Recursos Naturais da ONU Meio Ambiente e conselheira do BNDES. Lê sustentabilidade como economia, não como pauta ambiental.

Tema central. Transição da Terra: o novo paradigma para o desenvolvimento econômico do Brasil.

Título sugerido. Geopolítica dos Recursos Naturais: O Brasil na Transição Global

Proposta. 1) Land Transition como legado da COP30. 2) Integração Agro/Mineração/Preservação. 3) Segurança Alimentar e Energética. 4) Cenário pós-Paris. 5) Destravar economia verde.

Por que convidar. Peso institucional e internacional inigualável. Qualifica o debate fugindo do óbvio. Registro técnico e direto.

Público. Gestores de Agro/Mineração; CSOs; Políticos; Investidores.

JD
Gentetambém MC1 pend.

Jacira Doce

Humorista, criadora de conteúdo e comunicadora | Apresentadora do podcast "Irrisório Show"

Brasília / DF

Feminismosaúde da mulhermaternidadecomunicação críticapositividade tóxica
Mestre de Cerimônia baixoSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Nasceu em Portugal, mas é brasiliense de alma. Formada em Administração, descobriu na comunicação uma ferramenta poderosa de expressão. Conhecida pelo humor autêntico e crítico à positividade tóxica. Aborda temas como feminismo, maternidade, saúde da mulher, sexismo e relações de gênero com ironia e inteligência. Tem mais de 647 mil seguidores no Instagram e forte presença no TikTok. Apresenta o podcast "Irrisório Show". Sua força está em traduzir com humor inteligente questões complexas de gênero, maternidade e crítica social, sem moralismo e sem eufemismo.

Tema central. A positividade tóxica e o feminismo contemporâneo: como o humor desmonta rótulos

Título sugerido. Para Além da Positividade Tóxica: A Acidez e a Docura da Realidade da Vida

Proposta. Conversa/palestra sobre como o humor pode ser ferramenta de crítica social — especialmente sobre feminismo, maternidade e saúde da mulher. Discutir a positividade tóxica, como a sociedade impõe rótulos e expectativas, e como a ironia inteligente ajuda a desconstruir isso. Trazer reflexões sobre saúde menstrual, endometriose e proteção da infância.

Por que convidar. Traz uma perspectiva feminina, crítica e humorística sobre questões de gênero e sociedade. Conecta com o público feminino e com profissionais interessados em diversidade e inclusão. Mais de 647K seguidores e presença forte em redes.

Público. Mulheres profissionais, profissionais de RH, educadores, pessoas interessadas em diversidade, gênero e comunicação

Jacques Barcia
Tecnologia3 pend.

Jacques Barcia

Futurista | Research Fellow do Institute for the Future (IFTF) | Cofundador da Dream Machine Futures Studio | Consultor do Porto Digital

Recife / PE

Estudos de futuros e prospectiva estratégicametaskilling e capacidades institucionaispensamento complexoimaginação como competênciatecnologia e sociedade
Plenária 3 altoSala Gente 2 altoSala Tec 2 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Futurista e pesquisador, é research fellow do Institute for the Future, de Palo Alto, cofundador da Dream Machine Futures Studio e consultor do Porto Digital. Trabalha estudos de futuros aplicados a organizações e territórios, com repertório que atravessa tecnologia, ficção especulativa e imaginação como ferramenta de método — não como enfeite. É um dos poucos brasileiros com trânsito real na comunidade internacional de futures studies, e escreve e fala sobre quais capacidades as instituições precisam desenvolver para futuros regenerativos.

Tema central. Quais competências — metaskilling, pensamento complexo, cuidado e imaginação — as instituições precisam desenvolver

Título sugerido. Imaginação como competência institucional

Proposta. 1) O que é estudo de futuros e por que não é previsão. 2) Metaskilling: a habilidade de adquirir habilidades. 3) Pensamento complexo aplicado à decisão institucional. 4) Cuidado e imaginação como competências, não como valores. 5) Futuros regenerativos — o que muda no método. 6) Exercício de prospectiva com o público. 7) O que uma instituição pode institucionalizar disso.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode trazer uma camada de provocação sobre quais habilidades são necessárias para futuros regenerativos — metaskilling, pensamento complexo, cuidado e imaginação como competência institucional. Trânsito internacional real (IFTF) somado a base em Recife, o que facilita logística e conecta com a agenda de ecossistemas regionais.

Público. Lideranças institucionais e estratégia; times de inovação; RH e desenvolvimento; gestores públicos; academia

Jeff Lima
Território1 pend.

Jeff Lima

Fundador e CEO | Educador e palestrante | Idealizador do Protótipando a Quebrada | TEDx Speaker

Santa Catarina / Paraná (a confirmar a base atual)

Empreendedorismo periféricojuventudes e territóriomarcas e narrativas construídas na quebradaeducação empreendedorainovação com baixo capital
Sala Território 1 altoPlenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Educador, empreendedor e palestrante que atua na formação e no fomento ao empreendedorismo em periferias, à frente do projeto Protótipando a Quebrada. Sua tese, resumida em entrevista, é direta: tem muita quebrada para poder desenvolver. Trabalha com jovens de periferia na construção de negócios, marcas e narrativas próprias, muitas vezes sem qualquer apoio institucional, e é palestrante TEDx. É o tipo de voz que fala com autoridade sobre o que falta — e sobre o que as instituições costumam não enxergar.

Tema central. Como as juventudes das periferias constroem suas próprias marcas e narrativas — e o que as instituições deixam de ver

Título sugerido. Protótipando a quebrada: empreender onde não chega o edital

Proposta. 1) O que já existe na periferia e não é reconhecido como empreendedorismo. 2) Como se constrói marca sem verba e sem agência. 3) Prototipagem barata: testar antes de gastar. 4) Reputação como resistência — a marca que carrega o território. 5) O que instituições fazem de errado ao chegar na quebrada. 6) O Sebrae como plataforma de escuta e suporte, não como balcão. 7) Casos concretos.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode provocar o Sebrae a se ver como plataforma de escuta e suporte a marcas emergentes que nascem do território e carregam reputação como resistência e transformação. Voz legítima e de linguagem próxima do público que a instituição quer alcançar.

Público. Jovens empreendedores de periferia; gestores de programas de fomento; agentes do Sebrae; áreas de impacto social; educadores

Jéssica Senra
Territóriotambém mediador(a)também MC6 pend.

Jéssica Senra

Jornalista e apresentadora de telejornal

Salvador / BA

Jornalismo e comunicaçãomediação e entrevistarealidade e cultura baianacarreira e presença em mídia regional
Mediação altoMestre de Cerimônia altoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista e apresentadora baiana, construiu carreira em telejornalismo e é uma das apresentadoras de maior reconhecimento na Bahia, com passagem por telejornais de grande audiência. Tem presença de palco e domínio de entrevista ao vivo, o que a torna especialmente adequada para mediar mesas e conduzir conversas. OBSERVAÇÃO: o nome veio sem tema associado — vale alinhar se a intenção é participação como palestrante ou como mediadora, que é onde o perfil rende mais.

Tema central. Comunicação, mediação e a realidade regional

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A definir. Recomendação de curadoria: aproveitar o ofício de entrevistadora, colocando-a para mediar mesas — especialmente as que juntam repertórios muito distintos, formato em que um bom mediador faz mais diferença que um bom palestrante.

Por que convidar. Reconhecimento regional forte, o que ajuda em etapas do evento na Bahia e no Nordeste, e domínio técnico de entrevista ao vivo. Ressalva: como não veio tema associado, a melhor aplicação provavelmente é mediação, e não palestra — vale confirmar a intenção com o indicante.

Público. Público regional na Bahia e no Nordeste; comunicação e jornalismo; público amplo de plenária

JM
Território

Joanna Martins

Sócia-fundadora e CEO da Manioca; diretora executiva do Instituto Paulo Martins

Belém / PA

Bioeconomia como negóciocadeias produtivas da sociobiodiversidadefoodtech e alimentos amazônicosnegócios de impactocomércio justo
Plenária 2 altoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Fundou a Manioca em 2014 para levar os sabores da Amazônia ao Brasil e ao mundo, desenvolvendo cadeias produtivas com comércio justo. Em 2023 a Manioca foi a primeira startup da bioeconomia amazônica a receber corporate venture capital de uma multinacional de alimentos (Ajinomoto), e Joanna foi listada pela Bloomberg Línea entre as 100 pessoas inovadoras da América Latina. Fala bioeconomia do lado de quem vende, capta investimento e enfrenta o gargalo de fornecimento.

Tema central. Bioeconomia que vira negócio — da floresta à prateleira

Título sugerido. Da floresta à prateleira: como a bioeconomia amazônica vira mercado

Proposta. 1) Como se constrói uma foodtech a partir de ingredientes amazônicos. 2) A cadeia da sociobiodiversidade — do produtor ao consumidor. 3) O gargalo real: fornecimento, logística e escala. 4) Investimento e o primeiro CVC de uma multinacional numa startup amazônica. 5) O que falta para o pequeno negócio deixar de vender só matéria-prima. 6) A oportunidade aberta para quem entra agora.

Por que convidar. Encaixe quase perfeito no perfil da Opção B — aterrissa a bioeconomia em negócio concreto e termina em oportunidade, do lugar de quem opera a cadeia. Agrega mulher e Norte. Ressalva: confirmar experiência em plenária grande (~1.200).

Público. Empreendedores da bioeconomia e da sociobiodiversidade; áreas de agroindústria e alimentos; agentes de campo do Sebrae no Norte; investidores de impacto

Kananda Eller
Gente3 pend.

Kananda Eller

Divulgadora científica e comunicadora | Criadora do perfil @deusacientista | Empreendedora e educadora

Brasil (base a confirmar)

Divulgação científicamulheres e pessoas negras na ciênciademocratização do acesso ao conhecimentocomunicação em redes sociaiseducação científica
Sala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Divulgadora científica que construiu audiência levando ciência para as redes sociais em linguagem acessível e com recorte explicitamente político — sua tese é que divulgar ciência é um ato político, sobretudo quando feito por uma mulher negra num campo historicamente branco e masculino. Atua também em educação e em projetos audiovisuais sobre trajetórias de mulheres cientistas brasileiras, discutindo gênero, racismo e democratização do acesso à ciência.

Tema central. Democratização do acesso à ciência e representatividade de mulheres e pessoas negras

Título sugerido. Ciência para quem? Acesso, gênero e representatividade

Proposta. 1) Por que divulgar ciência é ato político. 2) Quem está na ciência brasileira e quem não está. 3) Como se constrói audiência científica nas redes. 4) Gênero e racismo na academia. 5) Ciência acessível sem virar simplificação errada. 6) Como escolas e instituições podem despertar vocação científica.

Por que convidar. Traz à pauta de ciência o recorte de acesso e representatividade, que os demais divulgadores da lista não cobrem. Boa conexão com público jovem e escolar, e forte presença digital que ajuda na divulgação do evento.

Público. Jovens e estudantes; educadores; áreas de diversidade; comunidade científica

KS
Tecnologia

Karen Santos

CEO e Fundadora da UX para Minas Pretas | Consultora de Tecnologia | Forbes Under 30

São Paulo / SP

UX e designdiversidade em tecnologiainclusão digitaltecnologia e raçamulheres negras na tecnologia
Sala Tec 2 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Fundadora da UX para Minas Pretas, iniciativa que promove o acesso de mulheres negras à tecnologia e ao design. Reconhecida pela Forbes Under 30 por seu impacto social e inovação.

Tema central. Como construir tecnologia com diversidade desde a origem, não como correção

Título sugerido. UX para Minas Pretas: diversidade como estratégia de inovação

Proposta. 1) Por que tecnologia sem diversidade produz produtos excludentes. 2) O impacto da UX para Minas Pretas: de 0 a 100 mil pessoas. 3) Como empresas podem integrar diversidade no ciclo de produto. 4) Liderança jovem e impacto social.

Por que convidar. Forbes Under 30. Fundou uma iniciativa que impactou mais de 100 mil mulheres negras em tecnologia. Embaixadora Samsung Galaxy IA. Representa a nova geração de liderança tech com propósito.

Público. Líderes de diversidade e inclusão; executivos de tecnologia; empreendedores sociais; jovens profissionais; educadores

KS
Gente5 pend.

Katherine Sresnewsky

Coordenadora da graduação de Comunicação e Publicidade da ESPM; consultora (N.evskye)

São Paulo / SP

Comportamento de consumocomunicação digitalmoda e cultura de consumoconexão marca–consumidor
Plenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Estuda comportamento de consumo na era da comunicação digital — o consumidor paralisado pelo excesso de informação e o papel das marcas em filtrar e criar conexão real. Palestrante em congressos de moda, consumo e comunicação.

Tema central. Consumo na era digital — atenção, excesso e conexão

Título sugerido. No excesso, o que conecta: consumo na era digital

Proposta. 1) Por que o consumidor está paralisado pelo excesso de informação. 2) O papel da marca em filtrar e agregar valor. 3) Comunicação clara como diferencial. 4) Novos comportamentos de consumo (moda, beleza, sustentabilidade). 5) Como o pequeno negócio cria conexão real. 6) Aplicações.

Por que convidar. Boa tradutora do novo consumo na chave digital, com base acadêmica. Agrega mulher. Ressalva: perfil acadêmico/consultoria; confirmar experiência de plenária.

Público. Comunicação e marketing; áreas de mercado; empreendedores de moda e varejo; educadores

KT
Tecnologia

Kizzy Terra

Cofundadora do Programação Dinâmica | Cientista de Dados | Educadora

São Paulo / SP

Ciência de dadosinteligência artificialdados com propósitoética em tecnologiafuturo do trabalho
Sala Tec 1 altoSala Tec 2 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Cientista de dados e cofundadora do canal Programação Dinâmica no YouTube. Atua na democratização do ensino de programação, ciência de dados e inteligência artificial no Brasil.

Tema central. Como usar IA e dados com propósito, sem precisar ser da área de tecnologia

Título sugerido. IA para humanos: ciência de dados sem mistério

Proposta. 1) Desmistificando ciência de dados e IA para quem não é da área. 2) Como IA está mudando o mercado de trabalho e como se preparar. 3) Ética em IA: viés, responsabilidade e decisões algorítmicas. 4) Atividade prática com dados.

Por que convidar. Uma das maiores educadoras de tecnologia do Brasil (Programação Dinâmica, 500K+ inscritos). Finalista do Prêmio YouTube Educação Digital 2026. Engaja público leigo com humor e clareza excepcional.

Público. Empresários e profissionais em transição de carreira; educadores; público jovem; startups; comunidade tech iniciante

LD
Território2 pend.

Ladislau Dowbor

Economista; professor titular de pós-graduação da PUC-SP; ex-consultor de agências da ONU; autor

São Paulo / SP

Nova economia e financeirizaçãofuturo do trabalhoeconomia do conhecimento e digitaldescentralização e arranjos locaiseconomia solidária e moeda comunitária
Plenária 2 médioSala Território 1 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Economista de amplo alcance, professor titular da PUC-SP e ex-consultor de agências da ONU, governos e municípios. Autor de dezenas de livros (entre eles 'A Era do Capital Improdutivo', 'O Capitalismo Se Desloca' e 'O Pão Nosso de Cada Dia') e mantenedor de uma biblioteca científica aberta e gratuita. Estuda a arquitetura do poder econômico, a financeirização, a economia do conhecimento e alternativas como economia solidária, moeda comunitária e descentralização — sempre com foco em tornar a economia útil às necessidades reais.

Tema central. Uma nova economia — conhecimento, descentralização e o dinheiro a serviço das necessidades

Título sugerido. Reorientar a economia: conhecimento, território e trabalho

Proposta. 1) A arquitetura atual: financeirização e capital improdutivo. 2) Conhecimento como principal fator de produção. 3) Descentralização e economia local. 4) Economia solidária, moeda comunitária e novos arranjos. 5) Futuro do trabalho. 6) Como reorientar recursos e tecnologia para as necessidades reais.

Por que convidar. Amplo alcance e didatismo raro (é conhecido por explicar economia em poucos minutos), com um mapa das alternativas que sustentam economias mais justas e locais. Ressalva importante: registro crítico e heterodoxo (financeirização, crítica ao neoliberalismo) — alinhar previamente o enquadramento para preservar o tom institucional do evento.

Público. Público amplo de plenária; setor público e terceiro setor; áreas de desenvolvimento local e economia solidária; academia

LV
Gente2 pend.

Layla Vallias

Cofundadora da Data8 (ex-Hype50+); coordenadora do FDC Longevidade

Minas Gerais / São Paulo

Economia prateada e da longevidadeconsumidor 50+oportunidades de mercadodados de longevidade
Plenária 2 altoPlenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Referência brasileira em economia prateada desde 2015 e Forbes Under 30. Criou o Tsunami60+, maior estudo brasileiro sobre o público 50+. Trata a longevidade como mercado — 'o conceito de velho ficou velho'. Estimativas que ela cita colocam a economia prateada em torno de US$ 15 tri no mundo e quase R$ 2 tri por ano no Brasil.

Tema central. Economia prateada — o mercado que o mapa setorial não vê

Título sugerido. O conceito de velho ficou velho: a economia da longevidade

Proposta. 1) A revolução da longevidade em dados. 2) Por que o mercado 50+ é ignorado — e o tamanho dele. 3) O que esse público consome e o que falta ser ofertado. 4) Recortes por perfil (a velhice é heterogênea). 5) Onde estão as oportunidades para o pequeno negócio. 6) Como começar a atender esse mercado.

Por que convidar. Cobre exatamente o recorte 'que o mapa setorial não captura' com pegada de negócio e oportunidade aberta. Agrega mulher e origem MG. Ressalva: os números de mercado variam por fonte e recorte — registrar com atribuição.

Público. Empreendedores de saúde, serviços, turismo e consumo; áreas de produto e mercado; agentes do Sebrae; comunicação

Laymert Garcia dos Santos
Tecnologia3 pend.

Laymert Garcia dos Santos

Sociólogo e professor | Referência em crítica social da tecnociência | Autor de 'Politizar as Novas Tecnologias'

Campinas / SP

Crítica social da tecnociênciatecnologia além do digitalparadigma extrativista e ruptura éticasaberes indígenas e conhecimentosociedade, natureza e técnica
Sala Tec 2 médioSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Sociólogo e professor da Unicamp, é uma das principais vozes brasileiras na crítica social da tecnociência. Autor de 'Politizar as Novas Tecnologias', obra de referência que analisa o impacto sociocultural e político do desenvolvimento tecnocientífico, e de trabalhos sobre a relação entre saberes indígenas, natureza e tecnologia. Sua contribuição é ampliar o conceito de tecnologia para além do digital e sustentar que tecnologias efetivamente regenerativas exigem ruptura ética com o paradigma extrativista ocidental — argumento denso e incômodo, exatamente o tipo de contrapeso que uma programação cheia de entusiasmo tecnológico precisa.

Tema central. Ampliar o conceito de tecnologia para além do digital — e o que isso exige eticamente

Título sugerido. Politizar as novas tecnologias: quem decide o que é inovação

Proposta. 1) O que é tecnociência e por que ela não é neutra. 2) Tecnologia para além do digital — outras formas de técnica. 3) O paradigma extrativista e seu custo civilizatório. 4) Saberes indígenas como sistemas técnicos legítimos. 5) O que seria uma tecnologia efetivamente regenerativa. 6) A ruptura ética necessária. 7) Consequências práticas para instituições de fomento.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode ampliar o conceito de tecnologia além do digital, trazendo a perspectiva de que tecnologias realmente regenerativas exigem ruptura ética com o paradigma extrativista do Ocidente. É o contrapeso intelectual mais qualificado da lista para a trilha de tecnologia — e funciona especialmente bem em painel com as vozes indígenas indicadas.

Público. Público disposto a pensamento denso; academia e estudantes; lideranças institucionais; áreas de sustentabilidade; times de inovação

Ligia Zotini
Tecnologia1 pend.

Ligia Zotini

Pesquisadora de futuros | Fundadora do Voicers | Autora de 'Futuro(s)' | 3x TEDx Speaker

São Paulo / SP

Estudos de futuros e prospectivafuturo do trabalho e profissões emergentesupskilling, reskilling e metaskillingcapacidade adaptativa e reinvenção subjetivagerações e talento
Sala Gente 2 altoPlenária 3 altoSala Tec 2 médio
ver ficha

Resumo. Pesquisadora de futuros, fundadora do Voicers e cocriadora dos projetos Novos Humano(s), Origen(s) e Fe-Male Movement. É palestrante TEDx por três vezes e autora do livro 'Futuro(s)', com mais de 15 anos na indústria de tecnologia e 20 anos em educação, além de mestrado em Global Talent Management pela PUC-SP. Trabalha estudos de futuros aplicados a pessoas e organizações: como preparar gente e estrutura para profissões que ainda não existem, sem tratar o tema como adivinhação. Combina pragmatismo de mercado com atenção à dimensão subjetiva da mudança.

Tema central. Como organizações e indivíduos se preparam para mudanças rápidas sem perder a essência humana

Título sugerido. Futuro(s): upskilling, reskilling e a reinvenção de si

Proposta. 1) O que é pesquisa de futuros — e por que não é adivinhação. 2) As profissões que estão nascendo e as que estão morrendo. 3) Upskilling, reskilling e metaskilling: o que significa cada um na prática. 4) Capacidade adaptativa como competência treinável. 5) A reinvenção subjetiva — a parte que ninguém treina. 6) Gerações convivendo no mesmo time. 7) Como uma organização monta seu plano de preparação.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode discutir como preparar colaboradores para profissões que ainda não existem, com abordagem pragmática sobre upskilling, reskilling e metaskilling, sem perder a essência humana. Perfil versátil, com método estruturado e boa experiência de palco (3x TEDx).

Público. RH e desenvolvimento; lideranças; profissionais em transição de carreira; educadores; times multigeracionais

LL
Tecnologia

Lisiane Lemos

Secretária de Estado (RS) | Executiva de Tecnologia | Forbes Under 30 | LinkedIn Top Voice

Porto Alegre / RS

Transformação digitalinteligência artificialdiversidade em tecnologiagovernança digitalinovação pública
Sala Tec 2 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Atualmente Secretária de Sistemas Penais e Socioeducativos no RS. Executiva com passagens por Google e Microsoft, é referência em transformação digital, diversidade e governança.

Tema central. Como governos e empresas podem usar tecnologia para transformação real com inclusão

Título sugerido. Governança digital com rosto humano: IA, diversidade e inovação pública

Proposta. 1) De Big Tech ao governo: lições da transição. 2) Como IA está sendo usada no setor público brasileiro. 3) Diversidade como driver de inovação, não como compliance. 4) O papel do RS como laboratório de inovação pública.

Por que convidar. Trajetória única: Google, Microsoft, Forbes Under 30, 2x TEDx Speaker e agora Secretária de Estado. Combina visão corporativa com experiência em políticas públicas. Voz forte em diversidade e governança digital.

Público. Gestores públicos; líderes de transformação digital; executivos de Big Tech; formuladores de políticas; comunidade tech

LF
Tecnologia10 pend.

Lorram Carlos Félix

CEO e cofundador da Kirvano (plataforma para criadores de conteúdo)

Brasil (base a confirmar)

Profissionalização do creatoreconomia criadoranovos modelos de rendaempreendedorismo digital
Plenária 2 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Defende a profissionalização do criador como pequena empresa digital — criar com intenção, com estratégia, modelo de negócio e gestão financeira.

Tema central. O creator como pequena empresa — profissionalização e renda

Título sugerido. A confirmar após alinhamento

Proposta. A definir. A partir do repertório: por que criar virou profissão; o creator como PME digital; monetização, gestão e planejamento; o que o pequeno negócio pode copiar.

Por que convidar. Recorte de profissionalização do creator, com olhar de fundador de plataforma. Ressalva: confirmar base, disponibilidade e experiência de palco.

Público. Creators e pequenos negócios digitais; comunicação e marketing; jovens empreendedores

Lourenço Bustani
Gente3 pend.

Lourenço Bustani

Cofundador da Mandalah, consultoria global de inovação consciente | Eleito pela Fast Company entre as 100 pessoas mais criativas dos negócios (2012)

São Paulo / SP (atuação global)

Inovação conscientepropósito e valor compartilhadoestratégia centrada no humanocultura e transformação organizacionaldesign de negócios com impacto
Sala Tec 2 médioPlenária 1 médioSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Cofundador da Mandalah, consultoria global de inovação consciente criada em 2006, que ajuda organizações a colocar o elemento humano no centro da estratégia de negócio. Formado em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade da Pensilvânia, com estudos paralelos em administração na Wharton, foi eleito pela Fast Company em 2012 uma das 100 pessoas mais criativas do mundo dos negócios, e a Mandalah já figurou entre as empresas mais inovadoras do mundo pela mesma revista. Defende, com casos concretos, que propósito e lucro andam juntos — e é crítico do uso do propósito como camada de marketing.

Tema central. Como colocar o elemento humano no centro da estratégia sem abrir mão de resultado

Título sugerido. Propósito e lucro andam juntos (quando não é marketing)

Proposta. 1) O que é inovação consciente e o que ela não é. 2) Por que a maioria dos discursos de propósito não resiste ao primeiro trimestre ruim. 3) Valor compartilhado: a lógica econômica por trás. 4) Casos internacionais e brasileiros. 5) Como envolver o humano em decisões de produto e serviço. 6) O que muda na cultura interna. 7) Primeiros movimentos possíveis.

Por que convidar. Traz repertório internacional e rigor de consultoria a um tema — propósito — que costuma ser tratado de forma vaga em eventos. Complementa bem Rony Meisler: um fala do lado de dentro de uma marca, o outro do lado de fora, com visão de portfólio de clientes globais.

Público. Lideranças executivas; áreas de estratégia, inovação e marketing; empreendedores de médio porte; áreas de ESG

LG
Gente2 pend.

Luana Génot

Fundadora e diretora-executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR)

Rio de Janeiro / RJ

Equidade racial e diversidaderaça e mercado de trabalhopertencimento e cultura institucionalESG e conselhosletramento racial
Plenária 1 médioSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Uma das principais lideranças de equidade racial do país, sempre embasada em bibliografias e dados. O ID_BR impacta cerca de 700 mil colaboradores por ano. Palestrou em Davos (2025) e fala inglês e francês. Registro construtivo — apoia lideranças a tirar boas intenções do papel.

Tema central. Quem somos e quem cabe — diversidade como ativo do Sistema

Título sugerido. Casa de todo mundo: equidade e pertencimento em quem o Sebrae é

Proposta. 1) O que os dados dizem sobre raça e mercado de trabalho no Brasil. 2) Diversidade como ativo, não como pauta reputacional. 3) Pertencimento — quem se vê representado numa instituição. 4) De boas intenções a políticas concretas. 5) O que muda quando 27 realidades se reconhecem como necessárias. 6) Provocação final sobre quem o Brasil precisa que o Sebrae seja.

Por que convidar. Ponte direta entre economia/mercado e identidade/pertencimento — exatamente o Momento 1 e o tema 'casa de todo mundo', com dados e registro afetuoso. Agrega gênero e raça. Precisão: o número 'US$ 12 trilhões' que costuma citar é do McKinsey e refere-se a equidade de GÊNERO (não racial); a projeção '166 anos / 2190' é do próprio ID_BR — registrar corretamente ao divulgar.

Público. Alta liderança e conselhos; áreas de diversidade e ESG; RH e cultura; público amplo de plenária

Luana Ozemela
Gente4 pend.

Luana Ozemela

Economista | Vice-presidente de Impacto e Sustentabilidade do iFood | Ex-Banco Interamericano de Desenvolvimento

São Paulo / SP (origem no Morro da Cruz, periferia de Porto Alegre/RS)

Economia da desigualdade racialdiversidade com dados e retorno mensurávelimpacto e sustentabilidade corporativatecnologia como instrumento de inclusãodesenvolvimento econômico
Sala Tec 1 médioPlenária 1 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Economista com carreira internacional no Banco Interamericano de Desenvolvimento, onde trabalhou desigualdade racial e desenvolvimento, hoje é vice-presidente de impacto e sustentabilidade do iFood. Saiu do Morro da Cruz, na periferia de Porto Alegre, e construiu trajetória que une rigor econômico e agenda de equidade — sua marca é tratar diversidade com dados e retorno mensurável, e não como pauta reputacional. Defende tecnologia como instrumento de inclusão, tese que aplica dentro de uma das maiores plataformas digitais do país.

Tema central. Desigualdade racial como questão econômica e tecnologia como instrumento de inclusão

Título sugerido. O que a economia diz sobre desigualdade (e o que as empresas insistem em não medir)

Proposta. 1) O custo econômico da desigualdade racial no Brasil. 2) Diversidade medida com dados e retorno, não com campanha. 3) O que se aprende sobre desenvolvimento em um banco multilateral. 4) Tecnologia e plataformas como instrumento de inclusão — e onde falham. 5) Impacto e sustentabilidade dentro de uma empresa grande. 6) O que instituições de fomento podem fazer diferente.

Por que convidar. Perfil raro: junta credencial econômica internacional, execução dentro de uma grande empresa de tecnologia e trajetória pessoal periférica. Fala a linguagem de dados que convence conselho e a linguagem de origem que conecta com a base. Uma das indicações com maior potencial de gerar desdobramento concreto para uma instituição de fomento.

Público. Alta liderança e conselhos; áreas de ESG, impacto e diversidade; economia e desenvolvimento; empreendedores de plataforma

LZ
Gentetambém MC1 pend.

Luana Zuculoto

Humorista, atriz, roteirista e criadora de conteúdo | Ex-especialista em marketing

São Bernardo do Campo / SP

Humor corporativomundo do trabalhocomunicação organizacionalvida profissional e carreirareinvenção profissional
Mestre de Cerimônia médioSala Gente 1 baixoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Formada em Publicidade e Propaganda pela Cásper Líbero e em teatro pelo Wolf Maia. Trabalhou 8 anos como CLT em marketing antes de se dedicar à comédia. Viralizou nas redes sociais satirizando o universo corporativo — reuniões, RH, cultura empresarial, "mentiras do mundo do trabalho". Apresenta o espetáculo de stand-up "Esse Show Poderia Ser um E-mail", que transforma os dramas do dia a dia corporativo em uma sequência de risadas. Eleita Forbes Under 30 2024 na categoria Artes Dramáticas. Tem mais de 5 milhões de seguidores no Instagram e forte presença no TikTok e YouTube. Sua força está em traduzir com humor inteligente e afiado as dores do profissional contemporâneo.

Tema central. O universo corporativo em chave de humor: o que aprendemos rindo sobre o mundo do trabalho

Título sugerido. Esse Show Poderia Ser um E-mail: O Que o Humor Revela Sobre o Mundo do Trabalho

Proposta. Performance/humor + reflexão: Luana apresenta trechos de seu show "Esse Show Poderia Ser um E-mail" e depois reflete sobre o que o humor revela sobre a cultura organizacional, as dores do trabalho contemporâneo e a importância de rir para sobreviver. Conexão entre humor, saúde mental no trabalho e cultura de empresa.

Por que convidar. Traz uma perspectiva genuína e viral sobre o mundo corporativo brasileiro. Conecta com o público que vive o dia a dia do trabalho. Diferencia o evento com humor inteligente e contemporâneo. Forbes Under 30, 5M+ seguidores.

Público. Profissionais de todas as áreas, jovens profissionais, gestores, público que vive o mundo corporativo

LL
Gente

Lucas Lima

Fundador da A Tal Consultoria | Designer de Experiências | Palestrante

Rio de Janeiro / RJ

Liderançacultura organizacionalaprendizagem corporativadesign de experiênciastransformação cultural
Sala Gente 2 médioSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Especialista em liderança, cultura organizacional e aprendizagem. Designer de experiências focado em transformar ambientes corporativos através da educação.

Tema central. Como transformar cultura organizacional através de experiências de aprendizado reais

Título sugerido. Do discurso à ação: como design de experiências transforma cultura corporativa

Proposta. 1) Por que a maioria dos programas de cultura falha (e o que fazer diferente). 2) Design de experiências como ferramenta de transformação. 3) Casos reais de empresas que mudaram cultura através de aprendizado. 4) Atividade prática de design de experiência.

Por que convidar. Especialista em cultura organizacional com método próprio (A Tal Consultoria). Atuação internacional. Transforma ambientes corporativos com abordagens práticas, não teóricas.

Público. Líderes de RH e cultura; CEOs e C-level; gestores de transformação; consultores; educadores corporativos

Luciana Bazanella
Tecnologia3 pend.

Luciana Bazanella

Pesquisadora de futuros e estrategista | Autora de 'Reimaginação Radical' | Brasil Futures Forum

São Paulo / SP (a confirmar)

Estudos de futuros e imaginação de futuros desejáveisbioinspiração e ciclos da vidainovação como culturanarrativas do cuidadoreconexão ecológica
Plenária 3 altoPlenária 2 baixoSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Pesquisadora de futuros e estrategista, é coautora de 'Reimaginação Radical', livro que propõe cinco lentes para vislumbrar futuros desejáveis. Atua no Brasil Futures Forum e escreve sobre futuros, inovação e cultura. Seu recorte é distinto do de outros futuristas da lista: trabalha reconexão com ciclos da vida, bioinspiração e narrativas do cuidado, tratando inovação como cultura e não como entrega de produto — o que a coloca mais perto da pauta regenerativa do que da pauta tecnológica.

Tema central. Reconectar inovação aos ciclos da vida — futuros como ferramenta de reconexão ecológica

Título sugerido. Reimaginação radical: cinco lentes para futuros que a gente queira viver

Proposta. 1) Por que a imaginação de futuros virou competência estratégica. 2) As lentes da reimaginação radical. 3) Bioinspiração: o que sistemas vivos ensinam sobre organizar. 4) Narrativas do cuidado como método, não como tom. 5) Inovação como cultura e não como produto. 6) Reconexão ecológica na prática organizacional. 7) Exercício de imaginação com o público.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode mostrar como a inovação precisa ser reconectada com os ciclos da vida, com narrativas do cuidado, bioinspiração e tecnologias ancestrais, tratando futuros como ferramenta de reconexão ecológica. Faz a ponte entre a trilha de tecnologia e a de regeneração — posição pouco ocupada pelos demais nomes.

Público. Times de inovação e estratégia; áreas de sustentabilidade; comunicação e cultura; lideranças institucionais

LR
Tecnologia3 pend.

Luis Rollof

Fundador e CEO da Veros (plataforma Traceplay)

Santa Catarina / SC (gaúcho de origem)

Rastreabilidadeconformidade regulatória (EUDR)prova de origemblockchain e IA na cadeiaacesso a mercado
Plenária 2 altoSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. Fundou startup catarinense de rastreabilidade e conformidade regulatória. Com IA e blockchain, criou a plataforma Traceplay, que faz a checagem de conformidade de um contêiner de exportação — por exemplo para a EUDR, a regulação europeia antidesmatamento — cair de cerca de seis horas para um a dois minutos. Fala direto ao ponto do briefing: origem, dados e certificação como condição de acesso a mercado.

Tema central. Rastreabilidade como passaporte — provar origem para acessar mercado

Título sugerido. Prova de origem em minutos: a tecnologia que destrava o mercado

Proposta. 1) Por que mercados exigentes passaram a pedir prova de origem (EUDR e afins). 2) O custo de fazer isso na mão e o que a tecnologia muda. 3) Rastreabilidade, certificação e dados na prática. 4) Como o pequeno produtor entra em cadeias que antes o excluíam. 5) O que falta para escalar. 6) A oportunidade de quem se antecipa.

Por que convidar. Mostra, ao vivo, como a tecnologia de rastreabilidade destrava o acesso do pequeno produtor a mercados exigentes — a ponte exata do conteúdo (2). Rende muito em dupla com um operador de bioeconomia. Agrega região (Sul). Ressalva: confirmar experiência de palco.

Público. Produtores e exportadores; cooperativas; áreas de qualidade e compliance; agtechs e agentes de inovação

Luiza Helena Trajano
Gente4 pend.

Luiza Helena Trajano

Empresária | Presidente do conselho de administração do Magazine Luiza | Fundadora do Grupo Mulheres do Brasil

São Paulo / SP (origem em Franca/SP)

Liderança e cultura de gestãodescentralização e delegação com escutatransformação digital do varejoempreendedorismo feminino e mobilização socialsucessão e governança familiar
Plenária 1 altoSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. É uma das empresárias mais influentes do país. Liderou a transformação do Magazine Luiza de rede regional a varejista nacional e depois a plataforma digital, hoje presidindo o conselho de administração. Fundou e preside o Grupo Mulheres do Brasil, uma das maiores redes de mobilização feminina do país, e teve papel público de destaque na articulação empresarial durante a pandemia. É referência em liderança com escuta, descentralização e confiança nas equipes — modelo de gestão que ela construiu na prática, com cultura de proximidade e delegação real.

Tema central. Como liderar processos complexos com confiança e descentralização, e preparar a organização para o que ainda não tem nome

Título sugerido. Delegar com escuta: liderança em tempos sem manual

Proposta. 1) Como se constrói cultura de proximidade numa empresa que cresce muito rápido. 2) Delegação real: o que significa confiar de fato na equipe. 3) A transformação digital do varejo vista de dentro. 4) Preparar a organização para o que ainda não tem nome. 5) Mobilização e articulação — a experiência do Mulheres do Brasil. 6) Sucessão e governança em empresa de origem familiar. 7) O que ela faria diferente.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode trazer vivência em liderar processos complexos com confiança e descentralização, falando sobre colaboração real e delegação com escuta. Nome de reconhecimento nacional imediato, com forte apelo para público empreendedor e especialmente para mulheres empreendedoras. Ressalvas: agenda extremamente concorrida e necessidade de convite com antecedência longa.

Público. Empreendedores e donos de negócio; mulheres empreendedoras; lideranças e conselhos; varejo; público amplo de plenária

Maíra Blasi
Gente15 pend.

Maíra Blasi

Fundadora da Subversiva | Especialista em futuro do trabalho e novos modelos de gestão | Palestrante, professora e mentora

São Paulo / SP

Futuro do trabalho e novos modelos de gestãodescanso e produtividade sustentávelorganizações horizontaiscomunicação não violentacultura organizacional
Sala Gente 1 altoSala Gente 2 altoPlenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Fundadora da Subversiva, consultoria dedicada a práticas de trabalho evolutivas e horizontais. Tem mais de 20 anos de carreira em marketing e transformação digital, com passagens por Itaú, TIM, PagSeguro e GetNinjas em funções de inovação e mudança organizacional. É MBA em Marketing pela UFF e especialista em Comunicação Não Violenta pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Professora, palestrante e criadora de conteúdo no LinkedIn, defende publicamente que a humanidade precisa de descanso — tratando a pausa como condição de produtividade sustentável, e não como recompensa.

Tema central. Descanso como parte da cultura organizacional e ética de marca na leitura das novas gerações

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A definir após identificação. A partir da indicação: descanso como ritual e não como recompensa; culturas saudáveis e produtividade; o que as novas gerações checam antes de confiar numa marca; ações concretas versus discurso de inclusão.

Por que convidar. Os dois recortes são pertinentes e complementam bem outros nomes do painel de saúde emocional e do painel de reputação de marca. Recomenda-se confirmar identidade antes de avançar.

Público. A confirmar com a assessoria

ML
Tecnologia8 pend.

Maitê Lourenço

Fundadora da BlackRocks (aceleradora de startups de fundadores negros)

São Paulo / SP

Startups de fundadores negrosinovação e diversidadeempreendedorismo de base tecnológicaacesso a investimento
Plenária 1 baixoSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. Referência em empreendedorismo negro de base tecnológica, à frente de uma das primeiras aceleradoras de startups de fundadores negros do Brasil. Atua na interseção entre inovação, startups e diversidade no ecossistema.

Tema central. Startups de fundadores negros — inovação e acesso a investimento

Título sugerido. A confirmar após alinhamento

Proposta. A definir. A partir do repertório: por que faltam fundadores negros no ecossistema de startups; como uma aceleradora muda o funil; acesso a investimento e redes; o que instituições podem fazer.

Por que convidar. Recorte de startup e inovação dentro da economia negra, agregando mulher negra. Ressalva: confirmar cargo atual, base e vídeo de palco antes do contato.

Público. Ecossistema de startups; áreas de inovação e diversidade; investidores; jovens empreendedores

Marcelle Xavier
Gente3 pend.

Marcelle Xavier

Designer de conexões | Escritora e facilitadora | Colunista em O Futuro das Coisas e PapodeHomem

Brasil (base a confirmar)

Qualidade das relações e vínculodesign de conexõesafeto e complexidadeflorescimento humano no trabalhopotência coletiva
Sala Gente 1 baixoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Define-se como designer de conexões, trabalhando a qualidade das relações como campo de intervenção — não como consequência de outras coisas. Escreve regularmente em O Futuro das Coisas e no PapodeHomem, além de manter newsletter e produção própria sobre vínculo, memória e afeto. Sua abordagem une afeto, complexidade e ação estratégica, sustentando que regenerar relações é a base de qualquer transformação real dentro de uma organização.

Tema central. Como a qualidade das relações impacta potência coletiva, inovação e florescimento das pessoas no trabalho

Título sugerido. Design de conexões: cuidar do vínculo é estratégia

Proposta. 1) Por que a qualidade das relações é o fator mais subestimado de desempenho. 2) O que significa desenhar conexões dentro de uma organização. 3) Afeto e complexidade — como os dois convivem numa decisão estratégica. 4) Florescimento: além de engajamento e satisfação. 5) O que trava a potência coletiva de um time. 6) Práticas concretas de regeneração de relações.

Por que convidar. Conforme a indicação: território natural do trabalho dela, unindo afeto, complexidade e ação estratégica para mostrar que regenerar relações é base para qualquer transformação real. Ressalva: perfil de menor exposição pública — vale checar experiência de palco e formato preferido antes de reservar espaço de plenária.

Público. Lideranças e RH; times em reconstrução; áreas de cultura; facilitadores internos

MG
Gente3 pend.

Maria Helena Galvão

Professora de Filosofia | Palestrante | Escritora | Voluntária da Nova Acrópole do Brasil

Brasília / DF (a confirmar)

Filosofia aplicada à vidaética e valoresdesenvolvimento humano e pessoalcultura e simbologialiderança e autoconhecimento
Sala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. ATENÇÃO: perfil com baixa presença pública digital – pode haver confusão de nomes (existe Lúcia Helena Galvão, filósofa da Nova Acrópole com forte presença, e uma Maria Helena Galvão da UFPE, professora de Saúde Coletiva). Com base no contexto da indicação (Sugestões Ana Aciiole) e nas referências encontradas, trata-se provavelmente de uma professora e palestrante de filosofia ligada à Nova Acrópole do Brasil. Ministra palestras sobre filosofia aplicada à vida cotidiana, ética, desenvolvimento humano e cultura. Atua há anos na formação de pessoas através da filosofia como ferramenta de transformação pessoal e social. Possui mais de 900 palestras publicadas no YouTube da Nova Acrópole (referência coletiva do grupo).

Tema central. Filosofia como ferramenta de transformação pessoal e social no século XXI

Título sugerido. A Filosofia Que Faz a Vida Funcionar: Como Pensadores Clássicos Podem Transformar Seu Dia a Dia

Proposta. Palestra sobre como a filosofia clássica (estoicismo, platão, aristóteles) pode ser aplicada ao cotidiano contemporâneo. Discutir hábitos, reflexão, ética e autoconhecimento como pilares para uma vida mais plena e uma liderança mais consciente. Conectar filosofia com desafios atuais: polarização, ansiedade, busca por propósito.

Por que convidar. Traz uma perspectiva filosófica e humanista que pode enriquecer o debate sobre pessoas, ética e desenvolvimento humano no evento. A filosofia como ferramenta prática de transformação é um diferencial em um festival focado em futuro.

Público. Profissionais de RH, líderes, educadores, pessoas interessadas em desenvolvimento pessoal e pensamento crítico

Maria Paula
Gente8 pend.

Maria Paula

Atriz, humorista e apresentadora

Rio de Janeiro / RJ

Humor e comunicaçãotrajetória e reinvenção de carreiramulheres em ambientes masculinoscriatividadecomunicação e presença
Mestre de Cerimônia altoMediação baixo
ver ficha

Resumo. Atriz, humorista e apresentadora com longa carreira em televisão e teatro, conhecida do grande público pela passagem pelo Casseta & Planeta e por trabalhos em humor e apresentação. Em palestras e conversas públicas, costuma trabalhar temas ligados a trajetória, reinvenção de carreira, humor como ferramenta de comunicação e o lugar da mulher em ambientes historicamente masculinos — o humor televisivo brasileiro sendo um deles. OBSERVAÇÃO: o nome veio na lista sem tema associado; o recorte sugerido aqui é uma hipótese de curadoria e deve ser validado com ela ou com a assessoria antes de anunciar.

Tema central. Trajetória, humor e reinvenção profissional

Título sugerido. A confirmar com a assessoria — sugerir após alinhamento de tema

Proposta. A definir com a palestrante. Sugestão: humor como ferramenta de comunicação e vínculo; reinvenção de carreira; o que se aprende ao trabalhar em equipe criativa de alta pressão.

Por que convidar. Nome de reconhecimento nacional imediato, com apelo de mídia e capacidade de aliviar o ritmo de uma programação densa. Melhor aproveitada em formato de conversa do que em palestra expositiva. Ressalva: sem tema definido, o risco de participação genérica é real — vale alinhar recorte antes de fechar.

Público. Público amplo de plenária; equipes de comunicação e marketing; pautas de diversidade e carreira

Maryana com Y
Gentetambém MC4 pend.

Maryana com Y

Humorologista, palestrante e comunicadora | Fundadora do HumorLab

São Paulo / SP

Humor aplicado às organizaçõesfelicidade e bem-estar no trabalhocomunicação leve e cultura organizacionalacessibilidadeclima organizacional e engajamento
Mestre de Cerimônia altoSala Gente 1 médio
ver ficha

Resumo. Apresenta-se como a primeira humorologista do país e é fundadora do HumorLab, que trabalha o riso como ferramenta de resolução de desafios no ambiente de trabalho. Une humor, comunicação e ciência do bem-estar para provocar mudanças de clima e de cultura organizacional, e também atua com pautas de acessibilidade. Sua tese prática é que alegria é vantagem corporativa mensurável, não distração — e ela sustenta isso com dinâmicas aplicadas, não só com discurso. ATENÇÃO à grafia: Maryana, com Y no começo também.

Tema central. Humor e felicidade como ferramentas estratégicas de mudança cultural

Título sugerido. Rir é coisa séria: humor como ferramenta de cultura e regeneração

Proposta. 1) O que a ciência diz sobre riso, estresse e desempenho. 2) Humor como ferramenta de resolução de conflito. 3) Comunicação leve sem perder seriedade no conteúdo. 4) Clima organizacional: sinais de que algo travou. 5) Dinâmicas aplicáveis no dia a dia do time. 6) Acessibilidade e humor — quem ri e de quem se ri. 7) Prática com o público.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode mostrar como utilizar humor e felicidade de forma estratégica para gerar mudanças culturais, com exemplos práticos de comunicação leve como ferramenta de regeneração e inovação. Boa opção para equilibrar uma programação com muitos temas pesados — clima, violência, colapso ambiental —, dando respiro sem perder o fio.

Público. Times e lideranças; RH e cultura; público amplo de plenária; áreas de comunicação interna

MA
Gente

Michel Alcoforado

Antropólogo do Consumo | Sócio-fundador da Consumoteca | Palestrante

Rio de Janeiro / RJ

Antropologia do consumocomportamento de consumotendências culturaiselite e desigualdadecultura de marca
Plenária 1 altoSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Antropólogo do consumo e sócio da consultoria Consumoteca. Especialista em decifrar comportamentos de consumo e tendências culturais para estratégias de negócios e inovação.

Tema central. Como o comportamento do consumidor brasileiro está mudando e o que isso revela sobre nossa cultura

Título sugerido. Coisa de brasileiro: o que o consumo revela sobre quem somos

Proposta. 1) O Brasil que compra: como o consumo reflete identidade, desigualdade e aspiração. 2) As elites brasileiras: códigos, rituais e o que "ser rico" significa hoje. 3) Como marcas podem entender o consumidor brasileiro com antropologia.

Por que convidar. Antropólogo com capacidade única de traduzir comportamento de consumo em insights práticos para negócios. Autor do best-seller "Coisa de Rico". Colunista CBN. Engaja público corporativo com dados e humor.

Público. Executivos e líderes comerciais; profissionais de marketing e branding; fundadores de startups; consultores

MA
Território3 pend.

Michele Lins Aracaty

Economista; professora da UFAM; presidente do CORECON-AM/RR; 'Economista do Ano de 2024'

Manaus / AM

Bioeconomiadesenvolvimento regional e sustentávelnovas economiaspolo industrial e biodiversidadepolíticas públicas de desenvolvimento
Plenária 2 altoSala Território 1 médio
ver ficha

Resumo. Economista amazonense especializada em bioeconomia, desenvolvimento regional e novas economias. Primeira mulher a presidir o CORECON-AM/RR e reconhecida como Economista do Ano de 2024. Painelista de destaque em congressos nacionais e coautora da 'Carta dos Economistas da Amazônia' levada à COP30. Lê o cenário econômico regional com dados.

Tema central. A economia que nasce nas regiões — bioeconomia e desenvolvimento do Brasil real

Título sugerido. O Brasil que produz onde ninguém olha: economia regional e bioeconomia

Proposta. 1) O que os dados mostram sobre a economia regional amazônica. 2) Bioeconomia como novo mercado, não como discurso. 3) O elo entre biodiversidade e produção. 4) Desenvolvimento regional e o lugar do pequeno negócio. 5) O que a Carta dos Economistas da Amazônia propõe. 6) Provocação sobre um desenvolvimento que parte das regiões.

Por que convidar. Agrega gênero e região Norte com lastro de dados e autoridade institucional — combinação rara e diretamente ligada ao conteúdo (3) da Magna. Ressalva importante: não foi localizado vídeo de keynote solo em plenária grande — solicitar reel antes de decidir espaço de plenária.

Público. Áreas de desenvolvimento regional e sustentabilidade; setor público; empreendedores da bioeconomia; academia

Michele Simões
Gente6 pend.

Michele Simões

Empreendedora e especialista em moda inclusiva

A confirmar com a assessoria

Moda inclusiva e adaptadaacessibilidade e designempreendedorismo com propósitoautonomia de pessoas com deficiênciamercado e representatividade
Plenária 1 baixoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Empreendedora que atua com moda inclusiva, campo dedicado a roupas pensadas para pessoas com deficiência — pauta que combina design, autonomia e dignidade, e que praticamente não aparece em programações de eventos de negócios. Sua formulação, em entrevista, define bem o enquadramento: somos pessoas, e a deficiência é apenas uma característica. OBSERVAÇÃO: presença pública limitada; confirmar marca, cidade e disponibilidade com o indicante.

Tema central. Acessibilidade e representatividade de pessoas com deficiência no mercado e no design de produto

Título sugerido. A deficiência é apenas uma característica

Proposta. 1) O que é moda inclusiva e por que o mercado a ignorou por décadas. 2) Design adaptado: soluções concretas. 3) Autonomia e dignidade no ato de se vestir. 4) O tamanho real desse mercado no Brasil. 5) Representatividade em campanha e em produto. 6) Como pequenos negócios podem incluir sem grandes investimentos.

Por que convidar. Preenche uma lacuna evidente: entre quase cem nomes indicados, a pauta de deficiência e acessibilidade praticamente não aparece. O recorte é concreto, aplicável a qualquer negócio de produto ou serviço, e conversa diretamente com público empreendedor. Ressalva: confirmar identidade, marca e experiência de palco.

Público. Empreendedores de moda e produto; áreas de diversidade e acessibilidade; design; varejo

Miguel Nicolelis
Tecnologia3 pend.

Miguel Nicolelis

Neurocientista | Criador do Walk Again Project | Professor e pesquisador em interfaces cérebro-máquina

São Paulo / SP e Estados Unidos (atuação internacional)

Neurociência e interfaces cérebro-máquinaneurorreabilitaçãotecnologia assistiva e inclusãolimites da inteligência artificialciência brasileira e política científica
Sala Tec 2 altoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Neurocientista brasileiro de projeção internacional, é o criador do Walk Again Project, que ficou mundialmente conhecido em 2014 quando um paciente paraplégico deu o pontapé inicial da Copa do Mundo usando um exoesqueleto controlado pelo próprio cérebro. O projeto se desdobrou em protocolos de neurorreabilitação que devolveram movimento a pacientes com lesão medular crônica, com resultados replicados também fora do Brasil. Pesquisa interfaces cérebro-máquina há décadas e é uma das vozes brasileiras mais conhecidas na fronteira entre neurociência, tecnologia e o debate sobre os limites da inteligência artificial — sobre a qual mantém posição notoriamente crítica.

Tema central. O que a neurociência já consegue fazer pelo corpo humano — e o que a inteligência artificial não é capaz de fazer

Título sugerido. Voltar a andar: o cérebro, a máquina e o que ainda nos separa dos computadores

Proposta. 1) Como funciona uma interface cérebro-máquina, explicada de forma simples. 2) O Walk Again Project: da hipótese ao pontapé da Copa. 3) Os resultados de neurorreabilitação em pacientes crônicos. 4) Por que o cérebro não é um computador — a crítica ao determinismo da IA. 5) Tecnologia assistiva e inclusão de pessoas com deficiência. 6) O papel da ciência brasileira e o custo de não investir nela. 7) Ética: até onde ir.

Por que convidar. Combinação rara de fronteira científica com resultado humano visível e comovente — é o tipo de palestra que a plateia lembra anos depois. Também traz contraponto qualificado ao entusiasmo acrítico com IA, o que enriquece uma programação que tenha vários nomes de tecnologia. Ressalva: agenda internacional e cachê elevados; confirmar viabilidade cedo.

Público. Público amplo de plenária; profissionais de saúde e reabilitação; comunidade científica e estudantes; empresas de tecnologia; pautas de inclusão e acessibilidade

MB
Território1 pend.

Monica de Bolle (Monica Baumgarten de Bolle)

Economista; senior fellow do Peterson Institute (PIIE); professora adjunta na Johns Hopkins (SAIS)

Washington D.C. (EUA) / Rio de Janeiro (RJ)

Macroeconomia globalgeopolítica e comérciodesigualdade e produtividadeclima e economiasaúde pública
Plenária 1 altoPlenária 2 baixoSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Uma das vozes brasileiras mais ouvidas em macroeconomia global, geopolítica, comércio e desigualdade, com foco em como choques externos afetam economias emergentes. Comunicadora multiplataforma que democratiza conceitos complexos de economia internacional. Registro descrito como assertivo, sofisticado e provocativo.

Tema central. A economia global que chega ao balcão do pequeno negócio

Título sugerido. O mundo mudou de lugar: geopolítica e economia na vida de quem empreende

Proposta. 1) Onde a economia global está e para onde vai. 2) Geopolítica, comércio e cadeias — o que se reorganizou e por quê. 3) Como isso chega ao câmbio, ao crédito e ao custo do pequeno negócio. 4) Desigualdade e produtividade no Brasil. 5) Riscos e oportunidades para as regiões. 6) O que o Sistema precisa ler no cenário para se antecipar.

Por que convidar. Autoridade internacional para o conteúdo de geopolítica e macroeconomia da Magna, com didatismo raro. Ressalvas: mora nos EUA (agenda internacional); registro mais técnico/duro — confirmar a dimensão afetuosa e de respeito institucional que o briefing pede. Fala português.

Público. Alta liderança e conselhos; áreas de estratégia e inteligência; setor financeiro; público amplo de plenária

ME
Gente2 pend.

Monique Evelle

Empreendedora, investidora e educadora; cofundadora da Inventivos; investidora ('Shark') no Shark Tank Brasil

Salvador / BA (atuação também em São Paulo / SP)

Inovação e empreendedorismoempreendedorismo negro e periféricofuturo do trabalhodiversidade e impacto socialeconomia criativa
Plenária 1 altoPlenária 2 baixoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Forbes '30 under 30' e LinkedIn Top Voices, listada pela Bloomberg Línea entre as pessoas mais influentes da América Latina e reconhecida pelo MIPAD/ONU. Referência em inovação, empreendedorismo negro e futuro do trabalho, com foco em diversidade e impacto social. Já trabalhou com Nubank, iFood e Google.

Tema central. O novo empreendedor brasileiro — quem empreende hoje e como decide

Título sugerido. Quem empreende agora: o Brasil jovem, negro e periférico que reinventa o mercado

Proposta. 1) Quem é o empreendedor brasileiro que o Sistema aprendeu tarde a enxergar. 2) Inovação a partir da periferia e da diversidade. 3) Novos comportamentos de consumo e de trabalho. 4) O que muda quando quem cria os produtos muda. 5) Diversidade como motor econômico, não como pauta. 6) Provocação final sobre quem o Brasil precisa que o Sebrae seja.

Por que convidar. Diversidade plena (gênero, raça, região Nordeste, juventude) com energia de palco e registro afetuoso e gerador, aterrissando novas lógicas de empreender e consumir. Ressalva: perfil mais empreendedorismo/inovação que macro/dados de cenário — combina bem com uma voz de dados na abertura.

Público. Jovens e empreendedores; áreas de inovação e diversidade; economia criativa; público amplo de plenária

Morena Mariah
Gente3 pend.

Morena Mariah

Pesquisadora, escritora e artista multimídia | Referência brasileira em Afrofuturismo | Instituto Afrofuturo

Rio de Janeiro / RJ

Afrofuturismoancestralidade africana e diásporainstalações imersivas e arte multimídiaidentidade e pertencimento em espaçosimaginação de futuros
Plenária 3 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Pesquisadora, escritora e artista multimídia, é a principal referência brasileira em Afrofuturismo. Explora narrativas de ancestralidade africana por meio de instalações imersivas que combinam música, artes visuais e performance para criar ambientes simbólicos de pertencimento e transformação cultural. Sua tese, formulada em entrevista, é que a única forma de chegar ao futuro é criando agora as condições para mudar o curso da história — Afrofuturismo, para ela, é ferramenta do presente e não fantasia. Trabalho especialmente potente para pensar como cores, sons e símbolos ancestrais produzem sensação de acolhimento e identidade em ambientes institucionais.

Tema central. Como cores, sons e símbolos ancestrais criam ambientes de acolhimento e pertencimento

Título sugerido. Afrofuturo: reimaginar o espaço institucional

Proposta. 1) O que é Afrofuturismo e por que ele é sobre o presente. 2) Ancestralidade africana como tecnologia de futuro. 3) Ambientes que acolhem: cor, som, símbolo e memória. 4) Instalações imersivas — como se constrói uma experiência de pertencimento. 5) Reimaginar cenários institucionais fundindo tradição e estética futurista. 6) O que muda quando um espaço deixa de ser neutro.

Por que convidar. Conforme a indicação: mostra como cores, sons e símbolos ancestrais geram acolhimento e identidade, e reimagina cenários institucionais fundindo tradições africanas com estética futurista. É a indicação com maior potencial de virar experiência física no evento — vale pensar em instalação, não só em palestra.

Público. Áreas de cultura, comunicação e experiência; diversidade e ESG; jovens e público criativo; produção e cenografia do evento

Murilo Gun
Gentetambém MC5 pend.

Murilo Gun

Humorista, criativo e educador | Fundador da Keep Learning School | Palestrante em criatividade

São Paulo / SP (origem em Recife/PE)

Criatividade e processo criativoaprendizagem contínuainteligência emocionalcomunicação não violentaautoconhecimento
Mestre de Cerimônia altoSala Gente 2 médioSala Gente 1 baixo
ver ficha

Resumo. Humorista de formação e educador por escolha, fundou a Keep Learning School e é um dos palestrantes brasileiros mais requisitados em criatividade e aprendizagem. Combina stand-up com conteúdo de fato estruturado, o que lhe permite tratar temas densos — inteligência emocional, comunicação não violenta, autoconhecimento, criatividade relacional — sem que a plateia perceba o peso. É um dos poucos nomes capazes de costurar assuntos de saúde emocional e relações humanas mantendo o público leve e atento.

Tema central. Criatividade relacional, autoconhecimento e a regeneração das conexões humanas no trabalho e na vida

Título sugerido. Vínculos menos tóxicos, mais férteis

Proposta. 1) Por que criatividade é relacional e não individual. 2) Inteligência emocional sem clichê. 3) Comunicação não violenta aplicada a conflito real. 4) Autoconhecimento: enxergar-se com mais verdade. 5) O que torna um vínculo tóxico e o que o torna fértil. 6) Aprender continuamente como postura, não como curso. 7) Prática com o público.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode, com humor, leveza e profundidade, costurar inteligência emocional, comunicação não violenta, criatividade relacional, autoconhecimento e regeneração das conexões humanas, convidando as pessoas a se enxergarem com mais verdade. Resolve bem o problema de fechar uma programação densa sem esvaziar o conteúdo.

Público. Público amplo de plenária; times e lideranças; jovens; áreas criativas

NU
Território

Natalie Unterstell

Especialista em política climática · presidente do Instituto Talanoa

Rio de Janeiro / RJ

Adaptação climática como decisão econômicaresiliência de setores e territóriospolítica e governança climáticafinanciamento e agenda de açãoantecipação de riscos climáticos
Sala Território 2 altoPlenária 2 médioPlenária 3 baixo
ver ficha

Resumo. Especialista em política climática, é fundadora e presidente do Instituto Talanoa, primeiro think tank brasileiro dedicado a políticas de clima. Mestre em Administração Pública pela Harvard Kennedy School e graduada pela FGV, foi negociadora do Brasil na UNFCCC e diretora de desenvolvimento sustentável da Presidência, onde liderou o programa Brasil 2040 de adaptação climática — considerado um dos mais ambiciosos do país em blindar setores da economia contra o clima. Sua marca é tratar adaptação como decisão econômica concreta, e não como pauta ambiental abstrata: insiste que adaptação precisa estar lastreada em ações na economia real, mobilizando atores privados e instituições financeiras. Traz didática de palco e trânsito internacional real na agenda climática.

Tema central. Sala Território 2 (adaptação climática) [alto] · Plenária D2 final (novas economias) [médio] · Plenária 3 (encerramento) [baixo]

Título sugerido. Adaptação climática como decisão de negócio e competitividade — antecipar risco antes que ele vire prejuízo

Proposta. Adaptar é decidir: risco climático como questão de competitividade, não de meio ambiente

Por que convidar. 1) Por que adaptação deixou de ser pauta ambiental e virou decisão econômica. 2) O que é risco climático de negócio — e por que o pequeno negócio é o mais exposto. 3) Dados, mapas e cenários para antecipar risco antes do evento. 4) Adaptação lastreada na economia real: crédito, seguro e instrumentos de proteção. 5) Adaptação como oportunidade de inovação e mercado, não só como defesa. 6) O papel de instituições de fomento na resiliência dos territórios.

Público. Dá a moldura da sala sem escorregar para o registro ambiental que a sala explicitamente quer deixar para trás: ela fala a língua de decisão, risco e competitividade. Autoridade técnica e política real (Brasil 2040, negociações da UNFCCC, think tank de referência) somada a didática de palco. Ancora a tese melhor do que um economista do clima em chave macro, porque conecta diagnóstico a ação na economia real — exatamente a ponte que o briefing pede.

Nátaly Neri
Gentetambém mediador(a)3 pend.

Nátaly Neri

Comunicadora, escritora e pesquisadora | Criadora do canal 'Afros e Afins' | Mestre em Ciências Sociais

São Paulo / SP

Representatividade e negritudeconsumo consciente e crítica de mídiacomunicação e cultura digitalraça, gênero e classeposicionamento autêntico de marcas
Plenária 1 médioMediação baixo
ver ficha

Resumo. Comunicadora, escritora e pesquisadora, ficou conhecida pelo canal 'Afros e Afins', um dos primeiros e mais influentes espaços de discussão sobre negritude, consumo e cultura no YouTube brasileiro. Tem formação em ciências sociais e serviço social, e sua produção articula raça, gênero, consumo consciente e crítica de mídia com rigor analítico incomum para o formato. É voz de referência entre a juventude negra e uma das poucas capazes de tratar de marcas e representatividade sem cair nem no marketing nem na denúncia genérica.

Tema central. Como marcas se reposicionam de forma autêntica, com ações concretas de inclusão e não apenas discurso

Título sugerido. Além do discurso: representatividade que gera conexão de verdade

Proposta. 1) O que as novas gerações realmente checam antes de confiar numa marca. 2) Representatividade em campanha versus representatividade na estrutura. 3) Consumo consciente e o poder de escolha do público jovem negro. 4) Crítica de mídia: como as imagens formam percepção. 5) Alinhar valores e prática — o que isso custa. 6) Conexões verdadeiras com públicos diversos.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode provocar sobre como marcas e instituições precisam alinhar valores à ação prática, e como a representatividade real gera conexões verdadeiras com diferentes públicos. Complementa Ana Minuto — Ana traz o olhar corporativo e de consultoria; Nátaly traz o olhar de comunicação, consumo e cultura jovem.

Público. Marketing e comunicação; áreas de diversidade; jovens e criadores de conteúdo; empreendedores de marcas voltadas ao público jovem

Nath Finanças
Gente3 pend.

Nath Finanças

Economista, educadora financeira e criadora de conteúdo | Autora | Fortune World's Greatest Leaders

Rio de Janeiro / RJ (origem em São Gonçalo/RJ)

Educação financeira para baixa rendaendividamento e organização financeiraeconomia das periferiasautonomia financeira e juventudeempreendedorismo informal
Plenária 1 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Educadora financeira e criadora de conteúdo, construiu audiência de milhões ensinando finanças pessoais em linguagem acessível para quem ganha pouco — recorte que praticamente não existia no mercado antes dela. Autora de livros pela Intrínseca, incluindo obra infantil em parceria com Ziraldo, foi listada pela Fortune entre os maiores líderes do mundo. Sua tese é que educação financeira só funciona quando parte da realidade de quem está endividado e informal, e não do manual de quem já tem sobra — o que a torna um contraponto potente a discursos empresariais de alto nível.

Tema central. Reinvenção da lógica financeira como ferramenta de autonomia, a partir das periferias e da juventude

Título sugerido. Finanças reais para pessoas reais

Proposta. 1) Por que a educação financeira tradicional não funciona para quem ganha pouco. 2) Sair da dívida: o passo a passo real. 3) A economia das periferias — o que os manuais ignoram. 4) Empreender no informal com organização financeira. 5) Autonomia financeira e juventude. 6) Como falar de dinheiro sem humilhar quem não tem. 7) Ferramentas simples e gratuitas.

Por que convidar. Conforme a indicação: traz a perspectiva das periferias, da juventude e da reinvenção da lógica financeira como ferramenta de autonomia, servindo de contraponto potente à fala de Luiza Helena Trajano — mostrando que mudar as regras também é democratizar acesso e escuta. Se as duas entrarem, vale considerá-las num mesmo painel: o contraste entre as duas trajetórias é o conteúdo.

Público. Microempreendedores e público de baixa renda; jovens; agentes de campo do Sebrae; público amplo de plenária

Natuza Nery
Territóriotambém mediador(a)também MC3 pend.

Natuza Nery

Jornalista | Comentarista de política da GloboNews | Apresentadora do podcast 'O Assunto' (g1)

Rio de Janeiro / RJ (origem em Recife/PE)

Política e poder no Brasiljornalismo e credibilidade da informaçãobastidores de Brasíliadesinformação e confiança na imprensapodcast e novos formatos de jornalismo
Mediação altoPlenária 1 médioMestre de Cerimônia médio
ver ficha

Resumo. Jornalista de política, é uma das analistas mais influentes do país. Cobriu Brasília por anos em veículos como Folha de S.Paulo e Valor Econômico antes de ir para a Globo, onde comenta política na GloboNews e apresenta 'O Assunto', podcast diário do g1 que se tornou um dos mais ouvidos do Brasil e ajudou a consolidar o formato de jornalismo em áudio no país. Seu diferencial é a apuração de bastidor combinada com uma didática rara: explica o funcionamento do poder em linguagem que não exige que o ouvinte já saiba do que se trata.

Tema central. Cenário político e institucional brasileiro e seus efeitos concretos sobre empresas e territórios

Título sugerido. Como o poder funciona de verdade

Proposta. 1) O que move a decisão política brasileira além do que aparece no noticiário. 2) O cenário institucional e econômico do momento. 3) O que muda para pequenos negócios quando a política se mexe. 4) Credibilidade da informação num ambiente de desinformação. 5) Como nasceu 'O Assunto' e o que isso ensina sobre construir audiência com profundidade. 6) Perguntas do público.

Por que convidar. Nome de alta credibilidade e reconhecimento, com capacidade de traduzir política para plateia não especializada sem partidarizar — qualidade escassa. Além da palestra, é uma das melhores opções de toda a lista para mediar painéis: entrevista bem, corta divagação e mantém ritmo. Ressalvas: agenda concorrida, política interna da emissora para participações externas, e cuidado com o enquadramento em ano de disputa eleitoral.

Público. Lideranças empresariais e institucionais; relações institucionais e governamentais; comunicação e jornalismo; público amplo de plenária

Neca Setubal (Maria Alice Setubal)
Território1 pend.

Neca Setubal (Maria Alice Setubal)

Socióloga e educadora | Presidente do conselho da Fundação Tide Setubal | Referência em filantropia e impacto social

São Paulo / SP

Filantropia e impacto social sistêmicodesenvolvimento de territórios periféricosequidade territorialpolíticas públicas e educaçãojustiça social
Sala Território 1 altoPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Socióloga e educadora, preside o conselho da Fundação Tide Setubal e atua há décadas na promoção da justiça social e na valorização dos territórios periféricos como potências de transformação. Sua trajetória transita entre terceiro setor, filantropia, academia e diálogo institucional com políticas públicas, o que faz dela uma das principais referências brasileiras em estratégias de impacto social sistêmico. Recusa deliberadamente tanto o modelo de fundação empresarial quanto o de caridade — posição que ela própria já formulou em entrevista e que define o rigor com que trata desenvolvimento territorial.

Tema central. Desenvolvimento econômico e redução de desigualdades como uma coisa só — o empreendedorismo como instrumento de inclusão

Título sugerido. Reconstruir o pacto: territórios periféricos como potência

Proposta. 1) Por que periferia não é ausência, é potência mal reconhecida. 2) Filantropia que não é caridade nem marketing corporativo. 3) Impacto sistêmico: como se muda estrutura e não só sintoma. 4) Equidade territorial na prática — o que os dados mostram. 5) Articulação entre setor privado, público e terceiro setor. 6) O empreendedorismo como instrumento de inclusão real. 7) Revisitar a missão de uma instituição à luz do pacto social brasileiro.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode provocar o Sebrae a revisitar sua missão à luz da reconstrução do pacto social brasileiro, entendendo o apoio ao empreendedorismo como instrumento de inclusão real e regeneração coletiva. Fala a linguagem institucional com autoridade — é a indicação com maior chance de gerar desdobramento concreto dentro da organização, e não apenas reflexão.

Público. Alta liderança institucional e conselhos; áreas de ESG e impacto social; gestores públicos; terceiro setor e filantropia; academia

Nemonte Nenquimo
Território3 pend.

Nemonte Nenquimo

Liderança indígena Waorani (Equador) | Vencedora do Goldman Environmental Prize | Autora de 'We Will Be Jaguars'

Equador — Amazônia equatoriana

Direitos indígenas e territoriaisliderança de mulheres indígenasresistência a petróleo e mineraçãoreflorestamento e restauraçãoagenda climática internacional e COP
Sala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Liderança do povo Waorani, na Amazônia equatoriana, ficou conhecida mundialmente ao encabeçar a ação judicial que protegeu meio milhão de acres de território Waorani da exploração petrolífera. Recebeu o Goldman Environmental Prize em 2020 e integrou a lista das 100 pessoas mais influentes da Time. É autora do livro de memórias 'We Will Be Jaguars'. Sua atuação é conduzida a partir da organização de mulheres indígenas, unindo resistência jurídica, reflorestamento e defesa da autonomia dos povos sobre seus territórios — uma voz do Sul Global com projeção internacional real.

Tema central. Resistência e reflorestamento conduzidos por mulheres indígenas na Amazônia — e o papel das instituições na proteção do que sustenta a vida

Título sugerido. Seremos onças: território, autonomia e o direito de decidir

Proposta. 1) A vitória jurídica que protegeu meio milhão de acres. 2) Como mulheres indígenas se organizaram e mudaram o jogo. 3) Reflorestamento e restauração conduzidos pela comunidade. 4) O que significa autonomia sobre o território. 5) A agenda climática vista da floresta, não das conferências. 6) O papel das instituições na proteção do que sustenta a vida.

Por que convidar. Conforme a indicação: conecta o evento à agenda climática internacional e à COP30 com uma voz potente do Sul Global, provocando sobre o papel das instituições na proteção do que sustenta a vida. Projeção internacional (Goldman Prize, Time 100) somada a resultado concreto — não é discurso, é jurisprudência. Ressalvas: agenda internacional, tradução necessária, articulação via Amazon Frontlines ou Aliança Ceibo, e antecedência longa.

Público. Público amplo de plenária; áreas de sustentabilidade e ESG; setor público e diplomacia; imprensa; juventude e movimentos climáticos

NH
Tecnologia

Nina da Hora

Cientista da Computação | Mestra em Ciência da Computação (UNICAMP) | Pesquisadora em Ética e IA

Campinas / SP

Inteligência artificialética em IAvisão computacionalreconhecimento facialalgoritmos e discriminação
Sala Tec 2 altoSala Tec 1 médio
ver ficha

Resumo. Cientista da computação e mestra pela UNICAMP. Sua pesquisa foca em algoritmos, poder e subjetividade, com ênfase no epistemicídio computacional no reconhecimento facial. É uma voz influente na ética de dados e inteligência artificial no Brasil.

Tema central. Como algoritmos reproduzem racismo e como construir IA com responsabilidade social

Título sugerido. Algoritmos que discriminam: o epistemicídio computacional e a IA que queremos

Proposta. 1) O que é epistemicídio computacional e como algoritmos perpetuam discriminação. 2) Reconhecimento facial: riscos, vieses e regulação. 3) Como construir tecnologias que respeitam diversidade e direitos humanos.

Por que convidar. É a referência nacional em IA com viés antirracista. Combina rigor científico (mestrado UNICAMP, Stanford) com ativismo prático. Tem capacidade rara de traduzir temas técnicos para público amplo com urgência social.

Público. Lideranças de tecnologia; formuladores de políticas públicas; educadores; ativistas de diversidade; público jovem conectado com tecnologia e justiça social

NS
Tecnologia3 pend.

Nina Silva

Cofundadora e CEO do Movimento Black Money; sócia-fundadora da fintech D'Black Bank

Rio de Janeiro / SP (atuação nacional)

Black Money e circulação de renda na comunidade negrafintech e inclusão financeiratransformação digitalempreendedorismo negro
Plenária 1 médioPlenária 2 médioSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. Executiva de TI há cerca de 20 anos, com passagens por SAP, Petrobras, L'Oréal e Heineken, especializada em transformação digital. Preside o Movimento Black Money, ecossistema de inovação, empreendedorismo e educação financeira voltado à população negra, e é sócia-fundadora de uma fintech. Listada pela Forbes entre as mulheres mais poderosas do Brasil; colunista (MIT Sloan Review Brasil, UOL Economia).

Tema central. Black Money, fintech e a economia digital da população negra

Título sugerido. Dinheiro preto: fintech, inclusão e o mercado que se organiza

Proposta. 1) O que é Black Money e por que circulação de renda é economia. 2) Fintech e inclusão financeira na prática. 3) Transformação digital como alavanca do empreendedorismo negro. 4) O consumidor negro como mercado. 5) O que instituições podem fazer para incluir de verdade. 6) A oportunidade digital aberta.

Por que convidar. Une transformação digital, fintech e economia negra — o novo empreendedorismo com camada tecnológica e financeira. Perfil de palco e de dados. Agrega mulher negra.

Público. Empreendedores negros; áreas de inovação, fintech e inclusão; times de tecnologia; comunicação

Nurit Bensusan
Território3 pend.

Nurit Bensusan

Bióloga e consultora socioambiental | Pesquisadora do Instituto Socioambiental (ISA) | Escritora

Brasília / DF

Biodiversidade e conservaçãoáreas protegidas e política ambientaljustiça climáticarelação entre cultura, espécies e territóriosecossistemas e convivência
Sala Território 2 altoPlenária 2 médio
ver ficha

Resumo. Bióloga, é uma das principais especialistas brasileiras em biodiversidade, áreas protegidas e política socioambiental, com longa atuação no Instituto Socioambiental. Autora de livros como 'Conservação da biodiversidade em áreas protegidas', 'Nuances' e 'Do que é feito o encontro', escreve com uma qualidade rara na área: transforma ecologia em pensamento sobre convivência — entre pessoas, culturas e espécies. É a voz certa para tratar colapso ambiental sem catastrofismo e sem consolo fácil, ligando biodiversidade a justiça climática, cultura e tempo.

Tema central. Biodiversidade e justiça climática como base do que sustenta a vida — e o que os ambientes comunicam sobre pertencimento

Título sugerido. Do que é feito o encontro: biodiversidade, colapso e convivência

Proposta. 1) Onde estamos de fato na crise de biodiversidade. 2) Áreas protegidas: o que funciona e o que é ficção jurídica. 3) Justiça climática — quem paga a conta. 4) Ambiente como ecossistema de convivência: entre pessoas, culturas e espécies. 5) O que os espaços que construímos dizem sobre quem é bem-vindo. 6) Colapso ambiental na pauta institucional, sem medo e com cuidado. 7) O que ainda é possível fazer.

Por que convidar. Conforme as indicações: pode abrir o imaginário do público e colocar o colapso ambiental na pauta institucional sem medo, mas com cuidado, e trazer a ideia de que espaços — físicos e simbólicos — também são ecossistemas. Densidade científica somada a escrita sensível, o que evita tanto o tom técnico árido quanto o discurso vago.

Público. Áreas de sustentabilidade e ESG; setor público e política ambiental; academia e estudantes; público amplo interessado em meio ambiente

OS
Território1 pend.

Oliver Stuenkel

Professor Associado de Relações Internacionais na FGV São Paulo | Senior Fellow da Carnegie Endowment | Non-resident Fellow do Belfer Center (Harvard)

São Paulo / SP

Geopolíticaordem global pós-ocidentalBRICSpolítica externa brasileiraascensão de potências emergentes
Plenária 1 alto
ver ficha

Resumo. Germano-brasileiro e um dos principais analistas de geopolítica do Brasil. Professor Associado de Relações Internacionais na FGV São Paulo e Senior Fellow da Carnegie Endowment for International Peace. Mestre em Políticas Públicas por Harvard e doutor em Ciência Política pela Universidade de Potsdam (Alemanha). É colunista do Estadão e da Foreign Policy. Autor de "Post-Western World" (2016), livro que se tornou referência sobre a ascensão de potências emergentes e a transformação da ordem global. Escreveu também sobre BRICS e sobre a América Latina global. Em 2024 lançou "Our Continent: The Global Rise of Latin America".

Tema central. O mundo pós-ocidental e o lugar do Brasil na nova ordem global

Título sugerido. O Mundo Pós-Ocidental: Como o Brasil Pode Se Posicionar na Nova Ordem Global

Proposta. Palestra sobre a transformação da ordem global: ascensão de potências emergentes, papel dos BRICS, guerra na Ucrânia e suas consequências geopolíticas, e o posicionamento do Brasil nesse contexto. Discutir como o país pode aproveitar a transição de poder para ampliar sua influência. Incluir análise sobre o impacto da IA e da tecnologia na geopolítica contemporânea.

Por que convidar. É a principal voz brasileira em geopolítica com reconhecimento internacional. Senior Fellow da Carnegie, colunista do Estadão e Foreign Policy. Seu livro "Post-Western World" é referência global. Traz profundidade analítica e acessibilidade para públicos não-acadêmicos.

Público. Gestores públicos, líderes empresariais, formuladores de políticas, jornalistas, acadêmicos, profissionais de relações internacionais

Os Barbixas
Gentetambém MC5 pend.

Os Barbixas

Grupo de humor e improvisação teatral (trio)

São Paulo / SP

Improvisação e criatividadecolaboração e escutacomunicação e presençatolerância ao errohumor corporativo
Mestre de Cerimônia baixoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Trio de humor e improvisação teatral, referência nacional em improviso desde os anos 2000. Ficaram conhecidos pelo espetáculo 'Improvável', em que constroem cenas inteiras a partir de sugestões da plateia, e por um dos canais de humor mais longevos do YouTube brasileiro. Do ponto de vista de programação, oferecem duas coisas distintas: entretenimento de altíssima qualidade para encerramento e, num recorte mais ambicioso, uma oficina sobre os princípios do improviso — escuta, aceitação da proposta do outro, construção coletiva e tolerância ao erro — que são, sem metáfora forçada, competências diretas de colaboração e inovação em equipe.

Tema central. Colaboração, escuta e tolerância ao erro pela via do improviso teatral

Título sugerido. Improvável: humor, escuta e a arte de construir junto

Proposta. Formato espetáculo: cenas construídas ao vivo a partir de sugestões do público. Formato oficina: 1) as regras do improviso e por que elas se aplicam a qualquer equipe; 2) 'sim, e...' — aceitar e construir sobre a ideia do outro; 3) escuta ativa na prática; 4) errar em público sem travar; 5) exercícios com participação da plateia; 6) transposição para o ambiente de trabalho.

Por que convidar. Resolvem com folga o problema de encerramento de evento e, no formato oficina, entregam conteúdo real sobre colaboração — combinação difícil de achar. Alta interação com o público, o que gera memória e material de divulgação. Ressalva: exigem boa infraestrutura de palco e som, e o formato precisa ser definido cedo, porque espetáculo e oficina têm produções bem diferentes.

Público. Público amplo; equipes em processo de integração; áreas criativas e de inovação; jovens

Paulo Vicente dos Santos Alves
Território3 pend.

Paulo Vicente dos Santos Alves

Professor em tempo integral da Fundação Dom Cabral | Doutor em Administração | Autor

Nova Lima / MG (FDC) — origem e atuação também no Rio de Janeiro / RJ

Cenários prospectivos e planejamento de longo prazogeopolítica e deslocamentos globais de poderestratégia empresarial em ambientes de incerteza (VUCA)gestão públicajogos e simulações de empresas
Plenária 1 altoPlenária 3 médioSala Gente 2 médio
ver ficha

Resumo. Engenheiro mecânico pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), com mestrado (2000) e doutorado (2005) em Administração pela FGV-RJ. É professor em tempo integral da Fundação Dom Cabral desde 2010, onde leciona estratégia empresarial e gestão pública. Foi capitão do Exército e Subsecretário de Planejamento do Estado do Rio de Janeiro entre 2007 e 2009, além de consultor de grandes corporações. Já apresentou trabalhos em Harvard, INSEAD, Kellogg e St. Gallen. Autor de 'Um Século em Quatro Atos: uma projeção do século XXI', em que divide o século em quatro fases e projeta os deslocamentos de poder, tecnologia e economia de cada uma. Trabalha com cenários prospectivos e jogos de simulação — método que traduz incerteza em decisão concreta em vez de futurologia.

Tema central. Como ler o cenário global de longo prazo e transformar incerteza em decisão estratégica hoje

Título sugerido. Um século em quatro atos: onde o Brasil entra nessa história

Proposta. 1) O modelo dos quatro atos — as fases do século XXI e o que caracteriza cada uma. 2) Onde exatamente estamos agora e quais sinais indicam a virada de ato. 3) Deslocamentos de poder: EUA, China, Europa e Sul Global. 4) Tecnologia, demografia e clima como motores das transições. 5) O lugar do Brasil — vantagens reais e ilusões recorrentes. 6) Método: como construir cenários dentro da empresa, na prática. 7) Do cenário à decisão — o que fazer na segunda-feira.

Por que convidar. Oferece a camada de análise de longo prazo que costuma faltar em programações focadas no imediato, com método estruturado em vez de futurologia. Formação sólida (IME, FGV) e experiência de gestão pública dão lastro a análises que poderiam soar abstratas, e a chancela da FDC facilita a comunicação com o público executivo. Descrito na indicação como muito consistente e ótimo palestrante.

Público. Alta gestão e planejamento estratégico; conselheiros; gestores públicos; setores expostos a comércio exterior e commodities; academia e programas executivos

Peter Kronstrøm
Tecnologia4 pend.

Peter Kronstrøm

Futurista e especialista em educação e inovação | Palestrante internacional

Brasil / Dinamarca (atuação internacional)

Futuro da educação e lifelong learningfuturo do trabalhoinovação e tecnologiamodelos nórdicos de educação e bem-estartendências e cenários
Sala Gente 2 médioSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. Futurista de origem dinamarquesa com forte atuação no Brasil, trabalha educação, inovação e futuro do trabalho, com ênfase em lifelong learning — a tese de que aprendizagem contínua deixou de ser diferencial e virou condição básica de sobrevivência profissional. Circula bem no circuito corporativo e educacional brasileiro e traz repertório nórdico, com referências de sistemas educacionais e modelos de bem-estar diferentes dos habituais em eventos daqui.

Tema central. Lifelong learning como condição de sobrevivência profissional e institucional

Título sugerido. O futuro da educação já começou (e não é na escola)

Proposta. 1) Por que o modelo tradicional de formação não acompanha mais o ritmo. 2) Lifelong learning na prática, não como slogan. 3) O que os sistemas nórdicos fazem diferente. 4) Tecnologia na educação: o que funciona. 5) Requalificação em escala. 6) O papel de instituições de fomento nesse cenário.

Por que convidar. Traz perspectiva internacional e um repertório de referências nórdicas que sai do eixo EUA-China dominante nas palestras de futuro. Ressalvas: confirmar idioma da palestra e checar sobreposição com outros nomes de educação e futuro do trabalho já na lista (Flora Alves, Ligia Zotini, Tanya Stergiou).

Público. Educadores e gestores de ensino; RH e desenvolvimento; lideranças; sistemas de aprendizagem

Preta Rara (Joyce Fernandes)
Gente4 pend.

Preta Rara (Joyce Fernandes)

Rapper, historiadora, escritora e ativista | Autora de 'Eu, Empregada Doméstica'

Santos / SP

Racismo estrutural e relações de trabalhotrabalho doméstico e direitosraça, gênero e classememória e testemunhoarte como denúncia
Sala Gente 1 baixoPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Rapper, historiadora e escritora, criou o projeto 'Eu, Empregada Doméstica' a partir da própria experiência como trabalhadora doméstica, reunindo milhares de relatos que expuseram o racismo e a violência cotidiana nas relações de trabalho no Brasil — material que virou livro e referência nacional. Formada em História, une performance, música e denúncia com uma capacidade rara de tornar visível o que a sociedade brasileira aprendeu a não enxergar. Sua fala mistura arte, verdade e afeto, com força emocional que dificilmente uma palestra convencional alcança.

Tema central. Desigualdades estruturais nas relações de trabalho, raça e gênero — o que o Brasil aprendeu a não ver

Título sugerido. Eu, empregada doméstica: o que ninguém quer ouvir

Proposta. 1) A origem do projeto e os relatos que ele revelou. 2) Trabalho doméstico como espelho do racismo brasileiro. 3) O que a história explica sobre essas relações. 4) Raça, gênero e classe no cotidiano do trabalho. 5) Direitos conquistados e o que ainda não mudou. 6) Performance e leitura de trechos. 7) O que empresas e instituições podem fazer de concreto.

Por que convidar. Conforme a indicação: potência de narrativa e denúncia sobre desigualdades estruturais, especialmente nas relações de trabalho, raça e gênero, misturando performance, verdade e afeto para revelar camadas invisibilizadas do cotidiano. É uma das falas com maior impacto emocional da lista, e trata de um tema — trabalho doméstico — que atinge diretamente a realidade de boa parte do público brasileiro.

Público. Público amplo de plenária; áreas de diversidade e ESG; RH; setor público; educadores e estudantes

PZ
Território

Preto Zezé

Conselheiro da CUFA | Ativista Social | Empresário

Fortaleza / CE

Cultura de ruafavelas como centros de inovaçãoativismo socialempreendedorismo periféricojuventude e protagonismo
Sala Território 1 médioPlenária 1 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Uma das principais vozes das favelas brasileiras. Conselheiro da CUFA e empresário, foca no desenvolvimento de territórios e na conexão entre a favela e o mercado.

Tema central. As favelas como centros de inovação, cultura e protagonismo do futuro do Brasil

Título sugerido. Favela é potência: o futuro que já está sendo construído nas periferias

Proposta. 1) Como a favela se tornou centro de inovação cultural e social no Brasil. 2) A CUFA como caso de empreendedorismo social e transformação territorial. 3) Juventude periférica e protagonismo: do rap à liderança. 4) O que o Brasil pode aprender com a favela.

Por que convidar. TEDx Speaker. Presidente da CUFA. Tem história pessoal de impacto (lavador de carros a líder global) e capacidade de comunicação excepcionais. Voz autêntica das favelas com trajetória verificável.

Público. Líderes sociais e ONGs; investidores de impacto; gestores públicos; jovens empreendedores; público geral interessado em desigualdade e inovação social

Rafaella Andrade
Gente3 pend.

Rafaella Andrade

Doutora em Psicologia Organizacional pela UnB | Fundadora da SKIPO | Mentora de executivos

Brasília / DF

Segurança psicológicacultura de equipes de liderançacomportamento de lideranças e timesequipes multigeracionaissustentabilidade emocional
Sala Gente 1 altoSala Gente 2 médio
ver ficha

Resumo. Doutora em Psicologia Organizacional pela UnB, com ênfase em comportamento de lideranças e equipes, é fundadora da SKIPO e mentora de executivos de grandes organizações brasileiras. Pesquisa um tema ainda pouco explorado: a cultura das próprias equipes de liderança — o núcleo que define, na prática, o clima da organização inteira e a capacidade de acolher diferentes gerações. Trabalha segurança psicológica com base em evidências, não em slogan, o que a diferencia num campo saturado de discurso vago.

Tema central. Segurança psicológica como condição para equipes multigeracionais e sustentabilidade emocional

Título sugerido. Culturas pró-gerações: segurança psicológica que sustenta desempenho

Proposta. 1) O que é segurança psicológica — e o que costuma ser confundido com ela. 2) A cultura da equipe de liderança como origem do clima organizacional. 3) O que a evidência mostra sobre times que erram em público. 4) Gerações no mesmo time: atritos reais e falsos. 5) Como construir culturas pró-gerações. 6) Escuta, aprendizado e confiança como pilares de desempenho. 7) Diagnóstico e primeiros passos.

Por que convidar. Conforme a indicação: traz perspectiva estratégica e baseada em evidências sobre segurança psicológica como condição para equipes multigeracionais, mostrando como a cultura do núcleo de liderança influencia o clima e a capacidade de acolher diferentes gerações. Experiência prática de mentoria somada a base acadêmica sólida — perfil de conteúdo aplicável.

Público. Lideranças e alta gestão; RH e desenvolvimento; times multigeracionais; conselhos

RF
Tecnologia

Rapha Falcão

Especialista em Marketing Digital | Palestrante | Ex-Gestor do Sebrae

Maceió / AL

Marketing digitalmarketing para MPEsestratégias digitaisSebrae Digitalconsultoria de marketing
Plenária 1 médioSala Tec 2 baixo
ver ficha

Resumo. Um dos profissionais de marketing digital mais contratados do país. Especialista em estratégias para pequenos negócios e inovação digital.

Tema central. Como pequenos negócios podem usar marketing digital para crescer de forma sustentável

Título sugerido. Marketing digital para MPEs: do zero aos 10 mil reais por mês

Proposta. 1) O cenário das MPEs no Brasil: oportunidades e armadilhas digitais. 2) Estratégias de marketing digital acessíveis para pequenos negócios. 3) Lixo digital: o que funciona e o que não funciona. 4) Casos reais de MPEs que cresceram com marketing digital.

Por que convidar. O profissional mais contratado para falar de marketing para MPEs no Brasil. Palestrou em mais de 100 cidades. Ex-gestor do Sebrae Digital (4+ anos). Tem credibilidade prática com o público de pequenos empreendedores.

Público. Pequenos e médios empresários; empreendedores iniciantes; consultores de marketing; gestores de cooperativas; comunidade de interior

Raphael Rezende
Gente6 pend.

Raphael Rezende

Advogado de direitos humanos e trabalhista | Palestrante em saúde mental, bem-estar e futuro do trabalho | Conselheiro na Rede Líderes | Mentor de carreiras

Brasil (base a confirmar)

Saúde mental e bem-estar no trabalhodireito do trabalho e direitos humanosfuturo do mercado de trabalhodiversidade LGBT+carreira e mentoria
Sala Gente 1 altoSala Gente 2 baixo
ver ficha

Resumo. Empreendedor e advogado especializado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, com atuação em direitos humanos. Palestra sobre saúde mental, bem-estar e futuro do mercado de trabalho, é conselheiro na Rede Líderes e mentor de carreiras com mais de 2 mil alunas. Foi eleito Top 100 People 2024, Vozes Visionárias LGBT+ do TikTok 2024, Top 100 influenciadores de RH 2025 pelo RH Summit e LinkedIn Top Voice 2024. OBSERVAÇÃO: os dados acima vêm da indicação; a busca pública retorna vários homônimos, então vale confirmar o perfil correto antes do contato.

Tema central. Saúde mental no trabalho na fronteira entre bem-estar e direito

Título sugerido. O que a lei já diz sobre adoecer no trabalho

Proposta. 1) Saúde mental como questão jurídica, e não só de RH. 2) O que muda com o reconhecimento do burnout como doença ocupacional. 3) Responsabilidade da empresa: onde começa e onde termina. 4) Diversidade e segurança no ambiente de trabalho. 5) Futuro do mercado de trabalho e novas formas de vínculo. 6) O que gestores precisam saber para não errar.

Por que convidar. Traz ao painel de saúde emocional a camada jurídica e de risco, que costuma ser o argumento que efetivamente move organizações — complemento útil às abordagens clínicas e comportamentais dos outros nomes. Reconhecimentos recentes indicam boa presença digital e capacidade de alcance. Ressalva: confirmar identidade e experiência de palco.

Público. RH e jurídico; lideranças e gestores; áreas de diversidade; profissionais em transição de carreira

Ravi Resck
Gente3 pend.

Ravi Resck

Facilitador, educador e consultor em design organizacional | Sociocracia 3.0, pensamento sistêmico e organizações vivas

Brasil (atuação nacional e internacional; base a confirmar)

Design organizacional e organizações vivassociocracia, holacracia e Sociocracia 3.0autogestão e decisão distribuídapensamento sistêmico e complexidadecultura colaborativa e regenerativa
Sala Gente 1 altoSala Gente 2 alto
ver ficha

Resumo. Facilitador, educador e consultor especializado em design organizacional a partir de culturas vivas, colaborativas e regenerativas. Trabalha com sociocracia, holacracia, Sociocracia 3.0 e pensamento sistêmico, com produção autoral relevante — é autor de textos de referência em português sobre o tema e participa de redes internacionais como a Sociocracy For All. Sua provocação central é tirar as organizações da lógica de controle e levá-las a relações baseadas em confiança, transparência e autonomia, mudando concretamente como se decide, se escuta e se cuida dentro delas.

Tema central. Como sair da lógica de controle e construir estruturas de decisão baseadas em confiança, transparência e autonomia

Título sugerido. Quem decide o quê: design organizacional para times que se cuidam

Proposta. 1) Por que o organograma tradicional trava a organização. 2) Sociocracia e decisão distribuída na prática. 3) Como funciona uma decisão por consentimento. 4) Transparência como estrutura, não como valor de parede. 5) Autonomia com clareza de acordos. 6) Erros comuns na adoção de autogestão. 7) Exercício aplicado com o público.

Por que convidar. Conforme a indicação: provoca organizações a repensarem suas formas de decisão, escuta e cuidado. É um dos poucos nomes da lista que entrega método concreto em vez de inspiração — pode virar oficina prática com desdobramento real dentro da instituição. Ressalva: conteúdo rende muito mais em formato participativo do que em palestra de plenária.

Público. Lideranças e RH; times de inovação e cultura; gestores públicos; cooperativas (afinidade natural com governança democrática); consultores

RM
Gente2 pend.

Renato Meirelles

Presidente do Instituto de Pesquisa Locomotiva; fundador do Data Favela e do Data Popular

São Paulo / SP

Consumo e opinião pública de baixa rendaclasses emergentescomportamento e cultura popularnovos mercados regionaisempreendedorismo periférico
Plenária 1 altoSala Território 1 médioSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Comunicólogo, é um dos maiores especialistas do país em consumo e opinião pública das classes populares e emergentes. Desde 2001 conduz centenas de estudos sobre comportamento, consumo, cultura e opinião, e integrou a comissão que estudou a nova classe média (SAE/Presidência, 2012). Lê 'o Brasil dos brasileiros' que o Sebrae atende — periferias, baixa renda, novos mercados — com dados e um senso de humor que transforma o simples em extraordinário.

Tema central. O Brasil dos brasileiros que o Sebrae atende — consumo, classe e novos mercados

Título sugerido. A maioria invisível: quem consome, empreende e decide no Brasil real

Proposta. 1) Quem é, com dados, o brasileiro que o Sebrae atende hoje. 2) Como a baixa renda e as classes emergentes decidem, confiam e consomem. 3) Os muitos Brasis — periferia, interior e as economias que crescem longe dos holofotes. 4) O pequeno negócio popular como motor econômico. 5) O que muda para o Sistema quando ele enxerga essa maioria. 6) Provocação final sobre representação e escuta.

Por que convidar. Traz exatamente a ponte que a Magna pede — dados sobre o Brasil popular com registro afetuoso e humor de palco. Fala a língua do público empreendedor de base. Ressalva: um banco de palestrantes indica faixa de R$ 10 mil a R$ 20 mil; confirmar com a assessoria.

Público. Público amplo de plenária; agentes de campo do Sebrae; áreas de mercado e atendimento; empreendedorismo popular

RS
Território

Rene Silva

Fundador do Voz das Comunidades; Jornalista; Ativista Social; Forbes U30

Rio de Janeiro / RJ

Comunicação ComunitáriaAtivismo DigitalEmpreendedorismo SocialFavela
Sala Território 1 altoPlenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Jornalista e ativista, criou o Voz das Comunidades aos 11 anos, no Complexo do Alemão, por não ver a favela representada na grande mídia. Vinte anos depois, é referência nacional em comunicação comunitária, foi apontado pela Time como líder da nova geração e já palestrou em Harvard e em dois TED. Sua história é a prova viva da tese deste encerramento: um saber que nasce num território e só transforma quando encontra caminho para circular. Fecha o evento pela via do pertencimento e da continuidade, mostrando que consciência de futuros é, antes de tudo, decidir hoje pensando em quem vem depois. O que eu levo daqui que não pode morrer na minha sala?

Tema central. A comunicação como ferramenta de transformação social e econômica.

Título sugerido. Da Favela para o Mundo: O Poder da Comunicação que Transforma Realidades

Proposta. 1) História do Voz e pertencimento. 2) Ativismo Digital e políticas públicas. 3) Inovação na Periferia. 4) Marcas e Causas genuínas. 5) Jovem e o novo Brasil.

Por que convidar. Representa a nova cara do Brasil: jovem, digital e realizador. Traz frescor e autenticidade necessária.

Público. Marketing; ESG; Empreendedores Sociais; Jovens lideranças.

RA
Território2 pend.

Ricardo Abramovay

Economista; professor titular da USP (Cátedra Josué de Castro / IEE-USP); autor

São Paulo / SP

Novas economias e desenvolvimento sustentávelbioeconomia e sociobiodiversidadeeconomia circular e resíduoseconomia verde e além deladesigualdade e governança
Plenária 2 altoSala Território 2 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Um dos principais pensadores brasileiros sobre desenvolvimento sustentável e novas economias. Professor titular da USP, autor de 13 livros que atravessam bioeconomia e sociobiodiversidade ('Amazônia: por uma economia do conhecimento da natureza'), economia circular e resíduos ('Lixo Zero'), 'Muito Além da Economia Verde' e desigualdade. Sua pesquisa atual concentra-se em bioeconomia e Amazônia, defendendo a passagem da economia da destruição da natureza para a economia do conhecimento da natureza.

Tema central. As economias portadoras de futuro — da destruição à economia do conhecimento da natureza

Título sugerido. Muito além do de sempre: as economias que sustentam o futuro

Proposta. 1) Por que o modelo atual esgotou. 2) Da economia da destruição à economia do conhecimento da natureza. 3) Bioeconomia, sociobiodiversidade e o valor do que já temos. 4) Economia circular e o fim do desperdício. 5) Desigualdade como questão econômica central. 6) O que o pequeno negócio e as instituições podem fazer agora.

Por que convidar. Lê o conjunto das novas economias com autoridade rara e visão de sistema — do bioma ao digital, da floresta em pé à desigualdade. Peso intelectual para uma abertura de tese. Ressalva: registro acadêmico e denso, menos 'oportunidade prática' imediata; combina com um operador ou curador de tom mais aplicado na sequência.

Público. Público amplo de plenária; alta liderança institucional; áreas de estratégia e sustentabilidade; academia e setor público

RC
Tecnologia

Ricardo Cappra

Pesquisador de cultura analítica, cientista de dados e professor

Base do instituto nos EUA · origem e atuação no Brasil (Sul / RS)

Cultura analítica e cultura de decisãodata-driven e AI-driven além do dashboardqualidade da informação e julgamento humanodados como infraestrutura de decisãodemocratização da ciência de dados
Sala Tec 1 altoSala Tec 2 médioPlenária 3 baixo
ver ficha

Resumo. Empreendedor de tecnologia desde 1998, fundou o Cappra Institute for Data Science em 2018, centro de pesquisa, consultoria e educação que estuda as interseções entre dados, humanos e organizações. Criou o conceito de Cultura Analítica — campo que investiga como a interdependência entre pessoas, dados e máquinas transforma comportamento, decisões e cultura das organizações. Sua tese central é que empresas investem em tecnologia e seguem com os mesmos problemas de decisão, porque o desafio não é ferramenta, e sim a relação das pessoas com a informação. Seus métodos são usados por Banco do Brasil, Itaú, B3, Unilever, Ambev, Banco Mundial e Governo dos EUA. Autor de 'Rastreável' (2021).

Tema central. Sala Tec 1 (do dado ao valor) [alto] · Sala Tec 2 (era da IA) [médio] · Plenária 3 (encerramento) [baixo]

Título sugerido. Como sair de uma organização que acumula dados para uma organização que decide melhor com eles — cultura analítica, não dashboard

Proposta. Cultura analítica: por que ter dados não é decidir com dados

Por que convidar. 1) A ruptura informacional: excesso de dados, aceleração da decisão e dependência de sistemas. 2) Por que organizações não falham por falta de tecnologia, e sim por incapacidade cultural de lidar com a informação. 3) Data-driven e AI-driven de verdade: integrar dados, contexto e julgamento humano, não 'seguir números'. 4) Qualidade da informação e vieses de interpretação. 5) Indicadores que medem transformação, não só atividade. 6) O que o Sistema Sebrae precisa desenvolver para transformar evidência em escolha.

Público. É o encaixe mais preciso da lista para a tese da sala: o conceito que ele criou, Cultura Analítica, é literalmente o 'da cultura de acúmulo à cultura de decisão' do primeiro conteúdo do painel. Separa data-driven de dashboard, que é o miolo do briefing, e cobre os dois lados do eixo da sala — decisão para dentro e cultura analítica para fora — sem ficar no conceitual: traz método aplicado em grandes organizações. Sinergia com Felipe Nodari (vínculo com o Cappra Institute na planilha): Cappra dá a teoria e o estratégico, Nodari aterrissa no operacional do pequeno negócio.

Rick Chesther
Gente3 pend.

Rick Chesther

Empreendedor, palestrante e autor

Rio de Janeiro / RJ

Empreendedorismo de base e popularvendas na práticasuperação e resiliênciaeducação financeira para quem começa do zeromentalidade e reprogramação
Plenária 1 altoSala Território 1 médio
ver ficha

Resumo. Empreendedor carioca que começou vendendo água nas praias do Rio com R$ 10 emprestados, depois de trabalhar como pedreiro e em serviços gerais. Transformou a experiência de venda de rua em método e conteúdo, ganhou alcance na internet e passou a palestrar no Brasil e no exterior, incluindo passagem por Harvard. Autor de 'Pega a Visão' e 'A Favela Venceu'. Sua fala é sobre empreendedorismo de base, virada de chave mental, venda na prática e educação financeira para quem começa do zero — com uma legitimidade de origem que nenhum consultor consegue reproduzir. Funciona especialmente bem com público de pequenos negócios e empreendedorismo popular.

Tema central. Empreendedorismo popular na prática — vender, insistir e crescer sem capital inicial

Título sugerido. Pega a visão: começar com o que se tem

Proposta. 1) A história: de R$ 10 emprestados à venda na praia. 2) O que é vender de verdade — abordagem, escuta e insistência. 3) Mentalidade: o que trava quem começa. 4) Dinheiro: o básico que ninguém ensinou. 5) Redes sociais como vitrine de quem não tem loja. 6) Erros que custaram caro. 7) Primeiro passo para quem está começando agora.

Por que convidar. Conexão imediata com público de pequenos negócios e empreendedorismo popular — fala a mesma língua da plateia, o que gera identificação difícil de obter com palestrantes de perfil executivo. Alta energia de palco e história de vida genuinamente motivadora, sem soar fabricada. Excelente encaixe para eventos voltados a microempreendedores.

Público. Microempreendedores e vendedores; jovens de periferia; público de empreendedorismo popular; times comerciais

Rodrigo Hilbert
Gentetambém MC7 pend.

Rodrigo Hilbert

Ator, apresentador e modelo

Rio de Janeiro / RJ (natural de Santa Catarina)

Saber-fazer e trabalho manualculinária e alimentaçãosimplicidade e vida cotidianacomunicação e imagem pública
Mestre de Cerimônia médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Ator, modelo e apresentador, conhecido nacionalmente pelo programa de culinária 'Tempero de Família' e pela imagem pública de alguém que 'faz de tudo' — cozinha, marcenaria, construção, trabalhos manuais. Essa persona rendeu um fenômeno cultural próprio e, do ponto de vista de curadoria, abre um ângulo interessante e pouco explorado: habilidade manual, trabalho artesanal e o valor do saber-fazer num tempo de terceirização e digitalização de tudo. OBSERVAÇÃO: veio na lista sem tema associado; o recorte precisa ser alinhado com ele ou com a assessoria — sem isso, o risco de virar presença decorativa é alto.

Tema central. O valor do trabalho manual e do saber-fazer num mundo terceirizado

Título sugerido. A confirmar com a assessoria — sugerir após alinhamento de tema

Proposta. A definir. Sugestão: o prazer e a economia do saber-fazer; comida como cultura e como negócio; pequenos ofícios e produção artesanal; o que a habilidade manual ensina sobre paciência e processo.

Por que convidar. Altíssimo apelo popular e ótimo para ativações práticas e demonstrativas, que quebram a monotonia de uma programação de palestras. Ressalva importante: sem recorte temático combinado, entrega pouco conteúdo — vale desenhar o formato antes de convidar.

Público. Público amplo; setor de alimentação e gastronomia; artesãos e pequenos produtores; ativações de patrocinadores

RS
Tecnologia

Rodrigo Scotti

Fundador e CEO da Nama · presidente do conselho da ABRIA

São Paulo / SP

IA conversacional e generativa aplicada ao atendimentoautomação de conversas e experiência do clienteeconomia conversacionalnovos papéis do trabalho na era da IAgovernança e ética de IA (via ABRIA)
Sala Tec 2 altoSala Tec 1 médioPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Fundador e CEO da Nama, empresa de IA conversacional que atua no Brasil desde 2014, e presidente do conselho da ABRIA – Associação Brasileira de Inteligência Artificial. Forbes 30 Under 30 e palestrante TED, é reconhecido como um dos empreendedores pioneiros de IA aplicada no país. A Nama transforma informação em conhecimento e automatiza conversas com IA generativa para melhorar o atendimento ao cliente, com tecnologia usada por empresas da Forbes Global 2000. Sua tese é tornar a interação humano-máquina invisível — a máquina resolve o repetitivo para que o humano se concentre no que exige julgamento, contexto e presença.

Tema central. Sala Tec 2 (era da IA) [alto] · Sala Tec 1 (do dado ao valor) [médio] · Plenária D2 abertura [baixo]

Título sugerido. Como a IA transforma o atendimento e os papéis de quem atende o pequeno negócio — o que automatizar e o que preservar

Proposta. A era da economia conversacional: o que a IA resolve e o que só o humano entrega

Por que convidar. 1) O que a IA generativa já mudou de fato no atendimento, sem hype. 2) Economia conversacional: quando a interação com a máquina vira o novo balcão. 3) O que automatizar, ampliar, redesenhar ou preservar no atendimento ao pequeno negócio. 4) Do atendimento padronizado à orientação contextualizada. 5) Confiança e presença humana em experiências automatizadas. 6) Governança e ética de IA na prática (visão da ABRIA). 7) Novos papéis para consultores e equipes quando a resposta genérica está a segundos de distância.

Público. Cobre com operação real o miolo da Sala Tec 2: IA que compreende necessidades e qualifica a experiência do cliente, e o que se automatiza versus o que só o humano entrega. Diferente de quem teoriza sobre IA, ele opera IA conversacional em escala há mais de dez anos, e a presidência da ABRIA lhe dá autoridade institucional sobre governança do setor. Bom contraponto aplicado a nomes mais conceituais ou críticos da trilha de tecnologia.

Rony Meisler
Gente2 pend.

Rony Meisler

Empreendedor | Fundador da Reserva e CEO do Grupo AR&Co | Autor de 'Rebelde com Causa'

Rio de Janeiro / RJ

Liderança com propósitoconstrução e reputação de marcacultura organizacionalconsumo conscienteempreendedorismo social
Plenária 1 altoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Fundador da Reserva e CEO do Grupo AR&Co, construiu uma das marcas de moda brasileiras mais associadas a propósito e cultura organizacional — com práticas como a doação de pratos de comida a cada peça vendida. Autor de 'Rebelde com Causa', palestra sobre liderança com propósito, consumo consciente, empreendedorismo social e construção de marca com identidade forte. Fala a partir de operação real, com números e erros próprios, o que o diferencia de palestrantes que tratam propósito apenas como discurso.

Tema central. Como propósito, reputação e impacto social constroem marcas que dialogam com juventudes e territórios

Título sugerido. Rebelde com causa: construir marca sem trair o que você acredita

Proposta. 1) Como nasce uma marca com identidade forte e pouco dinheiro. 2) Propósito que dá lucro versus propósito de campanha. 3) Cultura organizacional como vantagem competitiva real. 4) Consumo consciente: o que o cliente jovem cobra hoje. 5) Erros caros da trajetória. 6) Comunicação afetiva e construção de comunidade. 7) O que um pequeno negócio pode copiar disso.

Por que convidar. Conforme a indicação: traz na prática o que a proposta de painel propõe — propósito, reputação e impacto social construindo marcas que dialogam com juventudes e territórios. Nome conhecido do público empreendedor, com case brasileiro concreto em vez de exemplo importado. Boa escolha para provocar a transição cultural pretendida.

Público. Empreendedores e donos de negócio; varejo e moda; marketing e branding; jovens empreendedores; lideranças

RP
Gente1 pend.

Rosana Pinheiro-Machado

Antropóloga e cientista social | Professora Titular (Professor of Global Studies) na School of Geography, University College Dublin (UCD)

Dublin, Irlanda (atuação e origem no Brasil — Rio Grande do Sul)

Empreendedorismo e economia popularinformalidade e trabalho de plataformaconsumo e mobilidade socialeconomias emergentes do Sul Globalpolítica e classes populares
Plenária 1 altoSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Antropóloga brasileira com doutorado pela UFRGS, hoje professora titular na University College Dublin, onde dirige o laboratório Digital Economy and Extreme Politics (DeepLab). Coordena o projeto internacional 'Flexible Work, Rigid Politics' (financiado pelo European Research Council), que investiga por etnografia e ciência de dados o elo entre trabalho precário e política autoritária no Brasil, na Índia e nas Filipinas. Pesquisa de campo de mais de dez anos sobre como famílias de periferia empreendem, consomem e mudam de posição social — inclusive por que parte das classes populares migrou para a extrema-direita, tema do livro 'Amanhã Vai Ser Maior' (Planeta, 2019). É intelectual pública, colunista premiada do The Intercept Brasil, com pautas que já viralizaram nacionalmente (rolezinhos, greve dos caminhoneiros, eleição de 2018).

Tema central. A crise vista de perto: o que dez anos de etnografia mostram sobre autonomia, mérito e falta de rede no empreendedorismo popular brasileiro

Título sugerido. O que chamamos de empreendedorismo quando, na prática, é sobrevivência

Proposta. 1) O que a etnografia mostra que a pesquisa de mercado não captura. 2) Empreendedorismo popular entre autonomia real e ausência de proteção. 3) Ascensão e queda de classe na última década — dado e campo. 4) Trabalho de plataforma como nova forma de informalidade. 5) O que muda no desenho de política pública e de fomento quando se escuta o sujeito, e não o segmento.

Por que convidar. Entrega densidade conceitual rara no tema empreendedorismo popular — pesquisa de campo longa, não survey pontual — respondendo diretamente à crítica recorrente de conteúdo genérico nas plenárias anteriores. Funciona melhor em painel do que como keynote solo, fazendo contraponto a uma leitura macro/geopolítica (ex.: Monica de Bolle). RESSALVA IMPORTANTE: é colunista assumida do The Intercept Brasil, com posições públicas registradas sobre política partidária e eleições. O risco não está no conteúdo da fala (que cabe bem no tema), mas na exposição pública da assinatura, num evento institucional do Sistema Sebrae com sensibilidades políticas variadas entre as 27 unidades. Recomendação: alinhar essa escolha com Jorge e Marina antes de qualquer sondagem à assessoria dela.

Público. Alta gestão e áreas de estratégia (pela densidade conceitual); pesquisa e desenvolvimento territorial; público amplo de plenária com interesse em análise social aprofundada

Sabrina Fernandes
Território4 pend.

Sabrina Fernandes

Socióloga e economista | Cientista residente do IdEA/Unicamp | Criadora do canal Tese Onze | Referência em ecossocialismo

Campinas / SP (atuação internacional)

Ecossocialismo e economia ecológicatransição ecológica justacrise climática e modelo econômicodesigualdade e trabalhodivulgação de pensamento crítico
Sala Território 2 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Socióloga e economista com doutorado, é uma das principais divulgadoras brasileiras de pensamento crítico sobre economia e ecologia. Criou o Tese Onze, canal que popularizou teoria social e econômica para grande público, e é cientista residente do Instituto de Estudos Avançados da Unicamp, além de atuar em redes internacionais sobre transição ecológica justa. Referência em ecossocialismo, articula crise climática, desigualdade e modelo econômico como uma coisa só — posição de esquerda explícita, que ela sustenta com rigor acadêmico e sem evasivas.

Tema central. Transição ecológica justa e a relação entre modelo econômico e crise climática

Título sugerido. As várias crises do nosso tempo

Proposta. 1) Por que crise climática, econômica e social são a mesma crise. 2) O que é ecossocialismo e o que ele propõe concretamente. 3) Transição ecológica justa — quem paga e quem ganha. 4) Extrativismo e o lugar do Brasil. 5) Trabalho e desigualdade na transição. 6) Divulgar pensamento crítico para grande público. 7) Debate aberto.

Por que convidar. Rigor acadêmico somado a enorme capacidade de divulgação — é das poucas pessoas capazes de explicar economia política para plateia ampla sem simplificar até o erro. Ressalva importante de curadoria: posição política explícita e à esquerda. Para uma instituição como o Sebrae, isso pode ser exatamente o contraponto que enriquece o debate, desde que o formato preveja pluralidade — um painel com visões divergentes rende mais que uma palestra isolada.

Público. Público interessado em economia e pensamento crítico; academia e estudantes; áreas de sustentabilidade; jovens

Sandra Annenberg
Territóriotambém mediador(a)também MC4 pend.

Sandra Annenberg

Jornalista e apresentadora da TV Globo

Rio de Janeiro / RJ (nascida em São Paulo)

Jornalismo e credibilidade da informaçãomeio ambiente e retratos do Brasilcomunicação e narrativacidadania e impacto socialcarreira e longevidade profissional
Mediação altoMestre de Cerimônia altoSala Território 1 baixoSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Jornalista formada pela FIAM, começou a trabalhar aos 14 anos e está na TV Globo desde 1991, com passagens por TV Gazeta, Bandeirantes e Record. Apresentou o Jornal Hoje por mais de uma década e comandou o Globo Cidadania; atualmente está à frente do Globo Repórter, programa dedicado a grandes reportagens sobre o Brasil profundo, natureza, ciência e cultura. Ganhou Antena de Ouro e prêmios de melhor âncora de telejornal. Sua atuação no Globo Repórter e no Globo Cidadania a aproximou de forma consistente de pautas socioambientais e de retratos regionais do país — o que a torna, entre os nomes de TV da lista, o de encaixe mais natural com uma trilha de território e sustentabilidade.

Tema central. O que 30 anos de reportagem revelam sobre o país, seus biomas e sua gente

Título sugerido. Contar o Brasil: reportagem, meio ambiente e o poder de uma boa história

Proposta. 1) O que se aprende ao percorrer o Brasil profundo por décadas. 2) Meio ambiente contado por pessoas, não por estatísticas. 3) Credibilidade da informação num ambiente de desinformação. 4) Como uma boa história muda percepção e comportamento. 5) Bastidores de grandes reportagens. 6) Carreira longa em ambiente de altíssima pressão.

Por que convidar. Credibilidade pública rara e enorme reconhecimento de marca, com repertório real sobre território e meio ambiente — não é presença de celebridade sem conteúdo. Também é uma das melhores opções da lista para mediar painéis, aproveitando o ofício de entrevistadora. Ressalva: verificar disponibilidade e política da emissora para participações externas.

Público. Público amplo de plenária; pautas socioambientais; comunicação e jornalismo; setor público e terceiro setor

SA
Tecnologia

Sérgio All

Fundador e Chairman da Conta Black | Empreendedor Social

São Paulo / SP

Inclusão financeirafintechspopulação negra e mercado financeiroempreendedorismo negroacesso a crédito
Plenária 1 médioPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Fundador da Conta Black, hub de serviços financeiros focado em inclusão bancária para populações desassistidas. Especialista em fintechs e economia periférica.

Tema central. Como fintechs e inclusão financeira podem transformar a economia da população negra brasileira

Título sugerido. Conta Black: inclusão financeira como estratégia de poder

Proposta. 1) O abismo financeiro da população negra brasileira: dados e realidade. 2) Como a Conta Black nasceu e o impacto gerado. 3) O papel das fintechs na inclusão real, não apenas no marketing. 4) O futuro da economia periférica.

Por que convidar. Fundador da Conta Black. Foco em inclusão financeira real (não discurso). Tem visão prática de como tecnologia pode resolver problemas de acesso. Representa empreendedorismo com impacto social.

Público. Empreendedores de impacto; investidores sociais; fintechs; líderes de diversidade; formuladores de políticas financeiras

Sérgio Besserman Vianna
Território1 pend.

Sérgio Besserman Vianna

Economista | Presidente do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro | Professor do Departamento de Economia da PUC-Rio | Comentarista da GloboNews e da CBN

Rio de Janeiro / RJ

Economia da mudança climáticageopolítica do clima e transição energéticadesenvolvimento sustentávelestatística pública e indicadoreseconomia urbana e governança metropolitana
Sala Território 2 altoPlenária 2 altoPlenária 1 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Economista formado pela PUC-Rio, venceu o Prêmio BNDES de Economia em 1987. Fez carreira no BNDES, onde foi diretor de planejamento e primeiro diretor da área social. Presidiu o IBGE entre 1999 e 2003, período em que conduziu o Censo 2000, e depois presidiu o Instituto Pereira Passos, no Rio. Hoje preside o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, leciona economia na PUC-Rio, integra o conselho do WWF-Brasil e preside a Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável do Rio. Estuda as consequências econômicas e sociais da mudança climática desde 1992 e participou de conferências do clima da ONU integrando a delegação brasileira. É comentarista de sustentabilidade da GloboNews e de temas urbanos na CBN — um dos raros nomes que traduzem ciência do clima em linguagem econômica acessível, com serenidade e sem catastrofismo.

Tema central. O que a crise climática já está fazendo com a economia real — riscos, custos e as oportunidades que se abrem para o Brasil

Título sugerido. Clima, economia e Brasil: o que está em jogo nesta década

Proposta. 1) Onde a ciência do clima realmente está — o que é consenso e o que é disputa. 2) A conta econômica: custos de inação, risco de ativos encalhados e impacto no crédito e no seguro. 3) A nova geopolítica — energia, minerais críticos e o lugar do Brasil no tabuleiro. 4) Biodiversidade como ativo econômico, não como ornamento. 5) Cidades: adaptação, eventos extremos e desigualdade urbana. 6) O que empresas brasileiras deveriam estar fazendo agora — e o que é apenas ruído. 7) Uma leitura serena sobre o que ainda dá para fazer.

Por que convidar. Autoridade rara: ex-presidente do IBGE, economista respeitado no mercado e ambientalista de longa data, com trânsito equivalente na imprensa, na academia e no setor público. Consegue falar de clima para plateia empresarial sem soar militante nem alarmista, o que costuma destravar públicos resistentes ao tema. A indicação registra que há contato direto. Presença constante na TV amplia o valor de divulgação do nome na programação.

Público. Alta liderança empresarial e conselhos; setor financeiro, seguros e investidores; gestores públicos e prefeituras; sustentabilidade e ESG; academia e imprensa; público amplo de plenária

Sérgio Sacani
Tecnologia2 pend.

Sérgio Sacani

Geofísico, pesquisador e divulgador científico | Fundador do Space Today | Apresentador do podcast Ciência Sem Fim

São Paulo / SP (atuação nacional)

Astronomia e exploração espacialbusca por vida no universociência e pensamento críticocombate à desinformaçãoinovação e tecnologia espacial
Sala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Geofísico e pesquisador, é o maior divulgador científico brasileiro em alcance digital. Fundou o Space Today, principal plataforma de divulgação científica em língua portuguesa, e apresenta o podcast Ciência Sem Fim, que reúne cientistas e inovadores para discutir ciência, tecnologia e o futuro da humanidade. Conhecido pelo apelido 'Serjão dos Foguetes', construiu uma audiência enorme explicando astronomia, exploração espacial e ciência de ponta em linguagem acessível e ritmo diário. Em palco, une entusiasmo genuíno, rigor científico e defesa aberta do pensamento crítico contra a desinformação.

Tema central. Exploração espacial, ciência de ponta e por que o pensamento crítico virou questão urgente

Título sugerido. Olhar para cima: o que a exploração espacial ensina sobre o nosso lugar

Proposta. 1) Onde a exploração espacial realmente está hoje — sem ficção. 2) A busca por vida no universo e o que já se sabe. 3) Marte: sonho, engenharia e prazos reais. 4) O que a corrida espacial devolve para a vida na Terra. 5) Ciência, desinformação e pensamento crítico. 6) Como despertar vocação científica em jovens. 7) O que vem nos próximos dez anos.

Por que convidar. Enorme poder de atração de público, especialmente jovem, e conteúdo que empolga sem perder rigor. É dos poucos nomes capazes de encher um auditório falando de ciência pura. Também agrega à pauta de educação e combate à desinformação. Nota prática: como aparece duas vezes na lista, ocupa uma única vaga.

Público. Público amplo e jovem; estudantes e educadores; entusiastas de tecnologia; empresas de base tecnológica; famílias

Sheila de Carvalho
Território3 pend.

Sheila de Carvalho

Advogada e defensora de direitos humanos | Secretária Nacional de Acesso à Justiça (Ministério da Justiça e Segurança Pública)

Brasília / DF

Acesso à justiça e direitos humanosjustiça racial e racismo institucionalpolítica pública federaladvocacia popularenfrentamento estrutural ao racismo
Sala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Advogada com trajetória em direitos humanos e advocacia popular, é Secretária Nacional de Acesso à Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Foi uma das primeiras mulheres negras a ocupar o cargo, e conduz uma pasta em que justiça racial pauta as ações e programas — desde acesso à defesa até enfrentamento estrutural ao racismo no sistema de justiça. Fala do lugar raro de quem passou da militância à formulação de política pública federal, sem trocar uma coisa pela outra.

Tema central. Justiça racial como eixo estruturante de política pública e de responsabilidade institucional

Título sugerido. O direito que não chega: acesso à justiça e racismo estrutural

Proposta. 1) O que significa, na prática, não ter acesso à justiça no Brasil. 2) Justiça racial como eixo de política pública, não como programa lateral. 3) Racismo institucional no sistema de justiça. 4) O caminho da militância à formulação de política federal. 5) O que empresas e instituições podem fazer. 6) Programas em curso e resultados.

Por que convidar. Traz a perspectiva do Estado em ação, com autoridade institucional e trajetória de campo — combinação incomum em eventos empresariais. Útil para pautas de responsabilidade institucional, compliance e relação com comunidades. Ressalva: como autoridade em exercício, alinhar o enquadramento institucional e verificar disponibilidade de agenda pública.

Público. Lideranças institucionais; jurídico e compliance; áreas de diversidade e ESG; gestores públicos; terceiro setor

Silvia Luz
Tecnologia2 pend.

Silvia Luz

Diretora da Social Good Brasil | Atuação em tecnologia, dados e inovação social

Florianópolis / SC

Tecnologia e dados para impacto socialinovação socialética no uso de tecnologiainteligência artificial aplicada ao bem coletivoregeneração de territórios
Sala Tec 1 médioSala Território 1 médioSala Tec 2 médioSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Diretora da Social Good Brasil, organização pioneira no país na articulação entre dados, tecnologia e impacto social, responsável por um dos festivais de referência do setor. Sua atuação é sobre como colocar tecnologia a serviço de comunidades e de transformação social concreta — inclusive discutindo inteligência artificial aplicada a inovação social. Fala do lugar de quem opera programas reais, e não apenas de quem teoriza sobre tecnologia para o bem.

Tema central. Como tecnologias podem ser aplicadas de forma ética, com foco no bem-estar coletivo e na regeneração dos territórios

Título sugerido. Tecnologia para o bem: da intenção ao resultado mensurável

Proposta. 1) O que é inovação social baseada em dados. 2) Casos reais de tecnologia aplicada a comunidades. 3) IA e impacto social: promessas e riscos concretos. 4) Ética no uso de dados de populações vulneráveis. 5) Como pequenos negócios e organizações locais podem usar isso. 6) Articulação entre setor privado, público e terceiro setor. 7) Como medir impacto de verdade.

Por que convidar. Conforme a indicação: pode mostrar como tecnologias devem beneficiar comunidades e transformar realidades sociais, provocando o Sebrae a integrar práticas mais inclusivas e colaborativas e mostrando que inovação e impacto social caminham juntos. Base em Florianópolis facilita logística para eventos no Sul.

Público. Times de inovação e tecnologia; terceiro setor e ESG; gestores públicos; empreendedores de impacto

Silvio Romero de Lemos Meira
Tecnologia1 pend.

Silvio Romero de Lemos Meira

Cientista-chefe da TDS.company | Professor emérito do CIn-UFPE | Professor extraordinário da CESAR School | Presidente do conselho do Porto Digital | Conselheiro do CDESS

Recife / PE (atua também em São Paulo)

Transformação digitalorganizações responsivasmundo figital e efeitos de redeinteligência artificial e futuro do trabalhoengenharia de software
Plenária 1 altoSala Tec 2 altoSala Território 1 médioPlenária 3 baixoSala Tec 1 baixo
ver ficha

Resumo. Engenheiro eletrônico pelo ITA, mestre em computação pela UFPE e doutor pela University of Kent (Reino Unido). É um dos arquitetos do ecossistema de inovação de Pernambuco: fundador e cientista-chefe do CESAR, criador da CESAR School e presidente do conselho do Porto Digital. Professor emérito do Centro de Informática da UFPE, é também Distinguished Research Fellow da Asia School of Business e integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável. Em 2026 foi anunciado como keynote da ICSE, a principal conferência mundial de engenharia de software. Seus conceitos de 'organizações responsivas', 'mundo figital' e redes de valor estão entre os mais citados no debate brasileiro sobre transformação digital — e ele os apresenta com franqueza provocativa, sem entusiasmo fácil com tecnologia.

Tema central. Como organizações precisam se reorganizar para responder no ritmo da tecnologia — cultura de mudança, IA e o mundo figital

Título sugerido. Organizações responsivas: sobreviver à velocidade que a gente mesmo criou

Proposta. 1) Por que 'transformação digital' virou palavra vazia e o que existe de real por trás. 2) O mundo figital: quando físico e digital deixam de ser dois mundos. 3) Organizações responsivas — arquitetura, decisão distribuída e cultura de mudança. 4) IA: o que ela realmente muda no trabalho, na educação e nas empresas, e o que é ruído. 5) Singularidade tecnológica: o debate honesto, sem profecia. 6) O caso Porto Digital: como um ecossistema local se torna competitivo globalmente. 7) O que uma organização média deveria estar fazendo agora.

Por que convidar. É o nome de maior autoridade científica no país para o tema, com a raridade de combinar rigor acadêmico, construção empresarial real e comunicação afiada para plateias generalistas. Traz credibilidade institucional imediata à programação e, por causa do Porto Digital, consegue falar de tecnologia sem descolar de desenvolvimento regional e geração de emprego — combinação difícil de encontrar em um único palestrante.

Público. Alta liderança pública e privada; conselheiros e C-level; gestores de inovação e TI; educadores e gestores de ensino; poder público e agências de desenvolvimento; empreendedores de base tecnológica

SE
Gente2 pend.

Sofia Esteves

Psicóloga, fundadora e presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos

São Paulo / SP

Carreira e desenvolvimento profissionalgerações e futuro do trabalhoatração e desenvolvimento de talentosjuventude e mercado de trabalhocultura organizacional
Sala Gente 2 altoPlenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Psicóloga, é uma das principais referências brasileiras em gestão de pessoas, carreira e desenvolvimento de talentos, com mais de 30 anos de trajetória. Fundadora e presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos, preside a DMRH e fundou a plataforma Bettha.com e o Instituto Ser+, que inclui jovens em situação de vulnerabilidade no mercado. É professora de MBA na FIA e na FGV, LinkedIn Top Voice, conselheira empresarial e colunista de carreira na Exame, Valor Econômico e Você S/A. Conduz há anos a pesquisa Carreira dos Sonhos, que mapeia o que as novas gerações buscam no trabalho. Autora de 'Carreira – Você está cuidando da sua?' e 'Virando Gente Grande'.

Tema central. O que as novas gerações buscam no trabalho e como isso redesenha carreiras e requalificação

Título sugerido. Carreira dos sonhos: o que muda quando muda quem entra no mercado

Proposta. 1) O que a pesquisa Carreira dos Sonhos mostra sobre a relação das gerações com o trabalho. 2) Requalificação e reconversão sob a ótica de quem está começando. 3) Carreiras menos lineares — o que ganha e o que perde valor. 4) A convivência de múltiplas gerações no mesmo time. 5) IA, híbrido e saúde mental nas escolhas de carreira. 6) O que instituições que formam pessoas precisam mudar.

Por que convidar. Traz série histórica de pesquisa própria (Carreira dos Sonhos) sobre exatamente o que a sala pergunta: como o repertório profissional está mudando e o que a próxima geração busca. Cobre 'requalificação e reconversão profissional' com dados, não impressão, e agrega o recorte de juventude e vulnerabilidade via Instituto Ser+. Experiência de palco e mídia consolidada.

Público. RH e desenvolvimento; lideranças; jovens e profissionais em início de carreira; times multigeracionais; agentes do Sistema Sebrae

SS
Gente4 pend.

Stella Kochen Susskind

CEO da Shopper Experience; coordenadora de estudos sobre consumo consciente

São Paulo / SP

Consumo conscienteexperiência do clientemarcas com propósitocomportamento do consumidor
Plenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Especialista em experiência do cliente e cliente oculto, coordena há anos pesquisas sobre a evolução do consumidor consciente no Brasil (entre elas 'O Consumo Consciente no Brasil' e 'As marcas mais conscientes do Brasil'), mapeando o protagonismo do comprador na escolha por marcas com propósito.

Tema central. O novo consumo — consumidor consciente e marcas com propósito

Título sugerido. O consumidor virou protagonista: consumo consciente com dados

Proposta. 1) Como o consumo consciente evoluiu no Brasil (dados de longo prazo). 2) O protagonismo do consumidor na escolha por propósito. 3) O que separa marca consciente de marketing. 4) O que o pequeno negócio precisa entender do novo consumidor. 5) Origem, transparência e confiança. 6) Primeiros passos.

Por que convidar. Traz dados de longo prazo sobre o novo consumo, com lastro de pesquisa. Agrega mulher. Ressalva: registro mais de pesquisa/varejo; confirmar vídeo de palco.

Público. Áreas de mercado, produtos e atendimento; comunicação e marketing; pequenos empresários; varejo

SL
Território2 pend.

Steven Levitsky

Professor de Governo da Harvard University | David Rockefeller Professor of Latin American Studies | Senior Fellow do Council on Foreign Relations

Cambridge, MA (EUA)

Democracia e autoritarismoerosão e retrocesso democráticoinstituições políticaspolítica comparadaAmérica Latina
Plenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Politólogo americano (nascido em 1968) e professor de Governo na Harvard University. É o David Rockefeller Professor of Latin American Studies e Diretor do David Rockefeller Center for Latin American Studies. Sua pesquisa foca em democratização, autoritarismo, partidos políticos e instituições informais, com ênfase em América Latina. Co-autor do best-seller internacional "How Democracies Die" (2018), com Daniel Ziblatt — livro que se tornou referência global para entender o retrocesso democrático. Também escreveu "Competitive Authoritarianism" (2010) e "Tyrants of Learning" (2020). Em 2025 palestrou no Brasil comparando ameaças autoritárias no Brasil e nos EUA, defendendo que o Judiciário brasileiro tem sido um exemplo de resposta institucional às ameaças antidemocráticas.

Tema central. Como democracias podem resistir a ameaças autoritárias: lições do Brasil e dos EUA

Título sugerido. Como Democracias Podem Responder a Ameaças Autoritárias? Comparando o Brasil e os Estados Unidos

Proposta. Palestra baseada em sua pesquisa comparada sobre retrocesso democrático, usando os casos do Brasil e dos EUA como exemplos contemporâneos. Discutir as "guardrails" democráticas (normas não escritas, instituições de contenção, eleições livres), como elas se erosionam e o que pode ser feito para protegê-las. Incluir reflexões sobre o papel do Judiciário, da mídia e da sociedade civil na defesa da democracia.

Por que convidar. É o principal acadêmico mundial sobre erosão democrática contemporânea. Seu livro "How Democracies Die" é best-seller global. Palestrou no Brasil em 2025 sobre ameaças autoritárias comparando Brasil e EUA, o que demonstra interesse e relevância para o público brasileiro.

Público. Gestores públicos, formuladores de políticas, acadêmicos, jornalistas, líderes empresariais interessados em governança

Sueli Carneiro
Gente3 pend.

Sueli Carneiro

Filósofa, escritora e ativista | Fundadora e ex-diretora do Geledés – Instituto da Mulher Negra

São Paulo / SP

Feminismo negrorelações raciais no Brasilinterseccionalidade entre raça, gênero e classeeducação e epistemicídiodireitos humanos
Plenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Filósofa com doutorado em Educação pela USP, é uma das principais intelectuais brasileiras vivas e fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra, organização central na construção do movimento de mulheres negras no país. Sua obra formulou conceitos hoje incontornáveis no pensamento social brasileiro, entre eles o de 'epistemicídio' aplicado à realidade racial, e articulou raça, gênero e classe muito antes de o vocabulário da interseccionalidade se popularizar. Escreve com precisão e sem concessão retórica. Não é palestrante de circuito corporativo, e é exatamente isso que a torna valiosa: traz densidade intelectual e autoridade histórica a uma pauta que, em eventos, costuma ser tratada de forma protocolar.

Tema central. As raízes da desigualdade racial brasileira e o que elas exigem de instituições e empresas

Título sugerido. Dispositivo de racialidade: entender o Brasil para poder mudá-lo

Proposta. 1) A formação da desigualdade racial brasileira — o que a história explica. 2) Feminismo negro: por que raça e gênero não se separam. 3) Epistemicídio: como se apaga o conhecimento de um povo. 4) O que mudou e o que não mudou nas últimas décadas. 5) Políticas de igualdade: o que funciona e o que é encenação. 6) O papel das instituições e das empresas para além do marketing. 7) Espaço para diálogo.

Por que convidar. Autoridade intelectual e histórica de primeira grandeza — coloca a pauta racial num patamar de seriedade que dificilmente se alcança com nomes de circuito corporativo. Dá densidade e legitimidade real à programação. Ressalvas: o formato precisa ser respeitoso e bem mediado, e a pauta não deve ser tratada como painel decorativo; se o evento não estiver preparado para isso, é melhor não convidar.

Público. Público amplo com interesse em pensamento social; áreas de diversidade e ESG; gestores públicos; academia e estudantes; terceiro setor

Tânia Mujica
Gentetambém mediador(a)9 pend.

Tânia Mujica

Palestrante, mentora e consultora empresarial | Gestora de conflitos e facilitadora de diálogos | Criadora do método 'Diálogos que Curam'

São Paulo / SP (peruana radicada no Brasil desde 2005)

Comunicação não violentaescuta ativa e empatiagestão de conflitos e conversas difíceissaúde emocional no trabalhocuidado organizacional
Sala Gente 1 médioMediação baixo
ver ficha

Resumo. Peruana radicada em São Paulo desde 2005, é palestrante, mentora, gestora de conflitos e facilitadora de diálogos. Criou o método 'Diálogos que Curam', que reúne ferramentas para, nas palavras dela, falar sem machucar e ouvir sem se ofender. Trabalha comunicação não violenta, escuta ativa, empatia, vulnerabilidade, autenticidade, inteligência emocional, conversas difíceis e feedback — sempre na chave do cuidado como estrutura das relações de trabalho, e não como pauta acessória. Já palestrou em TEDx e atendeu empresas como Google, Nestlé, Uber e Itaú. Apresenta o podcast MujiCast.

Tema central. Cuidado e equilíbrio no trabalho como pilar estratégico, e não como benefício

Título sugerido. Ritmos que cabem em gente: cuidado como estratégia, não como pauta de RH

Proposta. 1) Por que cuidado é decisão estratégica e não benefício. 2) O impacto emocional dos ritmos acelerados — o que acontece com as pessoas antes de aparecer no resultado. 3) Questionar a pressão por produtividade sem abrir mão de entrega. 4) O que caracteriza um ambiente regenerativo. 5) Equilíbrio como condição de desempenho sustentável. 6) Uma leitura holística: corpo, emoção e organização do trabalho. 7) Primeiros movimentos possíveis dentro da instituição.

Por que convidar. Conforme a indicação: encaixe direto no painel 'Trabalho que cuida', com perspectiva holística sobre cuidado e equilíbrio como pilar estratégico e uma abordagem profunda sobre o impacto emocional dos ritmos acelerados. Ressalva de curadoria: o painel já reúne 11 nomes, e o recorte dela se sobrepõe ao de Cacá Rhenius (cuidado organizacional) e ao de Susan Andrews (equilíbrio e pausa) — vale escolher entre os três. Antes de avançar, confirmar identidade, empresa, cidade e experiência de palco.

Público. Lideranças e RH; áreas de cultura e saúde ocupacional; times em jornada intensa; gestores de pessoas

Tanya Stergiou
Gente14 pend.

Tanya Stergiou

Partner e organizational designer na Target Teal | Facilitadora de processos e transições organizacionais

Brasil (atuação nacional; cidade a confirmar)

Design organizacional e estruturas de poderdistribuição de autoridade e autonomiafacilitação de gruposaprendizagem autodirigidametodologias participativas
Sala Gente 1 médioSala Gente 2 médio
ver ficha

Resumo. Facilitadora e designer organizacional, é partner da Target Teal — a mesma casa de Ravi Resck. Tem mais de 20 anos de trabalho com times e projetos em contextos diversos e usa metodologias como Organic Organization, Dragon Dreaming, Action Learning e métodos participativos de monitoramento e avaliação para conduzir organizações rumo a sistemas mais responsivos e colaborativos. Seu recorte é o exame e a transformação das estruturas de poder: como autoridade e autonomia se distribuem, e o que é preciso para que o ambiente de trabalho se organize em torno da integridade.

Tema central. Aprendizagem autodirigida e novas habilidades humanas como resposta à obsolescência dos modelos de formação

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A definir após identificação. A partir da indicação: aprendizagem autodirigida; design de experiências de aprendizagem; competências para o século XXI; atualização dos modelos institucionais de formação.

Por que convidar. O recorte é pertinente, mas há sobreposição com Flora Alves (educação corporativa) e Ligia Zotini (futuro do trabalho e reskilling). Confirmar identidade e, se confirmada, definir o que a diferencia das duas.

Público. A confirmar com a assessoria

TM
Gente

Tarciana Medeiros

Presidenta do Banco do Brasil | Economista

Brasília / DF

Liderança femininagestão bancáriasustentabilidadepolíticas ambientaisinclusão social
Plenária 1 baixo
ver ficha

Resumo. Primeira mulher a presidir o Banco do Brasil em sua história. Com trajetória ascendente no banco, é referência em liderança feminina e gestão bancária sustentável.

Tema central. Como liderança feminina e inclusão social podem transformar o sistema financeiro brasileiro

Título sugerido. Da feira ao Banco do Brasil: liderança, inclusão e o poder da credibilidade

Proposta. 1) A trajetória: de feirante no interior da Paraíba a primeira mulher presidentes do BB. 2) O papel do Banco do Brasil na inclusão financeira e desenvolvimento regional. 3) Liderança feminina em instituições históricas: desafios e conquistas. 4) Sustentabilidade e políticas ambientais no setor bancário.

Por que convidar. Primeira mulher a presidir o Banco do Brasil em 200 anos. Trajetória inspiradora e verificável. Forbes Profile. Palestrou na ONU (2023). Representa poder feminino e inclusão em instituição centenária.

Público. Executivos do setor financeiro; líderes institucionais; mulheres em posição de liderança; formuladores de políticas; público geral

TA
Território2 pend.

Tasso Azevedo

Coordenador-geral do MapBiomas e do SEEG (Observatório do Clima)

São Paulo / SP

Mercado de carbonodados e monitoramento territorialeconomia de baixo carbonofloresta e uso do solo
Plenária 2 altoSala Território 2 médioSala Tec 1 médio
ver ficha

Resumo. Engenheiro florestal e empreendedor social, é uma das maiores autoridades do país em floresta, carbono e dados. Coordena o MapBiomas (rede de 70+ organizações que mapeia uso do solo com sensoriamento remoto e machine learning) e o SEEG (estimativas de emissões). Ex-diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro. Colunista de O Globo e Época Negócios.

Tema central. Dados, floresta e carbono — a infraestrutura das novas economias

Título sugerido. O que os dados revelam: carbono, floresta e o mercado que se abre

Proposta. 1) O que o MapBiomas mostra sobre uso do solo e desmatamento. 2) Dados e monitoramento como condição de acesso a mercado. 3) Mercado de carbono — como funciona e o que abre de oportunidade. 4) Economia de baixo carbono na prática. 5) O que o pequeno negócio precisa para provar origem. 6) A oportunidade de quem se estrutura agora.

Por que convidar. Autoridade máxima em carbono e dados, com o ângulo tecnológico que sustenta rastreabilidade e certificação. RESSALVA: registro de ciência/política climática; para esta plenária precisa aterrissar em 'o que isso abre de negócio', não ficar no diagnóstico. Agenda concorrida.

Público. Alta liderança e conselhos; áreas de sustentabilidade e dados; setor de agro e exportação; setor público

Tay Dantas
Gente2 pend.

Tay Dantas

Estrategista de branding | Fundadora e CEO da Vinci Society | Ex-diretora da G4 Educação e da Boca Rosa Company

São Paulo / SP

Branding e posicionamentonarrativa e storytelling de marcaeconomia do creatorcultura de valor e desejoconstrução de marcas pessoais e corporativas
Plenária 2 altoPlenária 1 médio
ver ficha

Resumo. Estrategista de branding com atuação em posicionamento, narrativa de marca e cultura de valor. Foi diretora da G4 Educação e da Boca Rosa Company, onde ajudou a estruturar marcas com impacto real no mercado e no imaginário coletivo, e hoje é fundadora e CEO da Vinci Society, que transforma empresas em marcas creators e chegou a faturar R$ 25 milhões em nove meses segundo reportagem da Exame. Trabalha na fronteira entre marca, criador de conteúdo e cultura de consumo — território onde as marcas jovens de fato se constroem hoje.

Tema central. Como se constrói posicionamento, narrativa e desejo em marcas que conversam com as novas gerações

Título sugerido. Marca creator: como empresas viram desejo

Proposta. 1) O que é posicionamento de verdade — e por que quase todo mundo confunde com identidade visual. 2) Narrativa de marca: a história que sustenta o preço. 3) Marcas creators — quando a empresa passa a produzir como criador. 4) Casos de dentro: o que funcionou na G4 e na Boca Rosa. 5) Cultura de valor e construção de desejo. 6) O que um pequeno negócio pode aplicar sem verba de agência. 7) Erros que destroem marca rápido.

Por que convidar. Traz experiência operacional recente em duas marcas de altíssimo impacto no imaginário jovem brasileiro, com resultado de negócio para mostrar. É uma das indicações mais diretamente aplicáveis a público de pequenos empreendedores que precisam construir marca sem orçamento. Complementa Rony Meisler: ele fala de propósito e cultura; ela, de posicionamento e desejo.

Público. Empreendedores e donos de pequenos negócios; marketing e comunicação; criadores de conteúdo; varejo e serviços

Txai Suruí (Walelasoetxeige Paiter Bandeira Suruí)
Território3 pend.

Txai Suruí (Walelasoetxeige Paiter Bandeira Suruí)

Ativista indígena e ambiental | Coordenadora do Movimento da Juventude Indígena de Rondônia | Primeira brasileira a discursar na abertura de uma COP

Rondônia / RO — Terra Indígena Sete de Setembro

Direitos indígenas e defesa territorialjuventude indígena e liderançaagenda climática e COPAmazônia e desmatamentoarticulação internacional
Sala Território 2 médio
ver ficha

Resumo. Jovem liderança do povo Paiter Suruí, de Rondônia, foi a única brasileira a discursar na cerimônia de abertura da COP26, em Glasgow, tornando-se uma das vozes mais reconhecidas da juventude indígena mundial. Coordena o Movimento da Juventude Indígena de Rondônia e é formada em direito, articulando defesa territorial, agenda climática e direitos indígenas. Sua fala mais citada — a de que não estão queimando só a Amazônia, estão queimando as pessoas de lá também — condensa a abordagem: clima como questão de vidas concretas, não de metas abstratas.

Tema central. Defesa territorial e agenda climática pela perspectiva da juventude indígena

Título sugerido. Não estão queimando só a Amazônia

Proposta. 1) Crescer numa terra indígena sob pressão. 2) O que o desmatamento faz com as pessoas, não só com a floresta. 3) A juventude indígena como força política organizada. 4) A COP26 e o que muda quando a floresta fala por si. 5) Direito, demarcação e o que ainda falta. 6) O que instituições brasileiras podem fazer de concreto.

Por que convidar. Voz jovem, articulada e com projeção internacional — combinação difícil de encontrar. Conecta a pauta indígena à juventude, que é o público que a instituição quer alcançar, sem perder densidade. Entre as lideranças indígenas indicadas, é a de agenda mais acessível e a de linguagem mais próxima do público urbano jovem.

Público. Juventude e estudantes; áreas de sustentabilidade e ESG; setor público; imprensa; público amplo de plenária

Tyson Yunkaporta
Território4 pend.

Tyson Yunkaporta

Acadêmico e escritor aborígene australiano (clã Apalech) | Autor de 'Sand Talk' | Pesquisador em conhecimento indígena

Austrália (Queensland / Melbourne)

Sistemas de conhecimento indígenacomplexidade e pensamento sistêmicosustentabilidade e regeneraçãotempo e cicloscrítica ao pensamento linear ocidental
Plenária 3 baixoSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Acadêmico e escritor australiano do clã Apalech, é autor de 'Sand Talk: How Indigenous Thinking Can Save the World', livro que se tornou referência internacional ao propor que sistemas de conhecimento aborígenes oferecem ferramentas concretas — e não folclóricas — para pensar complexidade, sustentabilidade e organização social. Pesquisa e leciona em universidade australiana, e escreve com humor ácido e desconfiança tanto do romantismo sobre povos originários quanto do racionalismo ocidental. É um interlocutor internacional que amplia a discussão brasileira sobre ancestralidade para escala global.

Tema central. Ancestralidade, tempo e regeneração numa perspectiva global — paralelos entre Brasil e Austrália

Título sugerido. Sand Talk: o que o pensamento indígena resolve que o nosso não resolve

Proposta. 1) O que são sistemas de conhecimento indígena — e por que não são folclore. 2) Padrões, ciclos e complexidade: pensar como a paisagem pensa. 3) Paralelos entre Austrália e Brasil, entre povos originários e instituições em crise. 4) Tempo não linear e o custo da pressa. 5) Saberes silenciados e futuros possíveis. 6) O que uma organização moderna pode efetivamente incorporar disso.

Por que convidar. Conforme a indicação: soma como presença internacional que amplia a perspectiva sobre ancestralidade, tempo e regeneração, mostrando que o desafio não é só brasileiro. Rende especialmente bem em painel com lideranças indígenas brasileiras — o diálogo entre os dois contextos é mais forte que qualquer fala isolada. Ressalvas: fala em inglês, agenda internacional e antecedência necessária.

Público. Público interessado em pensamento e sustentabilidade; academia e educadores; áreas de inovação e ESG; lideranças institucionais

US
Território14 pend.

Uraan Anderson Suruí

Cacique e vice-cacique geral do povo Paiter Suruí | Presidente da COPSUR — Cooperativa Agroflorestal Suruí | Professor indígena

Terra Indígena Sete de Setembro, Rondônia / RO

Tecnologia e defesa territorialblockchain e rastreabilidade de produtos da florestaWeb3 e formação de jovens indígenaspropriedade intelectual e NFTscooperativismo agroflorestal
Plenária 2 altoSala Território 1 médioSala Tec 2 baixoSala Território 2 baixo
ver ficha

Resumo. Professor indígena na aldeia Gamir, é cacique de sua aldeia e vice-cacique geral do povo Paiter Suruí, além de presidente da COPSUR, a cooperativa agroflorestal do povo. Lidera o Amazon Tech House, iniciativa que ensina programação, Web3 e blockchain a jovens indígenas, e desenvolve o uso de blockchain e contratos inteligentes para rastrear produtos agroflorestais — café sustentável, castanha, banana. Trabalha ainda com NFTs aplicados à propriedade intelectual indígena, para que conhecimentos e ensinamentos ancestrais permaneçam sob controle das próprias comunidades. Sua crítica é concreta: em muitos projetos, comunidades indígenas ficam com menos de 30% dos recursos.

Tema central. A desconexão com a terra e o papel dos saberes ancestrais na regeneração dos ecossistemas

Título sugerido. A confirmar com a assessoria

Proposta. A definir após identificação. A partir da indicação: como o ser humano se desconectou da terra; o papel dos saberes indígenas na reconexão; o tempo como aliado; a terra como fonte de trabalho e sentido; o que comunidades indígenas já estão fazendo para restaurar ecossistemas.

Por que convidar. O recorte é forte e complementa Benki Piyãko e Davi Kopenawa — mas com três lideranças indígenas já na lista, vale avaliar se há espaço na programação e como diferenciar as falas. Confirmar identidade é o primeiro passo.

Público. A confirmar com a assessoria

VW
Território3 pend.

Vanda Witoto

Liderança indígena do povo Witoto; diretora executiva do Instituto Witoto; empreendedora social

Manaus / Alto Rio Solimões — AM

Bioeconomia e bem viverprodução e empreendedorismo indígenainclusão econômica de povos origináriosterritório e culturasustentabilidade
Plenária 2 médioSala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Voz indígena articulada que engaja a questão econômica a partir do 'bem viver', questionando por que os mercados e os modelos de bioeconomia excluem a produção indígena. Traz o olhar originário sobre novas economias regionais e sobre a inclusão do pequeno negócio — 'casa de todo mundo' de forma literal.

Tema central. O Brasil originário na economia — inclusão, bem viver e novos mercados

Título sugerido. A economia que também é nossa: produção indígena e o mercado que exclui

Proposta. Formato a construir com ela. A partir do repertório: por que os mercados e a bioeconomia excluem a produção indígena; o bem viver como lógica econômica; território e cultura como base de sustento; o que uma instituição de fomento pode fazer para incluir de verdade.

Por que convidar. Agrega raça/etnia (indígena), região (Norte) e gênero, e leva o tema 'casa de todo mundo' ao limite. Ressalva de curadoria: perfil narrativo e de vivência, NÃO analista de dados — não deve ser escalada como a voz de leitura de cenário; encaixa melhor em dupla com um economista na abertura. Articulação respeitosa e antecedência necessárias.

Público. Público amplo de plenária; áreas de sustentabilidade e ESG; setor público; empreendedores da bioeconomia

Vera Iaconelli
Gente3 pend.

Vera Iaconelli

Psicanalista, doutora em Psicologia, escritora e colunista | Diretora do Instituto Gerar

São Paulo / SP

Parentalidade e perinatalidadepsicanálise aplicada à vida contemporâneasaúde mental e emocionalfamília e transformações sociaisinfância e desenvolvimento
Sala Gente 1 médio
ver ficha

Resumo. Psicanalista com doutorado em Psicologia, é referência nacional em parentalidade, perinatalidade e saúde mental. Dirige o Instituto Gerar, dedicado à formação e à clínica em psicanálise da parentalidade, dá cursos na Casa do Saber e assina coluna na imprensa. Autora do 'Manifesto antimaternalista: psicanálise e políticas da reprodução', entre outros títulos, tem posição intelectual clara e desconfortável na medida certa: critica a idealização da maternidade e discute reprodução como questão política, não apenas privada. É palestrante de conteúdo denso, mais reflexiva do que motivacional — funciona melhor com público disposto a pensar do que com plateia buscando fórmula.

Tema central. O que a psicanálise tem a dizer sobre família, cuidado e adoecimento na vida contemporânea

Título sugerido. O mito da mãe perfeita e outras armadilhas contemporâneas

Proposta. 1) Por que a parentalidade virou um campo de culpa e cobrança. 2) A crítica à idealização da maternidade — e o que ela custa às mulheres. 3) Reprodução como questão política e não apenas privada. 4) Infância, limites e afeto sem manual. 5) Saúde mental como fenômeno coletivo, não individual. 6) O que isso tudo faz dentro das organizações. 7) Espaço amplo para perguntas.

Por que convidar. Traz densidade intelectual real a uma pauta que costuma ser tratada de forma rasa, com a coragem de contrariar consensos confortáveis. Complementa muito bem Elisama Santos — se as duas entrarem, vale diferenciar recortes, já que há sobreposição de tema (parentalidade e saúde mental) com abordagens bem distintas: Elisama é mais prática e afetiva; Vera é mais crítica e conceitual.

Público. Público adulto interessado em psicanálise e comportamento; profissionais de saúde e educação; RH e lideranças; mães e pais; academia

Yakuy Tupinambá
Território5 pend.

Yakuy Tupinambá

Anciã e liderança do povo Tupinambá | Guardiã de memória e defensora da demarcação de terras

Ilhéus / BA — território Tupinambá de Olivença

Direitos territoriais e demarcaçãomemória e patrimônio indígenarepatriação de bens sagradosliderança feminina e ancestralidadeviolência contra povos originários
Sala Território 1 baixo
ver ficha

Resumo. Anciã e liderança do povo Tupinambá, do sul da Bahia, tornou-se voz nacional na cerimônia de repatriação do Manto Tupinambá, em 2024, quando cobrou publicamente dos três Poderes a demarcação das terras indígenas — episódio que ganhou repercussão justamente pela contundência com que falou diante das autoridades. Denuncia o que descreve como genocídio em curso contra povos originários e sustenta uma fala que une memória ancestral, luto e exigência política, sem concessão a protocolo.

Tema central. Demarcação, patrimônio e memória do povo Tupinambá

Título sugerido. O manto voltou, a terra não

Proposta. Formato a construir com ela e com a articulação Tupinambá. Eixos possíveis: a história do Manto Tupinambá e o significado da repatriação; o que demarcação significa concretamente; a voz das anciãs na condução política do povo; memória como forma de resistência.

Por que convidar. Voz de anciã com autoridade moral e histórica, e com repercussão nacional recente. Traz à programação a dimensão de memória e patrimônio que os demais nomes indígenas indicados não cobrem. Ressalvas de produção: articulação prévia respeitosa, cuidado com deslocamento e acompanhamento, e disposição institucional para ouvir uma fala que é, por natureza, de cobrança — não convidar se não houver essa disposição.

Público. Público amplo de plenária; áreas de cultura e patrimônio; setor público; áreas de sustentabilidade

Yasmin Thayná
Território3 pend.

Yasmin Thayná

Cineasta, escritora e curadora | Criadora da plataforma AFROFLIX | Diretora de 'Kbela'

Nova Iguaçu / RJ

Afrofuturismo e imaginação negracinema e audiovisual negrocuradoria e distribuição culturalpertencimento e espaçonarrativa como tecnologia
Plenária 3 baixoPlenária 2 baixo
ver ficha

Resumo. Cineasta, escritora e curadora, dirigiu 'Kbela', curta que se tornou marco do cinema negro brasileiro contemporâneo, e criou a AFROFLIX, plataforma gratuita que reúne produções audiovisuais de pessoas negras e resolveu, na prática, um problema de distribuição que o mercado ignorava. Trabalha imaginação negra e Afrofuturismo como tecnologia — narrativa, espiritual e política —, e não como estética. Sua leitura dos espaços é sensorial e política ao mesmo tempo: o que um lugar silencia, quem ele celebra, quem ele afasta, e como luz, cheiro, ritmo e energia operam como mecanismos de inclusão ou exclusão.

Tema central. Afrofuturismo como tecnologia narrativa e espiritual — e a leitura política e sensorial dos espaços

Título sugerido. Imaginação negra é tecnologia: reencantar o futuro

Proposta. 1) O que um espaço silencia e quem ele celebra. 2) Arquitetura, cheiro, luz, ritmo e energia como ferramentas de inclusão ou exclusão. 3) O que é sentir-se bem-vinda num lugar. 4) Afrofuturismo como tecnologia narrativa e espiritual. 5) A imaginação negra como força capaz de curar rupturas históricas. 6) A AFROFLIX: resolver na prática um problema que o mercado ignorava. 7) Reencantar o futuro com beleza, espiritualidade e propósito.

Por que convidar. Conforme as duas indicações: articula espaço físico e espaço simbólico com experiências visuais e narrativas afetivas, e traz o Afrofuturismo como tecnologia de reconexão entre saberes ancestrais e futuros possíveis. Tem obra concreta — 'Kbela' e a AFROFLIX — que sustenta o discurso, e o formato de exibição comentada aproveitaria muito mais o trabalho dela do que uma palestra convencional.

Público. Áreas de cultura e comunicação; diversidade e ESG; jovens e público criativo; produção e cenografia do evento; empreendedores culturais

Zaika dos Santos
Gentetambém MC3 pend.

Zaika dos Santos

Artista multimídia, cantora e pesquisadora | Afrofuturismo, arte e STEM

Belo Horizonte / MG

Afrofuturismoarte e STEMprotagonismo da mulher negramúsica e performanceeducação e juventude negra
Plenária 3 baixoMestre de Cerimônia baixo
ver ficha

Resumo. Artista multimídia, cantora e pesquisadora, trabalha afrofuturismo na intersecção entre arte e STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Sua produção musical e visual celebra o protagonismo da mulher negra e usa a linguagem afrofuturista como ferramenta educativa, aproximando jovens negros de áreas técnicas historicamente inacessíveis a eles. É um perfil de artista-educadora: entrega experiência estética e conteúdo formativo ao mesmo tempo.

Tema central. Afrofuturismo como ponte entre arte, tecnologia e juventude negra

Título sugerido. Arte, STEM e o direito de imaginar futuros

Proposta. 1) O que é afrofuturismo e como ele se conecta a ciência e tecnologia. 2) Por que jovens negros não se veem em áreas STEM. 3) Arte como porta de entrada para o técnico. 4) Protagonismo da mulher negra na criação. 5) Apresentação musical ou performática. 6) Como escolas e instituições podem replicar isso.

Por que convidar. Junta arte, tecnologia e educação num único formato — útil tanto como ativação artística quanto como oficina para juventude. Junto com Ale Santos, Morena Mariah e Yasmin Thayná, forma um bloco de afrofuturismo com quatro abordagens distintas: literatura, instalação, cinema e música com STEM.

Público. Jovens e estudantes; educadores; áreas de cultura e diversidade; times de tecnologia

ZL
Território2 pend.

Zeina Latif

Economista, sócia-diretora da Gibraltar Consulting; professora do Insper; colunista de O Globo

São Paulo / SP

Cenário macroeconômicopolítica monetária e fiscaldesenvolvimento e produtividadeentraves estruturais do Brasilparticipação feminina na economia
Plenária 1 alto
ver ficha

Resumo. Economista com passagens por XP, RBS, ING, ABN-Amro Real e HSBC e por secretaria estadual de desenvolvimento econômico. Reconhecida pela Forbes entre as mulheres mais influentes do Brasil em economia. Traduz juros, câmbio, inflação e políticas públicas em impactos concretos para empresas, e discute os entraves estruturais do país.

Tema central. O Brasil das escolhas: economia, estrutura e o que trava o país

Título sugerido. Nossas heranças e nossas escolhas: a economia que o pequeno negócio vive

Proposta. 1) O cenário macro do momento em linguagem de quem empreende. 2) Juros, câmbio e inflação no caixa do pequeno negócio. 3) Entraves estruturais — o que herdamos e o que dá para escolher. 4) Produtividade e desenvolvimento regional. 5) O papel de instituições de fomento. 6) Provocação final sobre as escolhas coletivas.

Por que convidar. Aderência ao conteúdo macro da Magna, com clareza e credibilidade de mercado, somada à autora de 'Nós do Brasil', que discute escolhas estruturais — ponte natural entre o país que mudou e o que queremos ser. Ressalva: registro analítico/ortodoxo; confirmar tom afetuoso.

Público. Alta liderança e conselhos; áreas de estratégia; setor financeiro; público amplo de plenária

AM
Genteindicação interna

Adriana Morais

Ecossistemas de colaboração

Sala Território 1 a validar
AS
Genteindicação interna

Alberto Santana

Excelência no atendimento

fit a mapear
AM
Genteindicação interna

Alessandra Campos Martins de Lima Ciuffo Moreira

Empreendedorismo feminino, diversidade e inclusão (projetos de impacto social) · Empreendedorismo e mães atípicas

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Alessandra Ciuffo

fit a mapear
AG
Tecnologiaindicação interna

Alexandre Giraldi

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
AS
Tecnologiaindicação interna

Alexandre Souza

Inovação · Inteligência Artificial

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Alexandre

Sala Tec 2 a validar
AM
Territórioindicação interna

Aline Albuquerque de Miranda

Turismo

Sala Território 1 a validar
AZ
Transversalindicação interna

Alline Zanoni

ESG e empreendedorismo feminino · Empreendedorismo feminino

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | JÁ CONSTA: linha própria na aba Palestrantes (antes sem tema — agora atualizada)

Sala Território 2 a validar
AA
Tecnologiaindicação interna

Amanda Afonso Alves

Cultura analítica e decisão orientada por dados · Cultura de dados

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | JÁ CONSTA: linha própria na aba Palestrantes (antes sem tema — agora atualizada)

Sala Tec 1 a validar
AC
Genteindicação interna

Ana Carolina

Gestão de pessoas

Sala Gente 2 a validar
AM
Territórioindicação interna

Ana Mangia

ESG

Sala Território 2 a validar
AT
Genteindicação interna

Anderson dos Santos Teixeira

Diversidade, equidade, inclusão e pertencimento

fit a mapear
AM
Tecnologiaindicação interna

André Maciel

Cultura analítica e decisão orientada por dados

Sala Tec 1 a validar
AS
Territórioindicação interna

André Schelini

Sustentabilidade

Sala Território 2 a validar
AB
Genteindicação interna

Andreia Barbosa

Cultura e sociedade

fit a mapear
AL
Territórioindicação interna

Andréia de Cássia Lopes

Desenvolvimento territorial — polos industriais multiâncoras

Sala Território 1 a validar
AC
Tecnologiaindicação interna

Antonio Eduardo Dantas Coelho

Inteligência Artificial (UTIC)

Grafias recebidas: Antônio Coelho - UTIC

Sala Tec 2 a validar
AK
Genteindicação interna

Antonio Kronemberger

Educação do futuro

fit a mapear
AJ
Territórioindicação interna

Antonio Teles Júnior

Bioeconomia e cadeia produtiva

Plenária 2 a validar
AC
Territórioindicação interna

Augusto Cruz

ESG

Sala Território 2 a validar
BC
Transversalindicação interna

Bárbara Alves Araújo de Castro

Economia, futuros, gerações e desenvolvimento · Cultura analítica

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Bárbara Alves

Sala Tec 1 a validar
BA
Transversalindicação interna

Bruno Almeida

Gestão por processos

fit a mapear
BV
Tecnologiaindicação interna

Bruno Vila Verde

Inteligência de dados

Sala Tec 2 a validarSala Tec 1 a validar
BS
Genteindicação interna

Bruno Zamith de Souza

Liderança

Sala Gente 2 a validar
C
Territórioindicação interna

Cainã

Eventos sustentáveis

fit a mapear
C
Territórioindicação interna

Camila

Sustentabilidade

Sala Território 2 a validar
CC
Territórioindicação interna

Camila Caetano

ESG

Sala Território 2 a validar
CB
Tecnologiaindicação interna

Carla Batista

Inovação

Sala Tec 2 a validar
CP
Genteindicação interna

Carla Panisset

Inclusão socioprodutiva · Afroempreendedorismo · Empreendedorismo social e Sebrae Delas

Indicado 3 vezes, com temas diferentes | JÁ CONSTA: linha própria na aba Palestrantes (antes sem tema — agora atualizada)

fit a mapear
CC
Genteindicação interna

Celeste Magela Campos

CRM

fit a mapear
CR
Transversalindicação interna

Cláudio Afrânio Rosa

Empreendedorismo (métodos e pesquisa)

fit a mapear
CM
Tecnologiaindicação interna

Conceição Moraes

Cultura da inovação e ecossistema

Sala Tec 2 a validar
CC
Territórioindicação interna

Cristina Corrêa

Resiliência climática, sustentabilidade, ESG e indústria (gestora Sebraetec)

Grafias recebidas: Resiliência climática: Cristina Corrêa

Sala Território 2 a validar
CJ
Territórioindicação interna

Cynthia Justino

Desenvolvimento territorial e gestão de projetos

Sala Território 1 a validar
DR
Territórioindicação interna

Daiane Ribeiro

Ancestralidade

fit a mapear
DR
Tecnologiaindicação interna

Dalila Rezende

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
DA
Territórioindicação interna

Daniel Azevedo

Gestão de projeto de sustentabilidade

Sala Território 2 a validar
DJ
Genteindicação interna

Daniele Jesus

Inclusão socioprodutiva

fit a mapear
DD
Transversalindicação interna

Danubia Dantas

Inovação e empreendedorismo na periferia

Sala Tec 2 a validarSala Território 1 a validar
DS
Transversalindicação interna

Diana Lúcia Gonzaga da Silva

Economia do trabalho, economia regional e urbana, microeconometria, inferência causal e avaliação de programas

JÁ CONSTA: ficha completa na aba Palestrantes

Sala Território 1 a validarPlenária 1 a validar
DS
Territórioindicação interna

Diogo da Silva Soares

Identidade Cultural

Sala Território 1 a validar
DT
A definirindicação interna

Douglas Tres

(tema não especificado)

fit a mapear
EM
Tecnologiaindicação interna

Eder Max

Cultura da inovação

Sala Tec 2 a validar
EN
Tecnologiaindicação interna

Edinete Heloisa Nascimento

Inovação aberta

Sala Tec 2 a validar
ED
Tecnologiaindicação interna

Eduardo Everton Dreyer

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
ER
Territórioindicação interna

Elisangela Ramos

Gastronomia amazônica como identidade local e regional

Sala Território 1 a validar
EV
Genteindicação interna

Elisangela Tavares Alves Varanda

Onboarding, crossboarding e offboarding de colaboradores

fit a mapear
E
Genteindicação interna

Elisete

Impacto social

fit a mapear
ES
Transversalindicação interna

Elmo Silveira de Souza

Inteligência competitiva e cenários estratégicos para MPE

Sala Tec 2 a validar
ES
Tecnologiaindicação interna

Elzo dos Santos Sousa

Inteligência Artificial e automação

Sala Tec 2 a validar
ED
Genteindicação interna

Emiliana Alves Drumond

Diversidade, equidade e gênero

fit a mapear
EP
Genteindicação interna

Enio Duarte Pinto

Empreendedorismo e CRM · Relacionamento com o cliente

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: ENIO PINTO

fit a mapear
ES
Genteindicação interna

Eraldo Ricardo dos Santos

Diversidade e empreendedorismo étnico

Grafias recebidas: Eraldo Ricardo; ERaldo Santos

fit a mapear
FP
Genteindicação interna

Fabiana Ribeiro de Pinho

Juventude e novos protagonismos sociais · Educação empreendedora

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Fabiana Pinho

Sala Gente 2 a validar
FB
Territórioindicação interna

Fábio Angelo Bonassi

Desenvolvimento territorial

Sala Território 1 a validar
FA
Transversalindicação interna

Fábio Rogério Apolinário

Reforma tributária · Finanças e cenário econômico

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Fabio Apolinário

fit a mapear
FG
Transversalindicação interna

Felipe Goes

Projetos (PMO)

fit a mapear
FT
Territórioindicação interna

Felipe Soares Trennepohl

Uso de lodo do tratamento de água e esgoto no agronegócio (CASAN)

Sala Território 2 a validarPlenária 2 a validar
FL
Territórioindicação interna

Fernando Sá Leitão

Desenvolvimento territorial

Sala Território 1 a validar
FS
Tecnologiaindicação interna

Fernando Sasso

Futuros e inovação · Cultura de dados

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

Sala Tec 2 a validarSala Tec 1 a validar
FF
Territórioindicação interna

Flávia Florêncio Ferreira

Desenvolvimento territorial

Sala Território 1 a validar
FS
Territórioindicação interna

Francinei Santos

Bioeconomia e captação de recursos

Plenária 2 a validar
F
Tecnologiaindicação interna

Francisco

Hábito de consumo

Plenária 1 a validar
GR
Genteindicação interna

Gabriela Aparecida Almeida Rodrigues

Diversidade, equidade e inclusão

fit a mapear
GT
Transversalindicação interna

Gedivaldo Mateus Teixeira

Processos

fit a mapear
GC
Territórioindicação interna

Gilma Raquel Melo Carvalho

ISO 9001 e ISO 14001

fit a mapear
GB
Transversalindicação interna

Giovanni Bevilaqua

Economia e pequenos negócios — ampliar o olhar para os invisíveis

fit a mapear
GR
Tecnologiaindicação interna

Givaldo Ricardo

Comportamento de consumo dos clientes do Sebrae

Plenária 1 a validar
G
Genteindicação interna

Gracielly

Saúde e bem-estar no trabalho

Sala Gente 1 a validar
GS
Tecnologiaindicação interna

Graziele Rodrigues Santana

Inteligência Artificial e automação

Sala Tec 2 a validar
GA
Genteindicação interna

Guilherme Allan

Afroempreendedorismo

fit a mapear
GP
Tecnologiaindicação interna

Guilherme Pella

Design de produtos e inovação

Sala Tec 2 a validar
HC
Territórioindicação interna

Helen Camargo

ESG, sustentabilidade e economia regenerativa · Bioeconomia e economia circular

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | JÁ CONSTA: linha própria na aba Palestrantes (antes sem tema — agora atualizada)

Sala Território 2 a validarPlenária 2 a validar
HM
Territórioindicação interna

Hildenê Maia

Desenvolvimento territorial

Sala Território 1 a validar
IS
Genteindicação interna

Igo Silva

Gestão de pessoas

Sala Gente 2 a validar
IE
Genteindicação interna

Isabelle Leite Mendes Eleres

Educação empreendedora

Sala Gente 2 a validar
IB
Transversalindicação interna

Ismael Bastos

Finanças e investimentos

fit a mapear
IA
A definirindicação interna

Iuri Barbosa de Andrade

(tema não especificado)

fit a mapear
I
Tecnologiaindicação interna

Ivani

Inovação aberta · Cultura analítica e decisão orientada por dados

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

Sala Tec 2 a validarSala Tec 1 a validar
JN
Genteindicação interna

Janaína Neves

Educação empreendedora

Sala Gente 2 a validar
JP
Territórioindicação interna

Janaína Peres

Desenvolvimento territorial

Sala Território 1 a validar
J
Tecnologiaindicação interna

Jeferson (Softcon)

Inovação e automação

Sala Tec 2 a validar
JA
Genteindicação interna

Jorge Adriano

Projeto Movimente (empreendedorismo feminino)

fit a mapear
JF
Tecnologiaindicação interna

Jorge Freitas

Inovação

Sala Tec 2 a validar
JS
Tecnologiaindicação interna

José Davi Ferreira Santos

Inovação, marketing, administração e empreendedorismo

Sala Tec 2 a validarPlenária 1 a validar
JM
Genteindicação interna

José Ferreira de Melo Neto (Zeca Melo)

Liderança

Sala Gente 2 a validar
JS
Genteindicação interna

José Soares

Juventudes e novos protagonismos sociais

fit a mapear
JV
Genteindicação interna

Josinete Viana

Ecossistemas de colaboração

Sala Território 1 a validar
JP
Territórioindicação interna

Jossely Pantoja

Bioeconomia

Plenária 2 a validar
JS
Genteindicação interna

Joyce Silva

Inclusão produtiva

fit a mapear
JP
Territórioindicação interna

Juarez de Paula

Resiliência climática

fit a mapear
JB
Territórioindicação interna

Júlia Bicalho

Desenvolvimento territorial

Grafias recebidas: Julia Bicalho

Sala Território 1 a validar
JG
Tecnologiaindicação interna

Juliana Callado Gonçales

Proteção de dados e governança de IA

Sala Tec 2 a validarSala Tec 1 a validar
JO
Genteindicação interna

Juliana Oliveira

Negócios de impacto · Impacto social

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

fit a mapear
KA
Genteindicação interna

Kamila Vasconcelos Albuquerque

Relacionamento com o cliente

fit a mapear
KM
Tecnologiaindicação interna

Kazushige Batista Matsumoto

Segurança de dados

Sala Tec 1 a validar
K
Tecnologiaindicação interna

Kevin

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
L
Territórioindicação interna

Laiz

Agronegócio

Plenária 2 a validar
LB
Genteindicação interna

Laura França Bubniak

Justiça social

fit a mapear
LB
Tecnologiaindicação interna

Leandro Barbieri

Cultura de dados

Sala Tec 1 a validar
LG
Tecnologiaindicação interna

Leandro Gonçalves

Inovação · Marketing, comunicação e inovação · Digital e mercado digital

Indicado 3 vezes, com temas diferentes | JÁ CONSTA: linha própria na aba Palestrantes (antes sem tema — agora atualizada)

Sala Tec 2 a validarPlenária 1 a validar
LF
Tecnologiaindicação interna

Leonardo Fiuza

Cibersegurança

fit a mapear
LC
Genteindicação interna

Lídia Silva do Carmo

Diversidade, equidade e inclusão

Grafias recebidas: Lídia Carmo; Líida Silva do Carmo

fit a mapear
LV
Tecnologiaindicação interna

Lina Volpini

Futuros e inovação · Inovação aberta

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

Sala Tec 2 a validar
LA
Territórioindicação interna

Lorena Roosevelt de Lima Alves

Energias renováveis · Economia do futuro (energias renováveis)

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: LORENA ROOSEVELT

fit a mapear
LN
Genteindicação interna

Louise Nogueira

Diversidade e inclusão

fit a mapear
LC
Genteindicação interna

Luana Carulla

Educação empreendedora

Sala Gente 2 a validar
LB
Territórioindicação interna

Luciana Balbino

Desenvolvimento territorial

Sala Território 1 a validar
LO
Tecnologiaindicação interna

Luciana Oda

Inovação

Grafias recebidas: Luciana Oda -

Sala Tec 2 a validar
LR
Genteindicação interna

Luciana Retes

Inclusão socioprodutiva e protagonismo feminino — criadora da metodologia nacionalizada Força Mulher e de metodologias de abordagem ao público 60+

fit a mapear
LA
Genteindicação interna

Luciano Amato

Diversidade e inclusão nas organizações

fit a mapear
LM
Tecnologiaindicação interna

Lyana Rosa Munt

Inteligência Artificial

Grafias recebidas: Lyana Munt

Sala Tec 2 a validar
MS
Territórioindicação interna

Marcia Suede

Sustentabilidade e ESG

Sala Território 2 a validar
MB
Tecnologiaindicação interna

Marcio Marques Brito

App Sebrae

fit a mapear
MA
Territórioindicação interna

Marco Antônio Dantas de Almeida

Desenvolvimento territorial

Grafias recebidas: Marco Dantas

Sala Território 1 a validar
MM
Territórioindicação interna

Marcus Macedo (Guinho)

Planejamento e desenvolvimento territorial

Grafias recebidas: Marcus Macedo

Sala Território 1 a validar
MS
Territórioindicação interna

Marcus Vinícius Peixoto da Silva

ESG

Sala Território 2 a validar
M
Genteindicação interna

Mari

Liderança feminina em cooperativas e cooperativas de catadores

Sala Gente 2 a validar
MS
Genteindicação interna

Maria de Jesus Silva

Desenvolvimento humano e organizacional

fit a mapear
MC
Genteindicação interna

Maria Nilda Viana Clementino

Economia prateada

fit a mapear
MA
Genteindicação interna

Mariana Araujo

Empreendedorismo feminino

fit a mapear
ML
Territórioindicação interna

Mariana Lopes

Visão territorial do desenvolvimento sustentável

Sala Território 1 a validar
MN
Genteindicação interna

Mariana Nunes

Empreendedorismo feminino e suas nuances

fit a mapear
MB
Genteindicação interna

Marina Elena Miggiolaro Barbieri

Empreendedorismo feminino, liderança feminina e impacto social

Sala Gente 2 a validar
MP
Transversalindicação interna

Marina Parada

Sustentabilidade e diversidade

Sala Território 2 a validar
MA
Genteindicação interna

Marlinda Araújo

Futuro do trabalho — projeto de gestão de estagiários (Prêmio IEL 2025)

Sala Gente 2 a validar
MA
Transversalindicação interna

Marlus Almeida

Captação de recursos

fit a mapear
MG
Tecnologiaindicação interna

Martha Gabriel

Inovação

JÁ CONSTA: ficha completa na aba Palestrantes

Sala Tec 2 a validar
MP
Tecnologiaindicação interna

Max Peters

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
ML
Genteindicação interna

Mayana Lacerda

Neurodiversidade

fit a mapear
MS
Territórioindicação interna

Milena Emerenciano Luz Sabino

Energia solar

fit a mapear
MR
Territórioindicação interna

Mirna Vaz da Rocha

Sustentabilidade e ESG

Sala Território 2 a validar
ML
Genteindicação interna

Mona Paula Santos da Nóbrega Lima

Empreendedorismo feminino · Desenvolvimento territorial

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Mona Paula; Mona Paula Nóbrega

Sala Território 1 a validar
NS
Tecnologiaindicação interna

Naira Cansanção Silva

Mercado de criadores de conteúdo e influenciadores

Plenária 1 a validar
NF
Territórioindicação interna

Nathália Fabrino

Setor do turismo

Sala Território 1 a validar
PP
Tecnologiaindicação interna

Paolo Petreli

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
PG
Tecnologiaindicação interna

Patricia Gasparetto

Cultura analítica e decisão orientada por dados

Sala Tec 1 a validar
PP
Tecnologiaindicação interna

Paula Fogliatto Prado

Inteligência de dados de inovação

Sala Tec 2 a validarSala Tec 1 a validar
PC
Genteindicação interna

Paula Viviane Maia Couceiro

Negócios de impacto

fit a mapear
PO
Genteindicação interna

Paulo Henrique de Oliveira

Diversidade

fit a mapear
PP
Tecnologiaindicação interna

Paulo Puppin

Inovação

Sala Tec 2 a validar
PC
Territórioindicação interna

Pedro Cavalcante

Bioeconomia

Plenária 2 a validar
PM
Tecnologiaindicação interna

Pedro Cunha Machado

Personalização em escala

fit a mapear
PF
Territórioindicação interna

Philippe Fauguet Figueiredo

Negócios de impacto socioambiental

fit a mapear
PL
Territórioindicação interna

Priscilla Lins

Agronegócio

Plenária 2 a validar
DI
Genteindicação interna

(professora do IBMR-RJ — nome não informado)

Psicologia social

fit a mapear
RF
Tecnologiaindicação interna

Rafael Falcão

Marketing Digital

Plenária 1 a validar
RM
Tecnologiaindicação interna

Rangel Vieira Miranda

Inovação · Ecossistemas de inovação e startups

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: IRangel; Rangel Miranda

Sala Tec 2 a validar
RA
Territórioindicação interna

Regina Amorim

Turismo e economia criativa

Sala Território 1 a validarPlenária 2 a validar
RC
Territórioindicação interna

Reinaldo Mota de Carvalho

ESG

Sala Território 2 a validar
RB
Territórioindicação interna

Renata Batista

Bioeconomia

Plenária 2 a validar
RC
Genteindicação interna

Renata Costa

Pessoas

fit a mapear
RC
Genteindicação interna

Renata de Carvalho

Educação empreendedora

Sala Gente 2 a validar
RM
Genteindicação interna

Renata Malheiros

Empreendedorismo de gênero

Grafias recebidas: REnata Malheiros

fit a mapear
RR
Genteindicação interna

Renata Roque

Empreendedorismo feminino

Grafias recebidas: Renata Roqui

fit a mapear
RC
Transversalindicação interna

Renato Coelho

Inovação e legado pós-COP · Inovação

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

Sala Tec 2 a validar
RA
Territórioindicação interna

Renato Fonseca de Andrade

Sustentabilidade e ESG · Inteligência Artificial

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

Sala Tec 2 a validarSala Território 2 a validar
RR
Tecnologiaindicação interna

Renato Rodrigues

Inovação

Sala Tec 2 a validar
RA
Territórioindicação interna

Ricardo Arruda

Sustentabilidade e ESG

Sala Território 2 a validar
RK
Transversalindicação interna

Roger Klafke

Serviços de alimentação

fit a mapear
R
Tecnologiaindicação interna

Rondinelson

Cultura analítica e decisão orientada por dados

Sala Tec 1 a validar
RN
Tecnologiaindicação interna

Rosa Satiko Nakamura

Startup na área da saúde · Sustentabilidade

Indicado 2 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Rosa Nakamura; ROSA SATIKO NAKAMURA

Sala Território 2 a validar
SG
Tecnologiaindicação interna

Samuel Graciolli

Inovação

Sala Tec 2 a validar
SL
Territórioindicação interna

Samuel Lobo

ESG

Sala Território 2 a validar
SR
Territórioindicação interna

Sandro Rossi

Desenvolvimento territorial e políticas públicas

Grafias recebidas: Sandro

Sala Território 1 a validar
SL
Tecnologiaindicação interna

Sayonara Lacerda

Novos modelos de comunicação e conexão

fit a mapear
SD
Territórioindicação interna

Sergina Dantas

Bioeconomia e agricultura orgânica · Bioeconomia

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

Plenária 2 a validar
SC
Territórioindicação interna

Sergio Coelho

Energia

fit a mapear
SS
Tecnologiaindicação interna

Sidney Soares

Segurança da informação

fit a mapear
SM
Transversalindicação interna

Silvio Moreira

Elaboração de ações estratégicas, projetos e público-alvo direcionado

fit a mapear
SV
Transversalindicação interna

Silvio Vucinic

Reforma tributária · Impactos tributários (split payment)

Indicado 2 vezes, com temas diferentes

fit a mapear
SS
Tecnologiaindicação interna

Sylvia Siqueira

Marketing de produto

Plenária 1 a validar
TA
Genteindicação interna

Taiane Almeida

Diversidade, equidade, inclusão e pertencimento

fit a mapear
TF
Territórioindicação interna

Thaís Fraga

Desenvolvimento territorial e compras locais

Sala Território 1 a validar
TO
Genteindicação interna

Thaís Oliveira

Diversidade, equidade, inclusão e pertencimento

fit a mapear
TT
Transversalindicação interna

Thaís Tabosa

Mercado

Plenária 1 a validar
TM
Genteindicação interna

Thales Gleydson Medeiros

Saúde mental e desenvolvimento · Economia da atenção e influência · Psicologia e trabalho · Segurança psicológica

Indicado 4 vezes, com temas diferentes | Grafias recebidas: Thales Gleydson; Thales Gleyson Medeiros; Thales Medeiros

Sala Gente 1 a validar
TR
Tecnologiaindicação interna

Thanandra Rocha

Atendimento e tecnologia no atendimento (UX e CX)

fit a mapear
TS
Territórioindicação interna

Thauan Santos

Economia azul

Grafias recebidas: Professor Thauan Santos

fit a mapear
TC
Tecnologiaindicação interna

Tomaz Back Carrijo

Dados

Sala Tec 1 a validar
VT
Tecnologiaindicação interna

Valvernagues Kurth Tonn

Novo comportamento do consumidor e Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
VR
Tecnologiaindicação interna

Vera Ruthofer

Inteligência Artificial

Sala Tec 2 a validar
VO
Tecnologiaindicação interna

Victor Hugo de Souza Oliveira

Marketing digital

Plenária 1 a validar
VL
Territórioindicação interna

Vinícius Picanço Lopes

Bioeconomia

Plenária 2 a validar
YN
Territórioindicação interna

Yasutoki Minomo Neto

Sustentabilidade e ESG

Sala Território 2 a validar